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Milhares saem às ruas na Espanha em protesto contra separação da Catalunha

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Em Madri, dezenas de milhares de pessoas protestaram contra o primeiro-ministro da Espanha e separatistas
Reprodução/Twitter

Em Madri, dezenas de milhares de pessoas protestaram contra o primeiro-ministro da Espanha e separatistas

A Espanha teve hoje (10) dois protestos, um na capital, Madri, e outro em Santiago de Compostela, noroeste do país. Em Madri, dezenas de milhares de pessoas protestaram contra o primeiro-ministro do país, Pedro Sánchez (PSOE), defenderam a unidade da Espanha e eleições gerais. O ato foi convocado pelos partidos de direita e extrema-direita PP, Ciudadanos e Vox.

O protesto foi uma resposta à posição de Sánchez de aceitar dialogar com separatistas da Catalunha. Ontem (9), o primeiro-ministro da Espanha afirmou que, a despeito disso, não aceitaria o resultado de um referendo para votar a independência do estado. Forças separatistas têm pleito antigo nesse sentido e em 2017 tentaram declarar independência, sem sucesso.

Os organizadores do ato afirmaram, em manifesto lido no evento, “seu profundo rechaço à traição perpetrada pelo governo da Espanha na Catalunha ”. Segundo eles, o governo “cedeu à chantagem daqueles que querem destruir a convivência cidadã no país”. Em falas no protesto, condenaram o fato de Sánchez ter cedido a exigências dos separatistas para viabilizar a aprovação do orçamento geral do país.

Ao fazer isso, acrescentaram, o primeiro-ministro teria descumprido sua obrigação de resguardar a ordem constitucional do país e renunciado à preservação da unidade nacional. Caberia apenas ao conjunto do povo espanhol decidir sobre aspectos nesse sentido, inclusive sobre “o que é a Espanha e o que pode deixar de ser a Espanha”.

A partir desse conjunto de críticas, e rejeitando o aceite ou concessões do governo ao avanço e à concretização do processo de separação pretendido por grupos catalães, os partidos de direita incluíram como pauta do protesto a convocação de eleições gerais imediatamente.

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A pouco mais de 600 quilômetros, em Santiago de Compostela, no estado da Galícia, outro protesto reuniu milhares de pessoas. A pauta central era a defesa do sistema de saúde pública do estado contra propostas que, segundo os autores da manifestação , podem gerar prejuízos aos usuários ou o seu desmonte.

Contudo, em falas duranre a manifestação e nas redes sociais, apoiadores estabeleceram uma contraposição entre os dois atos, rejeitando o protesto em Madri por críticas aos partidos de direita e enaltecendo a atividade em Santiago.

Na rede social Twitter, o primeiro-ministro Pedro Sánchez ressaltou que o governo “trabalha pela unidade da Espanha e que isso significa unir os espanhóis, e não enfrentá-los, como fazem as direitas”. Segundo o primeiro-ministro, a democracia envolve muitas alternativas. “E a nossa é convivência, lei e diálogo na Catalunha”.

* Com informações da Agência Brasil.

Fonte: IG Mundo
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Nacional

Da suspeita de laranjas em eleição à provável demissão, entenda o caso Bebianno

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Um dos maiores aliados de Jair Bolsonaro na campanha que elegeu o ex-deputado federal, o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência da República, está muito perto de deixar o governo. De acordo com dois interlocutores do Planalto ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo ,  a  exoneração de Bebianno já foi assinada pelo presidente e será publicada no Diário Oficial da União na próxima segunda-feira (18).

Se o resultado da crise provocada pelo caso Bebianno  for mesmo a saída do ministro, o próprio  Bebianno já parece conformado ao dizer neste sábado (16), em entrevista ao jornal A Folha de S. Paulo , que a “tendência é essa, exoneração”, mas que aguarda o documento oficial: “Eu quero ver o papel com a exoneração, a hora em que sair o papel com a exoneração é porque eu fui exonerado”.


Caso Bebianno abre crise no governo menos de dois meses após a posse
Fernando Frazão/Agência Brasil – 18.10.18

Caso Bebianno abre crise no governo menos de dois meses após a posse

A crise envolvendo o nome de Gustavo Bebianno teve início há alguns dias quando a 
Folha publicou uma reportagem
que revelou um repasse de R$ 400 mil do PSL, partido dele e do presidente Jair Bolsonaro , para uma candidata a deputada federal pela sigla em Pernambuco.

