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Marc Jacobs apoia manifestantes após ter loja atacada em atos contra o racismo

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Nos últimos dias, após a morte de George Floydprotestos contra o racismo e a violência policial tomaram as ruas de cidades dos Estados Unidos. Além de ocupar vias, manifestantes atacaram lojas, quebrando vitrines, pichando muros e levando produtos. Marc Jacobs foi um dos estilistas que teve sua boutique atacada, porém, ele se posicionou a favor dos manifestantes. 

marc jacobs
Flicker/g.6sou

O estilista apoiou a ação dos manifestantes nos protestos contra o racismo e a violência policial

No Instagram, Marc Jacobs  argumentou que a violência sofrida pela população negra há anos não se compara ao que aconteceu com os estabelecimentos.

“Nunca deixe te convencerem que vidros ou propriedades destruídas é violência. Fome é violência. Não ter casa é violência. Guerra é violência. Soltar bombas em pessoas é violência. Racismo é violência. Supremacia branca é violência. Pobreza é violência. A contaminação do lençol freático para obtenção de lucro é violência. Propriedade pode ser substituída. Vidas humanas, não”, compartilhou o estilista.

A autoria original do texto é do perfil FirstSevenDesignLabs, mas foi repostado por Marc na rede social.

Leia também: #VidasNegrasImportam: como ser antirracista na prática?

Ele ainda compartilhou que na loja de Los Angeles, na Califórnia, os nomes de Sandra Bland e George Floyd foram pichados e sobrepostos ao da grife. Sandra, 28 anos, foi detida no Texas por uma infração de trânsito. Ao ser abordada, acendeu um cigarro e se recusou a apagá-lo. Ela foi presa acusada e acusada de agredir um policial após protestar contra a operação. Depois, se matou na prisão.

Na legenda da publicação, o estilista escreveu: “Uma vida não pode ser substituída. Vidas negras importam”.

Fonte: IG Mulher

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Atriz conta que foi estuprada por diretor: ‘Me enganou, me drogou e me estuprou’

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Atriz com passagens pela “Malhação” da Globo e pela Record, Juliana Lohmann carregou nos últimos 12 anos um trauma que sofreu quando tinha 18 anos: ela foi estuprada por um diretor famoso em São Paulo.

“Fui convidada para fazer um teste por um famoso que dirigia seu primeiro longa. Ele me ligou e me chamou diretamente. Era em São Paulo e eu sou do Rio de Janeiro. Perguntei se podia levar minha mãe. Não, ele não poderia pagar mais uma passagem. Pediu desculpas. Fui mesmo assim. Era a primeira vez que viajava sozinha, me senti uma desbravadora de novos horizontes pronta para fazer cinema. Passei a madrugada estudando a personagem, cheguei com a cabeça cheia de ideias e perguntas”, começa a contar em entrevista à revista Claudia.

Juliana Lohmann

Instagram Atriz Juliana Lohmann conta à Claudia que sofreu estupro

Juliana lembra que se instalou no mesmo hotel, onde o tal diretor, que ela não revela o nome, tinha um apart e os dois passaram textos juntos até que ele sugeriu o uso da maconha para era que a cena fosse relida com mais ‘loucura’ e ‘novas nuances’.

“Fiquei reticente, mas acabei aceitando. Dizer não para um diretor não é algo que uma atriz de dezoito anos sabe exatamente fazer. Um trago foi o suficiente pra que eu ficasse completamente chapada. Em determinado momento, percebi que o contato que ele fazia comigo excedia o profissional. Minha inexperiência com a erva não me deixou em condições de avaliar com mais clareza o que de fato tava acontecendo. Ele veio me beijar. Eu me assustei, disse que não queria. Foi uma completa surpresa acreditar que aquele homem, com sua boa imagem midiática de família margarina, se aventurar com outras mulheres. E ainda mais comigo”, relembra em depoimento à revista Claudia.

Ele tirou o roteiro da minha mão e me apertou com força contra o corpo dele. Eu pedi pra parar, mas ele me apertou mais forte. Fiz força para sair e não consegui. Imobilizada, eu disse que ia gritar. Ele respondeu em um tom doce que, se eu gritasse, ninguém iria ouvir. Eu fui tentando respirar e acalmar o pânico do pensamento de que eu estava a centenas de quilômetros de casa. Entendi que não tinha saída. Fiquei quieta. Fiz o que ele queria”, completa.

“Este diretor usou de sua posição de poder, não só por ser um homem branco muito mais velho, mas principalmente por ser o diretor do filme, responsável por decidir se eu trabalharia ali ou não. Eu, uma atriz de dezoito anos recém-feitos e que ainda começava a entender como me posicionar profissionalmente sem minha mãe por perto. Ele me enganou, me drogou e me estuprou, violando sexual e deixando marcas que carregarei pro resto da vida”, finaliza.


Fonte: IG Mulher

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