conecte-se conosco


Mulher

Mãe expõe estrias na barriga, vira modelo e incentiva outras mulheres

Publicado

em

A britânica Chelsea Outram, de 23 anos, ficou com muitas estrias na barriga depois de engravidar de Amara, que hoje tem três anos. Sem vergonha do seu corpo, ela faz sucesso no Instagram e atualmente faz trabalhos como modelo. Ela diz que continuará mostrando seu corpo de forma real para inspirar outras mulheres a se aceitarem e não cederem à pressão estética .


Chelsea Outram resolveu expor suas estrias na barriga no Instagram e muitas mães se sentiram representadas por ela
Reprodução/Instagram

Chelsea Outram resolveu expor suas estrias na barriga no Instagram e muitas mães se sentiram representadas por ela


Em entrevista ao portal britânico “The Sun”, a jovem conta que recebe muitos comentários ofensivos nas redes sociais. Ela diz que muitos seguidores criticam o corpo dela e muitas mulheres comentam que os homens não querem ver as estrias dela, mas a britânica deixa claro que não liga para as críticas e não tem que agradar os homens.  

Um dos comentários que Chelsea achou mais ofensivo diz o seguinte: “É por isso que você está solteira, os homens não querem ver esse tipo de barriga, faça apenas selfies”. Ela claramente não deixa isso barato e rebate: “Eu não faço isso para obter aprovação dos homens, é algo estritamente para ajudar as mulheres e mães quem estão lutando [contra os padrões]”.

Chelsea, que soma mais de 64,8 mil seguidores no Instagram e é uma influenciadora digital, mostrou pela primeira vez uma foto de suas estrias em agosto de 2017 e foi elogiada e considerada uma inspiração por outras mães. Toda essa repercussão fez com que ela continuasse mostrando seu corpo do jeito que ele realmente é.

Para a britânica, as pessoas enxergam os influenciadores como perfeitos e, por isso, os seguidores acham tão incrível o fato dela mostrar as “falhas” que possui e como ela aceita isso com muito amor-próprio. “No geral, a resposta que eu recebo toda vez que eu posto uma foto é incrível e me faz querer continuar postando mais fotos similares. Já teve mulheres que me disseram que eu as ajudei a superar a depressão”, conta a jovem.

Leia mais:  Milionária, Kylie Jenner abre mansão em Los Angeles e exibe detalhes dos cômodos

Estrias rendem trabalho como modelo


Com toda essa representatividade e aceitação, Chelsea foi abordada por uma agência de modelos pelo Instagram, mas ela ignorou a proposta por um ano porque achava que não seria aceita por ter engordado durante a gravidez. Como eles insistiram, e a mãe resolveu reponder que seu manequim havia aumentado e, para sua surpresa, a agência disse que a queria como modelo mesmo assim.

“Eles me contrataram como a primeira modelo com curva da agência e isso me fez sentir tão para cima que eu só pensava: ‘Eu posso ser um modelo tendo curvas e posso ter estrias”, comenta a mãe que chegou a odiar seu corpo após a gravidez, mas agora ama forma física.

Conseguindo muitos trabalhos, Chelsea se sente como uma referência para outras mulheres. “Estar nessa indústria é muita pressão, pois minha renda é baseada na minha aparência. Por outro lado, eu acho que quanto mais as pessoas reconhecem que ninguém é perfeito e que todos têm ‘falhas’ fica mais fácil para garotas como nós entrar nessa indústria.”

Leia também: Cinco corpos e mulheres diferentes, mas a mesma pressão estética

Ela não cogita fazer nenhum procedimento estético para diminuir as marcas que possui sua barriga. “Ao invés de remover, eu as mantenho. Minhas estrias estão me rendendo muitos contratos. Espero que, no verão, eu esteja postando fotos de minhas usando biquínis e desejo que isso ajude outras mulheres a abraçarem seus complexos”, finaliza.

Fonte: IG Delas
Comentários do Facebook
publicidade

Mulher

‘Tinja o cabelo’: aluna de medicina faz lista com vezes que sofreu com machismo

Publicado

em

Se você é mulher, certamente já ouviu frases como “Isso não é coisa de menina” ou “Você precisa se comportar como uma moça” quando pequena. Infelizmente, o machismo influencia a vida de uma mulher antes mesmo de ela nascer e isso não acaba quando ela cresce – ainda que seja completamente independente e se sinta plenamente pronta para enfrentar aquilo que disseram que ela não seria capaz de fazer. 

