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Saúde

Mulher alérgica quase morre depois de fazer sexo com marido

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De tão raro, o caso foi publicado no The American Journal of Medicine. O nome da paciente não foi divulgado

Uma norte-americana de 46 anos sofreu uma severa crise alérgica depois de fazer sexo sem proteção com o marido. Cerca de uma hora depois do ato, ela começou a ficar tonta e a suar exageradamente. Também apareceram plaquetas vermelhas pelo corpo.

Como os sintomas não passavam – ao contrário, estavam se agravando com coceira incessante e diarreia – ela foi levada à emergência médica do Hospital Sinai, de Baltimore, nos Estados Unidos.

Lá, os médicos suspeitaram de uma sepse – espécie de pane no organismo provocada pelo próprio corpo ao tentar combater um vírus ou bactéria. Exames, posteriores, no entanto, não encontraram agentes infecciosos no corpo dela.

A charada foi decifrada quando os médicos entrevistaram o marido da paciente. Ele revelou estar tomando um remédio a base de penicilina para tratar uma infecção cardíaca. Como a mulher é alérgica à penicilina, os médicos passaram a considerar que ela teve um choque anafilático ao entrar em contato com a substância presente no sêmen do marido.

De tão raro, o caso foi publicado no The American Journal of Medicine. O nome da paciente não foi divulgado.

No artigo, os médicos alertam que a penincilina, assim como outros antibióticos, pode se concentrar no sêmen e, durante o contato sexual, ser absorvida pela vagina. Para prevenir situações assim, eles sugerem que os colegas façam prescrições detalhadas relatando também essa possibilidade de reação adversa.

(*Com informações do Daily Mail)

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Saúde

Brasil exporta projeto de bancos de leite para parceiros do Brics

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Na próxima segunda-feira (18), Angola iniciará a implantação de uma rede de bancos de leite para apoio às mães com filhos em idade de amamentação. O país na costa ocidental da África é o 22º a tomar essa iniciativa com apoio e cooperação do Brasil, que iniciou a implementação de bancos de leite em meados da década de 1980 e pôs em funcionamento a sua própria rede nacional em 1998.

Na África, o projeto está também em funcionamento em Cabo Verde e Moçambique. Está presente ainda em 17 países latino-americanos e em dois países europeus – Portugal e Espanha. A expertise brasileira na cooperação internacional chamou atenção dos parceiros do Brics – acrônimo formado com as letras inicias de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (South Africa).

Com a presidência brasileira pro tempore (temporária) do Brics, abriu-se a expectativa de que, no próximo ano, o Brasil inicie a colaboração com seus quatro parceiros no grupo de países de economia emergente.

A cooperação é técnica e não envolve repasse de recursos. O apoio vai desde a elaboração de projetos, assessoria na escolha de hospitais participantes das redes locais, especificação de equipamentos e treinamento de pessoal como processamento de leite humano, práticas de aleitamento e gestão de banco de leite.

Conforme explicou à Agência Brasil Joao Aprigio Guerra de Almeida, pesquisador da Fiocruz e coordenador da Rede Global de Bancos de Leite Humano, constituída a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS), a assessoria brasileira não impõe roteiro de criação de banco de leites em outros países.

“É um produto SUS-Brasil de exportação. Não transferimos modelos, mas sim princípios e apoiamos na adaptação às suas realidades. A cooperação brasileira se pauta por valores importantes como a horizontalidade, o compartilhamento, a não intervenção e o respeito à independência dos países”, assinalou Almeida.

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A demanda de cooperação com os demais membros do Brics foi formalizada em uma reunião técnica ocorrida em agosto em Brasília, e ratificada em encontro dos ministros de Saúde dos cinco países, realizado em outubro em Curitiba.

Campanha Nacional

Profissionais de saúde orientam sobre amamentação na Semana Mundial de Aleitamento Materno, no Palácio do Catete.

A amamentação previne a fome e a desnutrição e garante segurança alimentar a lactentes – ArquivoAgência Brasil

De acordo com a Campanha Nacional Aleitamento Materno 2019, do Ministério da Saúde, a amamentação “previne a fome e a desnutrição em todas as suas formas e garante a segurança alimentar dos lactentes, mesmo em tempos de crise e catástrofe”, e “está associada a um melhor desempenho em testes de inteligência, renda mais alta e maior produtividade na vida adulta”.

Há benefícios da amamentação na prevenção de doenças como diabetes 1 e 2 nas crianças e câncer de mama nas mães. Tudo isso “diminui os custos com tratamentos nos sistemas de saúde”, informa a campanha.

A disseminação das vantagens do aleitamento materno e a criação de bancos de leite são causas abraçadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que 2020 completa 120 anos de funcionamento e tem sua matriz no Rio de Janeiro.

“O banco de leite é casa de apoio à amamentação, não é leiteria humana. Os nossos bancos de leite se voltam para obter leite para nossos prematuros. Essas crianças vão para casa, e suas mães precisam de apoio para eles serem amamentados”, afirmou Aprigio.

Segundo o pesquisador, a amamentação é biologicamente determinada, porém, é socioculturalmente condicionada. “Aquilo que deveria ser regido pelas leis da biologia, de algum tempo para cá, tempo que coincide com a indústria de leite, as leis da biologia passaram a ser substituídas pelas leis de mercado.”

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Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC Saúde

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