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MPF investiga supostas fraudes cometidas por Paulo Guedes, revela jornal

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Paulo Guedes é investigado pelo MPF; ele é o guru do candidato presidenciável Jair Bolsonaro (PSL)
Reprodução/Twitter

Paulo Guedes é investigado pelo MPF; ele é o guru do candidato presidenciável Jair Bolsonaro (PSL)

O Ministério Público Federal (MPF) em Brasília abriu investigação, no início deste mês, para apurar supostas fraudes cometidas pelo economista Paulo Guedes – conhecido como o ‘guru econômico’ do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). Paulo Guedes é investigado por questões ligadas a fundos de pensão de estatais. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo,  nesta quarta-feira (10).

Segundo a reportagem, Guedes teria se associado a executivos ligados ao PT e ao MDB para praticar tais fraudes. Paulo Guedes é investigado por, supostamente, ter captado, em cerca de seis anos, ao menos R$ 1 bilhão das entidades relacionadas ao caso. Procurado pelo jornal, por telefone e por email, Guedes ainda não havia comentado o assunto até a noite de ontem.

O procedimento investigativo criminal contra Guedes foi instaurado no dia 2 de outubro. Segundo ele, o guru de Bolsonaro  cometeu crimes de gestão fraudulenta ou temerária. A reportagem ainda relata que ele será investigado por suposta emissão de títulos sem lastros ou garantias ao negociar e por obter e investir recursos de sete fundos.

As entidades citadas pelo jornal, que teriam relação com esse esquema de fraudes, não o Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa) e Postalis (Correios). Além dessas, está incluso o BNDESPar, que funciona como um braço de investimento do Banco Nacional de Desenvolvimento.

Segundo a Folha , as transações investigadas teriam sido feitas a partir de 2009. O MPF sustenta que há “relevantes indícios de que, entre fevereiro de 2009 e junho de 2013, diretores e gestores dos fundos de pensão e da sociedade por ações do BNDESPar teriam se consorciado com Paulo Guedes , controlador do Grupo HSM.

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A intenção do consórcio, segundo o MPF, seria de cometer crimes de gestão fraudulenta ou temerária de instituições financeiras e emissão e negociação de títulos imobiliários sem lastros ou garantias.

A denúncia da Folha , porém, não toca só o presidenciável Jair Bolsonaro. Afinal, segundo o MPF, duas das entidades envolvidas no esquema em que Paulo Guedes é investigado , eram geridas por militantes do PT, o partido do candidato Fernando Haddad. A Previ era gerida por Sérgio Rosa, e o Petros, por Wagner Pinheiro, homens que, assim como Haddad, são ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Premiê britânica defende Brexit no Parlamento e vê onda de renúncias em gabinete

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Thereza May durante leitura do novo texto do Brexit no Parlamento do Reino Unido
Reprodução/UK Prime Minister

Thereza May durante leitura do novo texto do Brexit no Parlamento do Reino Unido

A primeira-ministra britânica, Theresa May, apresenta nesta quinta-feira (15) o texto do acordo preliminar para o Brexit  ao Parlamento. A premiê chega para o dia-chave na defesa do acordo alcançado após um longo debate enfraquecida pela renúncia de quatro integrantes de seu gabinete que são contrários ao acordo com a União Europeia (UE).

O pedido de demissão mais relevante é o do próprio ministro para o Brexit , Dominic Raab. “Não posso apoiar o acordo com a UE”, disse Raab. Também deixaram seus cargos a subsecretária para o Brexit, Suella Braverman; o subsecretário para a Irlanda do Norte, Shailesh Vara; e a ministra do Trabalho, Esther McVey.

Segundo eles, os termos do acordo não honram as promessas feitas para os britânicos sobre a relação futura entre a UE e Londres, além da garantia de direitos civis e das fronteiras. Os ministros acusam May de “não entregar o Brexit que os britânicos pediram” nas urnas. May anunciou na terça-feira (13) que havia chegado a um acordo preliminar com a União Europeia para a saída do país do bloco, que deve se concretizar até 29 de março.

Durante a leitura do acordo no Parlamento, Theresa May foi questionada por um dos deputados se planeja renunciar ao seu cargo de premiê em nome de permitir que o Reino Unido siga adiante com “unidade”. May foi concisa em sua resposta: “Não”.

O projeto, que tem 585 páginas, ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento britânico por pelo menos 320 de 650 votos – mas não há data definida para a votação. O Conselho Europeu também fará reunião extraordinária no dia 25 de novembro para validar o texto.

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Debates pelo Brexit


Manifestantes anti-Brexit durante protesto realizado em Londres
Reprodução/Twitter/Lisa O’Carroll

Manifestantes anti-Brexit durante protesto realizado em Londres

Nesta quinta-feira (15), May fez um discurso no Parlamento para defender o acordo preliminar. Segundo ela, “votar contra o acordo nos levaria de volta à estaca zero”. “A escolha é clara: nós podemos escolher deixar sem nenhum acordo, arriscar não ter nenhum Brexit, ou escolher nos unir e apoiar o melhor acordo que poderia ser negociado”, disse.

“Este é um momento muito importante. O acordo é justo e equilibrado, assegura as fronteiras da Irlanda e gera bases para uma ambiciosa relação futura. Mas teremos uma longa estrada pela frente”, afirmou a primeira-ministra, que também garantiu que haverá Brexit e que nenhum outro plebiscito será convocado.

A saída do Reino Unido da União Europeia foi aprovada em plebiscito realizado em junho de 2016 . Há meses, May tenta negociar um acordo de como será o “divórcio”, encontrando resistência tanto de Bruxelas quanto de integrantes de seu próprio governo.

Um de principais pontos de entrave era um princípio chamado “backstop”, que garante que, se não houvesse acordo, a fronteira entre as Irlandas permaneceria inexistente. Neste caso, a Irlanda do Norte continuaria no mercado comum e na união alfandegária e ficaria submetida as regras diferentes do restante do Reino Unido.

No entanto, tanto a Irlanda quanto a Irlanda do Norte querem a manutenção de fronteiras abertas, mas isso pode acabar criando uma região com status especial dentro do Reino Unido e até uma espécie de diferenciação entre o território e o restante do país. Sem um acordo com a UE, o Reino Unido corre o risco de ter de sair do bloco de maneira “traumática”, sem garantia de interesses nem de relações comerciais após o Brexit .

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*Com informações e reportagem da Ansa

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