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MEC anula edital que permitia erros e ausência de fontes em livros didáticos

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Ricardo Vélez Rodríguez, ministro da Educação, anulou edital que modificava exigências para livros didáticos
Luís Fontes/MEC

Ricardo Vélez Rodríguez, ministro da Educação, anulou edital que modificava exigências para livros didáticos

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, decidiu anular as mudanças no  edital que permitia que erros e informações sem fontes fizessem partes dos livros didáticos brasileiros a partir de 2020. Por meio de nota, o MEC afirmou que houve um equívoco da gestão anterior, vinda do governo Michel Temer.

Por meio do twitter, tanto o ministro da Educação como o presidente Jair Bolsonaro afirmaram que a culpa pelos erros não foi da atual gestão do País, mas que não há mais chances de o edital entrar em vigor.

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“O ministro Ricardo Vélez Rodríguez decidiu tornar sem efeito o 5º Aviso de Retificação do edital do PNLD 2020, publicado no dia 2 de janeiro, tendo em vista os erros que foram detectados no documento cuja produção foi realizada pela gestão anterior do MEC”, diz o Ministério por meio de nota.

No seu Twitter, Bolsonaro ampliou a discussão e atacou a última gestão do MEC e, segundo ele, agiu para corrigir um erro. “A referida medida foi feita pelo governo anterior e corrigida por nós”, escreveu o presidente.

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O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) sempre foi rígido com relação à escolha dos livros didáticos, que são entregues para as séries de 6º ao 9º ano. Com as mudanças publicadas no dia 2 de janeiro pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, do Ministério da Educaçao (MEC), os livros que foram enviados em novembro seriam avaliados de acordo com o edital já alterado neste semestre e as editoras seriam comunicadas.

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O edital retirava das obrigações, por exemplo, que materiais que tivessem erros em mais de 10% das páginas fossem desclassificados da seleção do governo.

“O MEC reitera o compromisso com a educação de forma igualitária para toda a população brasileira e desmente qualquer informação de que o Governo Bolsonaro ou o ministro da Educação Ricardo Vélez decidiram retirar trechos que tratavam sobre correção de erros nas publicações, violência contra a mulher, publicidade e quilombolas de forma proposital”, finalizou a nota. 

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Governo chileno sugere que mulheres usem “vestido curto” em almoço com Bolsonaro

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Deputada do partido de oposição se indigna com recomendação do governo chileno para que mulheres usem
Reprodução/Twitter/Maite Orsini Pascal

Deputada do partido de oposição se indigna com recomendação do governo chileno para que mulheres usem “vestido curto”

Um convite enviado pelo governo chileno aos seus políticos está causando alvoroço e indignação nas redes sociais. Durante almoço oficial com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), agendado para o próximo sábado (23), foi recomendado que homens usassem “terno escuro ou equivalente”, enquanto as mulheres deveriam usar um “vestido curto”.

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O detalhe na carta assinada pelo presidente do Chile, Sebastián Piñera, e pela primeira-dama, Cecilia Morel, foi percebido pela deputada chilena Maite Orsini Pascal, do partido de oposição Revolução Democrática, que afirmou que a sugestão do  vestido curto era “inaceitável”.

Nas redes sociais, a deputada postou fotos do documento recebido e comentou: “Não só o governo decide receber com honras um presidente xenofóbico e machista, como também pede para que as deputadas da república, que somos convidadas, irmos com ‘vestido curto’. Este é o @sebastianpinera que diz aceitar demandas feministas, mas envia um convite oficial que segue em 1800”.


Documento recomenda que mulheres usem
Reprodução/Twitter/Maite Orsini Pascal

Documento recomenda que mulheres usem “vestido curto”; governo do Chile aponta que parlamentar estava “desinformada”

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Em resposta, a porta-voz do governo, Cecilia Pérez, afirmou em entrevista à CNN do Chile que “vestido curto” não significa “minissaia” e sim, uma forma de explicar que as mulheres não precisam comparecer à reunião usando vestido de gala. A porta-voz ainda apontou que esse é um “protocolo de muitos anos e que muitos governos, inclusive os de que esquerda, já usaram”.

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Da mesma forma concordaram o Diretor-Geral de protocolo do Ministério de Relações Exteriores do Chile, Frank Tressler, e o conservador Mario Desbordes, do partido Renovação Nacional, que reforçaram a existência de um protocolo que regulamenta o traje e, por isso, a parlamentar estaria “desinformada”.

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De acordo com o artigo 15 do Regulamento Cerimonial Público e Protocolo de Estado, assinado pela ex-presidente Michelle Bachelet, em 2016, na “cerimônia de apresentação das Credenciais, as roupas podem ser um traje nacional ou terno de cor escura e, para mulheres, vestido curto ou roupas nacionais”.

Fonte: IG Política
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