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Maníaco decepa pênis de parceiros e joga no lixo

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Uma terceira vítima teve o órgão sexual ferido, mas escapou antes que fosse cortado totalmente

PRESIDENTE VENCESLAU (SP) – Um homem decepou e jogou no lixo os órgãos sexuais de dois homens que fizeram programas com ele, em Presidente Venceslau, interior de São Paulo. Uma terceira vítima teve o pênis ferido, mas escapou antes que fosse cortado totalmente. Os ataques aconteceram entre 31 de dezembro e 1º de janeiro deste ano e uma das vítimas ainda está internada. O suspeito foi preso. O esclarecimento dos crimes foi anunciado nesta sexta-feira, 11, em entrevista coletiva, pela Polícia Civil da cidade.

Conforme o delegado Everson Aparecido Contelli, o mutilador escolhia vítimas em estado de vulnerabilidade – pessoas que estavam consumindo bebidas alcoólicas -, e as embriagava até que estivessem sem condições de reação. Em seguida, ele usava uma faca ou tesoura para decepar o pênis. Os dois primeiros ataques aconteceram no intervalo de poucas horas, próximo do centro de Presidente Venceslau. As vítimas foram encontradas em estado de choque. Levadas ao hospital, foi constatada a mutilação.

 

No terceiro ataque, a vítima, um homem de 50 anos reagiu e conseguiu escapar, na madrugada do dia 1º, numa praça da cidade. Ele pediu socorro e o agressor fugiu. Nos três casos, o ataque aconteceu quando o suspeito praticava sexo oral nas vítimas. De acordo com o delegado Adalberto Gonini Junior, que também atuou no caso, a investigação chegou ao suspeito depois de ouvir testemunhas e analisar imagens de câmeras, já que as vítimas, por estarem embriagadas na ocasião, não conseguiram fornecer uma boa descrição do agressor.

No depoimento, o mutilador disse que agiu depois de usar crack e não se recorda de como se deram os fatos. Ele contou ter acordado na casa em que morava sozinho, no dia seguinte, e achado os dois pênis cortados ao lado do colchão. O homem colocou os membros em um saco de lixo e colocou em frente da casa para ser levado pelo caminhão da coleta.

Conforme o delegado, o preso, de 43 anos, cumpria em regime aberto pena pela prática de crimes sexuais – ele abusara sexualmente de dois garotos. Conforme a Polícia Civil, testemunhas relataram que o suspeito era pessoa integrada à sociedade e trabalhava como faxineiro, cabeleireiro e cozinheiro. O homem vai responder a inquéritos por lesões corporais de natureza gravíssima.


(*Com informações do Estadão Conteúdo)

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Briga em velório acaba com dois mortos

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Uma confusão durante um velório terminou na morte de um jovem e um adolescente, de 18 e 17 anos, respectivamente. Uma das vítimas, Wemerson de Araújo, estava na rede com o filho quando foi atingida por um golpe de faca e, em seguida, de enxada. O crime foi cometido na Vila do Incra, em Porto Acre. O segundo rapaz também foi esfaqueado.

“Eles estavam em um velório e começou uma briga por causa de uma mulher lá. E nessa briga meu filho não estava, ele estava deitado nesse velório dentro de uma rede com o bebê dele dormindo. Ele acordou com a primeira facada, saiu da rede e correu, no que correu, deram uma enxadada na cabeça dele e ele já caiu na rua”, conta a mãe de Araújo, Maria Helena.

Ainda de acordo com ela, o filho teve a cabeça arrancada por um dos golpes de facão. Um outro adolescente, de 17 anos, também foi esfaqueado e levado ao pronto-socorro. Até o momento, três pessoas foram presas suspeitas de cometer o duplo homicídio. Um boletim de ocorrência foi registrado. O autor das facadas teria sido liberado, segundo a família das vítimas.

“O assassino saiu pela porta da frente. Fui falar com o delegado e ele mandou todo mundo calar a boca, se não ia matar a todos. Fomos na delegacia para pegar o documento e levar no IML. O cara mata e sai pela porta da frente. Como colocam um delegado desse? Que judia do pai da vítima. Secretário de Segurança, nós precisamos de respeito. Não somos vagabundos e o delegado precisa respeitar a nossa dor”, desabafou a mãe.

Delegado é denunciado

Quando a família questionou o delegado sobre a soltura do suspeito do crime, o agente começou a agredir e ameaçar os parentes. “Empurraram e bateram no meu outro filho. Dois policiais também colocaram a arma em cima da gente, sendo que só queremos os nossos direitos. Não fizemos nada de errado”, completa Soares.

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A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) disse que está apurando o caso e deve se posicionar posteriormente.

Fonte: G1

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