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Política

MDB quer manter Presidência do Senado e não está negociando cargos, diz Jucá

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Romero Jucá ressaltou a posição de independência do partido em relação ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro
Pedro França/Agência Senado – 6.8.2014

Romero Jucá ressaltou a posição de independência do partido em relação ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro

O presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá (RR), afirmou nesta quarta-feira (7) que o partido quer manter a Presidência do Senado . A sigla é a maior bancada da Casa e, segundo Jucá, o nome para disputar a vaga deve ser definido no fim de janeiro.

“Não seremos caudatário de ninguém”, escreveu Romero Jucá em uma rede social. O presidente do MDB também ressaltou a posição de independência do partido em relação ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. “O partido não está conversando e não vai conversar com o novo governo sobre cargos”, disse Jucá no Twitter. E completou: “O MDB vai se posicionar pela democracia e pelas liberdades individuais e coletivas”.

Nesta quarta-feira (7), o MDB lançou o documento O Caminho do Futuro, que faz um balanço das medidas tomadas pelo governo do presidente Michel Temer, critica o PT e aponta estratégias de desenvolvimento para o país.  O documento afirma que “a economia brasileira hoje é muito diferente da que encontramos em 2016”, quando Temer assumiu o Palácio do Planalto.

De acordo com o documento, após o país ter superado a recessão de 2017, a expectativa é de que em 2018 “o crescimento estará em volta de 1,4%, ainda muito abaixo do atual potencial da economia”. Para 2019 projeta um crescimento superior a 2,5% e, para isso, destaca que o país tem inflação e juros baixos, além de um plano de ajuste fiscal.

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A principal tarefa do país, segundo o MDB, é recuperar os postos de trabalho perdidos e criar novos empregos para os jovens que entram no mercado. O texto destaca também que o governo atual tomou medidas para gerar empregos, por meio da reforma trabalhista.

O Caminho do Futuro cita ainda a necessidade de aprovação da reforma da Previdência e da redução dos custos com o funcionalismo público, sob o argumento de que as despesas obrigatórias representam 75% dos gastos da União.

Para o MDB, o governo Temer evitou “o abismo para onde caminhávamos” e iniciou a reversão da trajetória da economia. “Este é um legado que pertence à nação e que não pode ser desperdiçado. Não fomos tão longe quanto pretendíamos”, afirma o documento, citando como obstáculos a desorganização do sistema político e algumas intervenções do Judiciário.

Ao avaliar as eleições de outubro, o MDB critica o antigo aliado: “O resultado das eleições mostrou que a sociedade rejeitou quem se propôs a retroceder e fazer o caminho de volta ao passado. Foi, entre outras coisas, um claro veredicto sobre as políticas econômicas da era PT”.

Segundo Romero Jucá, o documento confirma a posição de independência do MDB em relação ao novo governo. “Isso não é neutralidade, mas defender o que acreditamos”, argumentou o senador, que não foi reeleito.

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Política

TSE dá 3 dias para Bolsonaro esclarecer ‘inconsistências’ em contas da campanha

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Segundo o relatório final, a campanha de Bolsonaro teve R$ 4,377 milhões em receitas
Divulgação/ Facebook Jair Messias Bolsonaro

Segundo o relatório final, a campanha de Bolsonaro teve R$ 4,377 milhões em receitas

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luís Roberto Barroso concedeu nesta terça-feira (13) prazo de três dias para a defesa do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) apresentar manifestação sobre as inconsistências encontradas na prestação de contas da campanha de Bolsonaro.

Ao analisar preliminarmente as contas da campanha de Bolsonaro , o TSE encontrou 23 inconsistências sobre despesas com conteúdo digital, serviços contábeis, recebimento de R$ 5,2 mil de fonte vedada, entre outros.

Segundo o relatório final, a campanha do presidente eleito teve R$ 4,377 milhões em receitas, sendo R$ 3.728 milhões recebidos na modalidade “financiamento coletivo”. A campanha informou não ter gasto recursos do Fundo Especial de Financiamento, mantido com recursos públicos.

Ainda de acordo com a assessoria técnicas do TSE , as “inconsistências” encontradas na declaração de gastos da campanha do presidente eleito foram descobertas por meio de técnicas de cruzamento de dados, análise de documentos, exames de registros e correção das informações declaradas pela campanha com a de outras declarações, além de informações voluntariamente enviadas à Justiça Eleitoral por vários prestadores de serviço.

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Os técnicos do TSE também fazem questão de esclarecer que “o exame técnico e as diligências ora apresentadas não afastam que outros questionamentos possam ser motivados pela unidade técnica”.

Para ser diplomado pela Corte no dia 10 de dezembro e estar apto para tomar posse no dia 1º de janeiro, a regularidade da prestação de contas precisa ser julgada pelo TSE.

A diplomação de Bolsonaro, inclusive, foi antecipada pelo TSE a pedido da própria equipe do presidente eleito já que este realizará uma cirurgia no dia 12 de dezembro para a retirada de uma bolsa de colostomia colocada após o então candidato sofrer um atentado à faca durante um ato de campanha ainda no primeiro turno da disputa presidencial que perfurou o seu intestino.

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Até por isso, em contrapartida, o próprio TSE pediu para a campanha de Bolsonaro  que também  antecipasse a prestação de contas que tem como prazo limite o dia 17 de novembro para ser realizada para que assim, houvesse tempo hábil para que todo o procedimento do julgamento fosse realizado e a diplomação pudesse ocorrer na data desejada pelo presidente eleito.

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