Leia também: Machismo: mulheres e meninas são consideradas menos inteligentes, diz estudo


Posts de Hanna relatando machismo no curso de medicina em sua página no Twitter
Reprodução/Twitter

Hanna relata machismo no curso de medicina em sua página no Twitter

Um exemplo disso foi compartilhado por uma estudante de medicina em sua conta no Twitter. Hanna Yard resolveu listar na rede social todas as vezes que ela foi vítima de machismo durante seu curso, tendo seus colegas e professores como principais opressores.

A jovem de 24 anos, que é de Southampton, usou a hashtag #everydaysexism (ou “#sexismodiário”, em tradução para o português) para fazer uma sequência de posts com comentários que ela e algumas amigas mais próximas ouviram enquanto estudantes mulheres de medicina.

Ela começa contando que já chegou a ouvir de um cirurgião a frase: “É legal finalmente ter algo para olhar através da mesa de operações”, quando eles iriam trabalhar juntos em um procedimento.

Também fala que, diversas vezes quando responde a alguma pergunta corretamente, escuta um “boa menina” de seus professores ou superiores. “Surpreendentemente, nunca ouvi um ‘bom menino’ sendo usado para nenhum dos meus colegas homens”.

Hanna diz que, uma vez, em sua terceira semana com uma equipe cirúrgica, ela chegou à clínica, de roupa social e usando um cordão vermelho brilhante onde estava escrito ‘Estudante de Medicina’ e ouviu o pessoal perguntando: “Você é uma das enfermeiras estudantis?”.

Leia mais:  Milionária, Kylie Jenner abre mansão em Los Angeles e exibe detalhes dos cômodos

E essa não foi a primeira vez que ela foi “confundida” com uma enfermeira. Ela foi referida dessa forma por médicos e pacientes, mesmo depois de se apresentar como médica-estudante, semanalmente.

A jovem também revelou que um colega do sexo masculino achou que seria engraçado dizer que ela estava no trabalho para “fazer sanduíches”. “Depois de me apresentar em uma enfermaria como aluna de medicina designada para a equipe do dia, ouvi um ‘Ela deve estar aqui para fazer os sanduíches’, seguido de gargalhadas da equipe masculina”.

Até seu cabelo loiro não escapou dos comentários sexistas. Além de o fato de ela ser referida toda hora como “loira” e não por seu nome durante uma semana, ela afirma que também chegou a ser orientada a tingir o cabelo quando chegou para se matricular na pós-graduação na Universidade de Bristol, em 2013.

Segundo Hannah, ela foi informada por um membro das equipes de admissão da universidade que precisava se certificar de que “se deparou com o caminho certo”. “Quando perguntei o que ele queria dizer, ele disse que para eu ser levada a sério na medicina, provavelmente precisaria pintar meu cabelo e ficar morena. Fiquei chocada! Não podia acreditar que alguém diria isso para mim.”

Leia também: Pilota de avião relata comentários machistas e abre debate sobre estereótipos

Homens não ouviriam os mesmos comentários


Médica loira vestindo jaleco, com feição séria e de braços cruzados
shutterstock

Estudante de medicina conta que foi orientada a tingir seu cabelo para “ser levada a sério”

Ao jornal britânico The Sun , ela conta que não conhece um único colega do sexo masculino que tenha sido confundido com uma enfermeira, chamado por algum apelido depreciativo ou referido como ‘algo legal de se olhar’.

Leia mais:  Tendências e dicas de como cuidar dos cabelos em 2019

“Se alguém na rua falava assim comigo, eu sempre revidava. Mas, quando estou no trabalho não tenho como fazer isso, porque pode afetar a minha carreira”, afirma. “Eu estudei por sete anos e mereço estar aqui”.

“As gerações mais velhas precisam ser educadas e entender que esse comportamento não é aceitável. Não são apenas os alunos que precisam lidar com isso, mas também os membros da equipe do hospital”, enfatiza.

Um porta-voz da Universidade de Bristol, onde o comentário sobre tingir o cabelo foi dito afirmou que a instituição está “totalmente comprometida em ser um lugar onde todos se sintam seguros, bem-vindos e respeitados” e lamentou o ocorrido. 

