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Ministério Público devolve à PF inquérito sobre morte de indígena do Maranhão

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Sarah Shenker/Survival International

Após morte de Paulo Paulino Guajajara, suspeitou-se que ele tivesse sido vítima de uma emboscada

O Ministério Público Federal (MPF) devolveu à Polícia Federal (PF) o inquérito que investiga a morte do indígena Paulo Paulino Guajajara e do não indígena Márcio Gleik Moreira Pereira, em 1º de novembro de 2019, durante uma troca de tiros na região da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão.

Segundo o MPF, a devolução aconteceu na última sexta-feira. O motivo é que o inquérito estava incompleto, mas não foram dados mais detalhes. Em nota, a PF afirmou que ainda não teve conhecimento da devolução .

Leia também: Guajajara foi morto por homens que entraram em terra indígena para caçar, diz PF

A PF descartou a possibilidade de emboscada ou conflito étnico no assassinato. Segundo a PF, as vítimas foram mortas durante uma troca de tiros, mas não esclareceu as circunstâncias do confronto.

Segundo a Polícia Federal, quatro pessoas foram indiciadas pelas mortes — a corporação não informou quem são elas. O inquérito policial concluiu ainda que a causa do conflito foi uma motocicleta de um dos não-indígenas que havia sido depredada.

Leia também: Polícia Federal descarta emboscada em assassinato de indígena no Maranhão

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou nota de repúdio à conclusão do inquérito. Segundo o Cimi, ao descartar a versão do sobrevivente Laércio Sousa Silva, segundo o qual foi uma emboscada, a PF “desconsidera uma história de mais de 40 anos de conflitos com madeireiros nesse território, ao longo dos quais os indígenas vêm sendo assassinados e tendo seu território destruído sem que nenhum assassino seja punido”.

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“Não cabe à mãe do Miguel julgar”, diz Sari Corte Real

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Sarí Corte Real
Reprodução / Facebook

Sari Corte Real concedeu entrevista ao Fantástico.

A primeira-dama de Tamandaré, em Pernambuco, Sari Corte Real , disse, em entrevista ao Fantástico que “não cabe à mãe de Miguel julgar” o que aconteceu. Ela foi indiciada pela morte do menino Miguel, de 5 anos de idade, que caiu do 9º andar em que Sari mora no começo de junho. 

Na entrevista, Sari, que não utilizava máscaras, disse que não apertou o botão do elevador, como consta no inquérito. Quando questionada sobre se ela havia imaginado o que aconteceria, Sari respondeu: “Não me passou pela cabeça. Não achei que seria essa tragédia. Acreditei que ele voltaria por lá (elevador).”.

A primeira-dama disse ainda que acredita ter feito “tudo que podia” para ajudar o menino Miguel. “E se eu pudesse voltar no tempo, eu voltava. Se eu soubesse que tudo isso ia acontecer, eu voltava e tentava fazer mais do que eu fiz”, completou Sari.

Quando foi questionada sobre o motivo pelo qual ela não monitorou a movimentação de Miguel pelo prédio, Sari disse que “Eu liguei pra Mirtes, mas eu tava tentando acalmar minha filha. Eu me vi naquela situação com toda aquela movimentação. Foi tudo muito rápido”.

Ela disse ainda que não puxou Miguel para fora do elevador por não ter se sentido “segura para isso”.

“Todas as vezes que precisou ser chamado a atenção dele, eu solicitava ou a mãe ou avó que fizessem isso. Eu nunca me dirigi diretamente a ele”, afirmou.

A repórter também questionou se Sari se sentia culpada pela morte de Miguel. A primeira-dama ficou em silêncio.

Ela também disse que está firme porque “muita gente depende” dela e afirmou que irá seguir as determinações da justiça. “Até hoje eu to aqui firme, porque muita gente depende de mim. Se lá na frente, o resultado for esse, eu vou cumprir o que a lei pedir. Tá na mão da justiça. Eu vou aguardar a justiça”, afirmou.

Lado da Mãe

Na mesma reportagem, Mirtes Renata, mãe de Miguel, lamentou a morte do filho. “Eu não se essa dor vai passar”, disse Mirtes, que completou “Cada dia que passa é mais difícil”.  

Ela também acusou a ex-patroa de ter sido irresponsável ao tomar conta de Miguel. “Ela foi irresponsável com o meu filho. Em nenhum momento ela se preocupou”, disse a mãe do garoto. Por fim, Mirtes também disse que “não tem como perdoar” Sari pelo que aconteceu. 

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