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Motorista de aplicativo é estuprada e morta

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Mulher foi encontrada morta dentro do próprio carro que estava caído no acostamento da Rodovia Washington Luiz, na altura Duque de Caxias.

RIO DE JANEIRO (RJ) – Uma mulher que dirigia um carro que prestava serviço por aplicativo foi encontrada morta dentro de um carro na Rodovia Washington Luiz, altura de Duque de Caxias, na madrugada desta terça-feira (8). Motorista de aplicativo é estuprada e morta no Rio de Janeiro

De acordo com a PM, policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) faziam um patrulhamento na via, altura do km 116, quando encontraram um carro caído às margens da rodovia. Um homem foi detido pelos agentes ao tentar sair do local.

O corpo de Kátia Valéria Nunes Bastos, de 47 anos, foi encontrado dentro carro. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o carro pertencia à vítima, que era motorista de Uber.

A polícia informou, incialmente, que trabalha com a hipótese de que Kátia tensa sido estuprada e asfixiada, e o acusado, identificado como Edvaldo Feliz Duarte dos Santos, tenha perdido o controle do veículo ao tentar se livrar do corpo. A DHBF investiga se houve a participação de uma outra pessoa no crime.

A empresa responsável pelo aplicativo de transporte, para o qual a vítima prestava serviço, informou que repudia qualquer atitude violenta e lamenta a morta da motorista.

“Ficamos chocados em saber que a motorista parceira foi vítima desse crime terrível. Nossos sentimentos estão com a família da Katia neste momento de dor. A Uber repudia todo tipo de comportamento violento contra mulheres e acredita na importância de combater, coibir e denunciar casos que envolvam qualquer forma de assédio ou violência. A empresa informa que o usuário envolvido foi banido e que está totalmente à disposição para colaborar com as autoridades no curso das investigações, nos termos da lei”, disse a nota.


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Briga em velório acaba com dois mortos

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Uma confusão durante um velório terminou na morte de um jovem e um adolescente, de 18 e 17 anos, respectivamente. Uma das vítimas, Wemerson de Araújo, estava na rede com o filho quando foi atingida por um golpe de faca e, em seguida, de enxada. O crime foi cometido na Vila do Incra, em Porto Acre. O segundo rapaz também foi esfaqueado.

“Eles estavam em um velório e começou uma briga por causa de uma mulher lá. E nessa briga meu filho não estava, ele estava deitado nesse velório dentro de uma rede com o bebê dele dormindo. Ele acordou com a primeira facada, saiu da rede e correu, no que correu, deram uma enxadada na cabeça dele e ele já caiu na rua”, conta a mãe de Araújo, Maria Helena.

Ainda de acordo com ela, o filho teve a cabeça arrancada por um dos golpes de facão. Um outro adolescente, de 17 anos, também foi esfaqueado e levado ao pronto-socorro. Até o momento, três pessoas foram presas suspeitas de cometer o duplo homicídio. Um boletim de ocorrência foi registrado. O autor das facadas teria sido liberado, segundo a família das vítimas.

“O assassino saiu pela porta da frente. Fui falar com o delegado e ele mandou todo mundo calar a boca, se não ia matar a todos. Fomos na delegacia para pegar o documento e levar no IML. O cara mata e sai pela porta da frente. Como colocam um delegado desse? Que judia do pai da vítima. Secretário de Segurança, nós precisamos de respeito. Não somos vagabundos e o delegado precisa respeitar a nossa dor”, desabafou a mãe.

Delegado é denunciado

Quando a família questionou o delegado sobre a soltura do suspeito do crime, o agente começou a agredir e ameaçar os parentes. “Empurraram e bateram no meu outro filho. Dois policiais também colocaram a arma em cima da gente, sendo que só queremos os nossos direitos. Não fizemos nada de errado”, completa Soares.

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A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) disse que está apurando o caso e deve se posicionar posteriormente.

Fonte: G1

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