A Universidade de Cardiff também foi contatada para comentar. “Estamos extremamente preocupados com as alegações que foram feitas e encorajamos qualquer um que tenha experimentado qualquer uma dessas questões para levantá-las através do nosso procedimento formal de reclamações de estudantes”, relata em comunicado oficial.

‘Machismo não é piada’


Cirurgiã lança olhar para quem está vendo a imagem, enquanto médicos estão fazendo uma operação
shutterstock

Jovem também afirma que ouviu de um colega de profissão que com ela na sala de cirurgia ele teria “algo legal para olhar”

Adanna Anomneze-Collins, presidente da Associação de Estudantes de Medicina do Reino Unido para a Associação Médica Britânica (BMA), defende que “todo comportamento machista ou abusivo é totalmente inaceitável no local de trabalho médico moderno e não deve ser tolerado”.

“Para um  estudante de medicina , ser exposto a atitudes desatualizadas e desrespeitosas pode ter um efeito profundamente negativo, não apenas em seu bem-estar e saúde mental, mas também na forma como eles vêem a profissão em que estão prestes a entrar”, diz.

Ela ainda ressalta que com as mulheres ainda sub-representadas na medicina, “não podemos permitir que tal comportamento impeça médicas talentosas de seguir a carreira”. “A discriminação não apenas prejudica quem é alvo dela, mas cria um ambiente que não é atencioso, não dá suporte e não é colaborativo”.

Leia mais:  Tipos de casamento: como escolher o estilo ideal para você?

Para a presidente da Associação de Estudantes de Medicina do Reino Unido, o comportamento “sexista, desrespeitoso e discriminatório” não deve ser tolerado, e “os empregadores, educadores e corpos profissionais têm um papel a desempenhar para garantir isso”.

Hannah completou um curso de graduação em farmacologia e, em seguida, optou por continuar seus estudos na Universidade de Cardiff. Agora, ela está no quarto ano de um curso de medicina de pós-graduação e faz estágio em hospitais do sul do País de Gales.

Leia também: Internautas acusam Galvão Bueno de “mansplaining”, mas você sabe o que é isso?

Ao final do tópico no Twitter, Hannah escreveu que “o sexismo na medicina ainda é um problema e algo que não deve ser apenas aceito como ‘uma piada’”. Infelizmente, o machismo ainda é um problema que afeta a sociedade como um todo, e deve ser discutido para que mulheres se sintam confortáveis para serem e fazerem o que quiserem.

Fonte: IG Delas
Comentários do Facebook
Continue lendo
Direto de Brasília7 minutos atrás

Salles nomeia militares para acabar com “arcabouço ideológico” no Ministério

Jorge William/Agência O Globo O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não comentou nomeação de militares Seguindo orientação do presidente...

Direto de Brasília8 minutos atrás

Alan García deixou carta de despedida onde nega subornos e diz que cumpriu dever

Alexandre Moreira/Brazil Photo Press/Agencia O Globo Alan García deixou carta de despedida onde nega subornos e diz que cumpriu sua...

Direto de Brasília8 minutos atrás

Explosão em casas deixa dois mortos e três feridos em Pernambuco

Reprodução/TV Globo A explosão atingiu três casas em Camaragibe e duas delas foram completamente destruídas Um vazamento de gás provocou...

Direto de Brasília8 minutos atrás

Acidente com ônibus que ia para enterro de ex-presidente do Peru deixa 8 mortos

Reprodução Acidente com ônibus que ia para enterro do ex-presidente do Peru deixou vários mortos e feridos Pelo menos oito...

Mulher2 horas atrás

‘Tinja o cabelo’: aluna de medicina faz lista com vezes que sofreu com machismo

Se você é mulher, certamente já ouviu frases como “Isso não é coisa de menina” ou “Você precisa se comportar...

Entretenimento2 horas atrás

Túlio Gadelha faz trocadilho e se derrete por Fátima Bernardes

Curtindo uma folga do “Encontro”, Fátima Bernardes está aproveitando s sexta-feira (19) ao lado de seu namorado, Túlio Gadêlha. Em...

Entretenimento2 horas atrás

Mulher que inspirou “Invocação do Mal” morre ao 92 anos

Na noite de quinta (18) para sexta-feira (19) Lorraine Warren, investigadora paranormal que inspirou a franquia de filmes “Invocação do...

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

Mais Lidas da Semana