A candidata, Maria de Lourdes Paixão, recebeu apenas 274 votos, mas abocanhou o terceiro maior repasse do fundo partidário do PSL nas eleições. Dos R$ 400 mil, R$ 380 mil foram gastos em uma gráfica que, segundo a Folha , não existe. Na época, Bebianno era presidente do PSL e responsável por autorizar os repasses para os candidatos.

Diante dessas informações, há a suspeita de que a candidatura de Maria tenha sido uma “candidatura laranja”, ou seja, não havia a intenção real de eleger a candidata, mas a de, possivelmente, desviar dinheiro público do fundo partidário. Para você entender a crise que tem afetado o governo Bolsonaro, confira a cronologia do caso Bebianno .

Leia mais:  Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua primeira viagem internacional

Caso Bebianno: ministro é chamado de mentiroso


Bebianno e Carlos Bolsonaro
iG Arte/Agência Brasil e Instagram

Bebianno e Carlos Bolsonaro

Após rumores no Palácio do Planalto sobre uma suposta nova crise desencadeada no governo federal protagonizada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno afirmou à imprensa que “não existia crise nenhuma” e que, na terça-feira (12), teria falado três vezes com o presidente Jair Bolsonaro. Porém, nesta quarta-feira (13), o vereador  Carlos Bolsonaro desmentiu o ministro em uma rede social. 

“Não existe crise nenhuma. Só hoje falei três vezes com o presidente”, declarou Bebianno ao jornal O Globo , negando ser motivo de instabilidade no executivo. Mas hoje, Carlos Bolsonaro afirmou que tal declaração é uma “mentira absoluta”, pois esteve o dia inteiro ao lado do pai –no Hospital Albert Einstein, onde estava internado até a tarde de hoje , em São Paulo – e não presenciou qualquer conversa entre o presidente e o seu ministro. 

Caso Bebianno: políticos comentam e questionam


Janaína Paschoal (PSL) comentou neste sábado (16) a eminente exoneração do ministro da Secretaria-Geral do Governo, Gustavo Bebianno.
Marcos Oliveira/Agência Senado

Janaína Paschoal (PSL) comentou neste sábado (16) a eminente exoneração do ministro da Secretaria-Geral do Governo, Gustavo Bebianno.

A deputada estadual por São Paulo Janaína Paschoal (PSL) comentou neste sábado (16) a eminente exoneração do ministro da Secretaria-Geral do Governo, Gustavo Bebianno . Para a parlamentar, o motivo do afastamento do ministro não está claro e ressaltou que “um líder precisa adotar critérios minimamente claros”.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também se pronunciou sobre o caso Benianno , criticando o governo de Jair Bolsonaro (PSL) nesta quinta-feira (15). Em sua conta do Twitter, FHC afirmou que o atual governo é “desordenado” e que “está abusando”. 

Caso Bebianno: desfecho e provável exoneração


 “O partido tem de ter consciência. Não são todos, é uma minoria. Logo depois da minha eleição, eu dei carta branca para apurar qualquer tipo de crime de corrupção e lavagem de dinheiro.”; afirmou Jair Bolsonaro
Alan Santos / PR

“O partido tem de ter consciência. Não são todos, é uma minoria. Logo depois da minha eleição, eu dei carta branca para apurar qualquer tipo de crime de corrupção e lavagem de dinheiro.”; afirmou Jair Bolsonaro

Bolsonaro reiterou que é uma “minoria” dentro do partido que está sob suspeita e que Moro tem “carta branca” para investigar o caso. “O partido tem de ter consciência. Não são todos, é uma minoria. Logo depois da minha eleição, eu dei carta branca para apurar qualquer tipo de crime de corrupção e lavagem de dinheiro.”

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De acordo com informações dadas por fontes aos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo , logo após a reunião, Bolsonaro teria informado à sua equipe a demissão de Gustavo Bebianno . Mais tarde, o ministro teria confirmado a saída à seus aliados .

O desfecho do caso Benianno  será a provável exoneração do ministro, que deverá ser oficializada na segunda-feira (18).

Fonte: IG Nacional
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