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Linhares registra 20 casos de dengue nos 10 primeiros dias de janeiro

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Média no município é de duas notificações da doença por dia.

LINHARES (ES) – O município linharense, na região Norte do Espírito Santo, registrou 20 casos de dengue nos 10 primeiros dias do ano, ou seja, são duas notificações por dia.

Em 2018, a Secretaria Municipal de Saúde de Linhares recebeu três mil notificações de casos de suspeita de dengue e 1.200 foram confirmados. Uma pessoa morreu com a forma mais grave da doença.

Um dos fatores para o aumento dos casos é o calor do verão, que possibilita a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypt.

A agente de endemias Eliana Alves orienta que a população mantenha a vigilência sobre locais que possam acumular água para prevenir a doença.

“Pedimos sempre para que as pessoas tirarem 10 minutos do dia para vistoriar o quintal e limpar possíveis criadouros de mosquito. Nesse tempo de verão é chuva e sol, então qualquer água parada pode servir para a proliferação do mosquito”, explica.

A supervisora geral de endemias Luzinete Urbano comentou que 2018 foi um ano atípico com aumento de notificação da doença e alertou para o descuido da população com os coidados para evitar a proliferação do mosquito.

“Tivemos um aumento considerável no número de notificações mesmo tendo um trabalho direcionado durante o ano. Nosso trabalho não é interrompido, ele é feito de janeiro a janeiro. Mas ainda temos pessoas adoecendo por descuido, porque estão dando o ambiente favorável para que o mosquito se prolifere”.


(*G1)

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Mais uma criança morre afogada em rio de Boa Esperança, noroeste do ES

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Ana Flávia, de três anos, estava com a família quando todos saíram da água para lanchar. No entanto, a criança voltou para o rio sem que ninguém percebesse e se afogou

Uma menina de três anos morreu afogada na tarde do último sábado (19), no Rio do Norte, em Boa Esperança, noroeste do Espírito Santo. Identificada apenas como Ana Flávia, ela foi a segunda criança vítima de afogamento só no mês de janeiro neste mesmo local.

Segundo a irmã do padrasto de Ana Flávia, Carla de Souza, a menina estava com a família no rio, quando todos saíram da água para lanchar, inclusive a criança. No entanto, Ana Flávia voltou para a água sem que ninguém percebesse e acabou sumindo.

“Foi algo muito rápido, coisa de segundo, ninguém percebeu. Estavam todos tomando banho de rio quando saíram da água para lanchar. Havia mais umas seis crianças e os pais destas crianças. A Ana Flávia foi retirada da água também, mas sem que ninguém percebesse ela retornou. Quando perceberam que ela não estava perto todo mundo saiu procurando. Mas ela já tinha sumido”, conta Carla.

Segundo Carla, os bombeiros foram acionados, mas quem encontrou o corpo da menina foram dois moradores da região.

“Quando perceberam a falta dela, quem sabia nadar pulou no rio e foi procurar. Mas ela só foi encontrada umas três horas depois, mais de 10 quilômetros longe de onde ela tinha entrado no rio. A mãe dela, que estava na beira do rio limpando peixe para eles comerem lá no local, ficou muito abalada. Estão todos sem chão com essa tragédia. Estavam em um passeio de família quando tudo aconteceu”, lamenta Carla.

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O sepultamento da menina Ana Flávia ainda não tem hora para acontecer porque, segundo a irmã do padastro da criança, o corpo da menina, que havia sido levado inicialmente para Linhares, precisou ser transferido para Vitória, para a conclusão de exames médicos.

“O corpo foi levado para Vitória para exames. Mas a informação que o médico passou para a família é que ela tem que ser enterrada hoje ainda. A gente acredita que o sepultamento deve acontecer por volta das 19 horas, mas ainda não temos essa confirmação”, disse Carla.

Outro caso de criança afogada no início do mês de janeiro em Boa Esperança
Iran Gil de Spuza estava de férias com a família quando se afogou ao entrar me uma cachoeira em Boa Esperança
Iran Gil de Spuza estava de férias com a família quando se afogou ao entrar me uma cachoeira em Boa Esperança
Foto: Reprodução Facebook

Um menino de 12 anos morreu afogado no Rio Norte, interior de Boa Esperança, no início do mês. O caso ocorreu por volta das 13 horas do dia 5, mas o corpo do garoto só foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros de Nova Venécia no dia seguinte. De acordo com a corporação, o corpo estava em um local de difícil acesso e foi recolhido por uma equipe de mergulhadores.

A família é de Sobradinho, distrito de Boa Esperança, mas tinha se mudado para Pavão, em Minas Gerais, há um ano. O Iran e a irmã passavam férias no Estado com o restante da família. A mãe dos dois veio de Minas para buscá-los e resolveu ir com eles à cachoeira. Segundo uma parente da família, que preferiu não se identificar, Iran Gil de Souza estava na cachoeira com a mãe e três tios, por volta das 13 horas. Ao entrar na água com um dos tios, o garoto tentou subir nas costas dele. No entanto, ele se desequilibrou, caiu na água e foi arrastado pela correnteza.

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(Gazeta on line)

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