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Mercedes de vocalista do Maroon 5 deverá ser leiloado por mais de US$ 1 milhão

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300SL
Divulgação

O Mercedes-Benz 300SL já foi branco, mas um dono optou por pintá-lo de prata em meados de 1990

Vocalista do Maroon 5 e jurado do The Voice americano, Adam Levine tem um excelente gosto para carros. O artista colocou o seu Mercedes-Benz 300 SL Gullwing de 1955 no famoso leilão da RM Sotherby. E mesmo que você não seja um fã da banda, vai querer conferir esta supermáquina alemã.

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De acordo com a RM Sotherby, o carro foi originalmente projetado com carroceria branca e interior revestido em tonalidade azul. Em meados de 1990, um antigo dono decidiu mudar o arranjo da pintura para prata, e revestiu o interior em preto. Durante os anos em que esteve na posse de Adam Levine, o artista decidiu restaurar o revestimento original, em azul. A pintura do Mercedes-Benz 300SL permanece em tonalidade prata.

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Apesar de não estar com a cor original, o carro está perfeito em sua integralidade. Todas as etiquetas e números no motor batem com o chassi. O modelo de Levine será levado para Fort Lauderdale, na Flórida, onde a RM Sotherby espera arrematar algo na casa de US$ 1,4 milhão (R$ 5,4 mi, em uma conversão simples).

Um Mercedes-Benz 300SL mais que especial


Mercedes-Benz 300 SL 1954
Reprodução/Carscoops

Este Mercedes-Benz 300SL ficou abandonado por mais de 50 anos, até ser encontrado e restaurado

Vale lembrar que o 300SL de meados dos anos 50 foi o primeiro carro do mundo a ser equipado com motor com injeção de gasolina, sem carburador. O sistema é mecânico, que funciona sem auxílio da eletrônica, mas já contribui com o desempenho do motor de nada desprezíveis 215 cv a altos 5.800 rpm.

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Dá pra acreditar que um carro desse pode ficar esquecido por 50 anos? Pois aconteceu! O modelo da imagem acima é de 1954 e tem chassi número 43, licenciado por apenas 10 anos. Depois disso, ficou parado em Miami (EUA), com todos os itens originais, inclusive alguns curiosos, como o interior com revestimento cinza.

De acordo com as informações da fabricante, o raro Mercedes-Benz 300SL tinha pintura original azul claro, mas teve que ser repintado em algum momento em meados dos anos 60, sem acabamento. Portanto, desde então, o carro ficou a carroceria fosca.

Fonte: IG Carros
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Renault Zoe 2019: primeiras impressões do modelo elétrico na cidade

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Renault Zoe
Cauê Lira/iG Carros

O Renault Zoe parte de R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Seus rivais são Chevrolet Bolt e Nissan Leaf

Já andei em uma boa variedade de veículos elétricos nos últimos anos, entre os quais posso enumerar Chevrolet Bolt , Nissan Leaf e Fiat 500e. O Renault Zoe permanecía como incógnita, mesmo sendo um dos carros eletrificados mais vendidos na Europa. Apresentado no Salão do Automóvel 2018, o modelo já emplacou mais de 20 unidades no Brasil, e a marca francesa está muito interessada em finalmente consagrá-lo por aqui.

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Uma das estratégias para o Renault Zoe inclui o lançamento de uma nova plataforma de car-sharing que, inicialmente, será utilizada por funcionários do projeto Cubo, do Itaú. Trata-se de um grupo de start-ups erradicadas na zona sul de São Paulo, que buscam soluções de mobilidade para o futuro. Entre elas, a Joycar, líder em carro compartilhado no Brasil.

De acordo com Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil, a intenção é iniciar o car-sharing com o Zoe e estendê-lo para outros veículos da marca, como Duster, Captur, Oroch e Kangoo. É um debate interessante, uma vez que a maneira como interpretamos a mobilidade nos dias de hoje está fadada ao desuso em algumas décadas.

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Em breve, você não precisará comprar um carro próprio. No lugar disso, as fabricantes poderão disponibilizar um pacote de assinaturas de acordo com a sua necessidade semanal. Precisa de um carro para ir ao trabalho? O trio Zoe, Leaf e Sandero pode satisfazer suas necessidades. Quer fazer uma mudança e precisa de um veículo com caçamba? Invista na Oroch. Para viagens, talvez um Captur ou o próprio Logan.

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É um debate inteligente que soluciona muitos dos problemas de mobilidade dos dias de hoje. Entre eles, o trânsito, poluição e otimização de espaço. Mas voltemos ao Zoe.

Combustão? Nunca mais

De acordo com a ONG Observatório do Clima, a emissão de gases tóxicos responsáveis pelo efeito estufa teve o maior crescimento em treze anos, apenas no período entre 2015 e 2016. Nos últimos dois anos, foram 2,6 milhões de toneladas de CO2 enviados à atmosfera apenas no Brasil.

O combustível fóssil também é um recurso finito, além de ser uma das principais causas dos danos na camada de ozônio. Esses impactos já são sentidos nos meios urbanos e na natureza. A cidade de Linfen, na China, é conhecida por ser a mais poluída do mundo, onde há uma densa névoa de fumaça e as pessoas precisam andar com máscaras para amenizar os problemas respiratórios.

Nem precisamos ir tão longe para sentir as consequências. De acordo com um estudo divulgado pelo Instituto de Saúde e Sustentabilidade do Rio de Janeiro, a poluição no trânsito já mata mais que acidentes de carro na cidade. Entre 2006 e 2012, o levantamento mostrou que 36.194 mil pessoas morreram de problemas respiratórios, enquanto apenas 16.441 estiveram envolvidas em fatalidade de trânsito.

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O Zoe é um veículo simples e apertado, na mesma filosofia dos subcompactos que visam mais a funcionalidade que qualquer outra característica. Com o carro cheio durante um breve passeio pela zona sul de São Paulo, os três adultos no banco de trás tiveram dificuldades para se acomodar.

O acabamento interno também não abre sorrisos, ainda que o Zoe seja bem montado. Seu painel é simples e lembra o Sandero, além do cluster digital com poucas opções de customização (mostra apenas autonomia, velocidade e odômetro).

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Por outro lado, seus 92 cv se mostraram suficientes para rodar com cinco adultos a bordo. Acionando o modo econômico, o Zoe é capaz de utilizar a energia cinética que seria perdida durante as frenagens para recarregar a bateria. Neste processo, ganha-se alguns quilômetros de autonomia. De acordo com a Renault, o Zoe é capaz de rodar por 300 km com “tanque cheio”.

A suspensão do Renault Zoe trabalha bem na cidade, com acerto um pouco mais rígido que enfrenta os obstáculos urbanos com louvor. A brincadeira é cara, custando R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Para um carro que, na Europa, tem o preço da versão mais cara do Clio, é bem salgado. Mas fica o respaldo para a Renault, que em vinte anos continuará enaltecendo o legado do Zoe como um dos primeiros veículos elétricos do Brasil.

Fonte: IG Carros
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