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Militante do MST é assassinado em assentamento no Rio de Janeiro

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MST/RJ

Seu Tião, militante do MST

Sebastião Carvalho, de 68 anos, foi assassinado no último domingo (10) no Assentamento Irmã Dorothy, localizado no município de Quatis no Rio de Janeiro. Seu Tião, como era conhecido, sobreviveu ao garimpo aberto da Serra Pelada e lutou pela terra em diversos estados do Brasil. No sul fluminense, era assentado há cerca de 7 anos com a família. Sua esposa, dona Lúcia, é referência em produção agroecológica de alimentos.

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Em nota, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ( MST ) denuncia o descaso com a reforma agrária no estado. Segundo o movimento, a lentidão do INCRA faz com que as famílias fiquem em situação de vulnerabilidade, sem acesso efetivo à terra e políticas públicas que garantam segurança, qualidade de vida e geração de renda.

“Exigimos a regularização e a efetivação completa das políticas de Reforma Agrária que garantam o desenvolvimento do assentamento e as melhorias das condições de vida das famílias que ali se encontram, garantindo-lhes a tão sonhada dignidade imposta pela Constituição, bem como a responsabilização de quem tirou a vida do seu Tião, e do poder público por este crime bárbaro”, diz o texto.

O assentamento Irmã Dorothy é fruto da desapropriação de uma fazenda ocorrida em 2014. Desde então, apesar da emissão de posse no INCRA, as famílias assentadas não foram regularizadas, sem acesso à infraestrutura.

“Todo esse descaso e morosidade geram desgastes e conflitos na área e na região. O INCRA, ao invés de mediar e amenizar esses conflitos, deixa de lado suas responsabilidades, potencializando os conflitos, que neste domingo vimos chegar ao extremo de um assassinato”, finaliza a nota. 

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Polícia prende homem que mantinha a esposa em cárcere privado há 8 anos

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No bilhete, a mulher diz que sofria agressões e violência psicológica, além de só poder usar o celular ao lado do criminoso

Rio – A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira, no bairro Rio da Prata em Campo Grande, Zona Oeste da cidade, um homem de 49 anos, que não teve o nome divulgado, suspeito de manter a própria esposa em cárcere privado há pelo menos oito anos. De acordo com agentes, a prisão aconteceu após equipes receberem uma carta da vítima pedindo ajuda.

No bilhete, a mulher diz que vem sofrendo agressões físicas e violência psicológica e relata que não pode sair de casa. Além disso, ela escreve que só pode usar o celular enquanto está ao lado do criminoso, que regula o tempo em que o aparelho pode ficar ligado. 

Após investigações, a polícia encontrou o suspeito em sua casa. Ele foi preso e encaminhado a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) da região, onde responderá pelo crime de cárcere privado. 

A vítima foi libertada e passa bem. 


(*O Dia)

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