conecte-se conosco


Direto de Brasília

Líder do DEM diz que governo não tem votos suficientes para nova Previdência

Publicado

em


Elmar Nascimento,
Alex Ferreira/Câmara dos Deputados
Líder do DEM, Elmar Nascimento acredita que faltam votos para aprovar a reforma da Previdência na Câmara


Após se reunir com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o líder do DEM na Câmara, deputado Elmar Nascimento (BA), afirmou que, se fosse hoje, o Executivo não teria os 308 votos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário da Câmara. O parlamentar ponderou que o governo tem demonstrado capacidade de articulação com o Legislativo. 

Leia também: Rodrigo Maia rompe relação com Major Vitor Hugo, líder do governo na Câmara

Porém, frisou que a proposta só passará na Casa se forem retiradas do texto da reforma da Previdência
as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC), que atende a uma parcela pobre da população formada por idosos e pessoas com deficiência, e no sistema de aposentadoria rural.

“Quanto mais rápido esses dois pontos forem retirados do texto, melhor. Vários partidos do centro já se posicionaram nesse sentido. Já é fato consumado”, declarou Nascimento, que se reuniu com Guedes acompanhado de 15 parlamentares de seu partido.

Leia também: Bolsonaro “é parceiro” em debate sobre reforma da Previdência, diz porta-voz

O líder do DEM
disse acreditar que a comissão especial que analisa a reforma da Previdência poderá votar a proposta antes mesmo da data estimada pelo governo, que é 15 de junho. A partir daí, o texto irá ao plenário da Câmara
. A condição é que a articulação política da equipe do presidente Jair Bolsonaro garanta o número de votos necessários para a aprovação.

“Hoje, o sentimento que nós temos é que não há 308 votos para aprovar a nova Previdência
. Eu diria que o processo de convencimento está sendo construído”, afirmou.

Leia mais:  Garis aprovam greve no Rio a partir da meia-noite desta sexta-feira

Fonte: IG Política
Comentários do Facebook
publicidade

Direto de Brasília

Crise do governo Macri aumenta após apagão geral deste domingo

Publicado

em

Mauricio MAcri
Divulgação
Mauricio Macri enfrenta protestos e crises na Argentina


O governo do presidente argentino, Mauricio Macri, já teve de lidar com a pior seca dos últimos 50 anos, uma desvalorização de mais de 300% do peso e continua às voltas com a sexta taxa de inflação mais alta do mundo, na região abaixo apenas da venezuelana. Agora, em palavras do próprio chefe de Estado, enfrentou um apagão “inédito” na História do país, que afetou todo o território nacional e estendeu-se ao Uruguai.

Leia também: Falha na rede de distribuição elétrica deixa Argentina e Uruguai no escuro

O episódio aconteceu em momentos em que a Casa Rosada promove o potencial da jazida de Vaca Muerta, na província de Neuquén, pela qual a Argentina é considerado o segundo país do mundo com mais recursos gasíferos e o quarto em petróleo não convencional. O país governado por Macri ficou às escuras, ampliando a lista de dores de cabeça para um presidente que pretende reeleger-se no final de outubro. 

Nas redes sociais, os comentários irônicos e críticas ao governo se multiplicaram. “Para evitar que tenhamos de jogar fora a comida da geladeira por culpa do apagão , Macri esvaziou a geladeira primeiro. Um visionário”, escreveu o internauta Sebastián Fernández, no Twitter.

Leia também: Bolsonaro afirma que ‘jamais viria à Argentina falar sobre política’

Como era esperado, o kirchnerismo não perdeu tempo e rapidamente foi às redes culpar Macri e atacar um dos lemas de campanha do macrismo: “Se Cristina voltar ao poder, a Argentina se transformará na Venezuela”. O pré-candidato à Presidência Alberto Fernández, companheiro de chapa da senadora e ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015), foi o encarregado de dar a alfinetada: “Subiram as tarifas tanto como seus amigos pediram e geraram o maior apagão da História. Não é Venezuela. É Argentina. Já chegou a hora de perceber isso”, escreveu Fernández em sua conta no Twitter.

Leia mais:  Chega a 39 o número de mortos em desabamento de ponte na Itália

Na mesma mensagem, o pré-candidato presidencial do kirchnerismo postou um vídeo no qual Macri afirma que “se nós não tivéssemos aumentado as tarifas (subsidiadas pelo kirchnerismo), teríamos ficado a um passo de virar a Venezuela”. O chamado tarifaço foi uma das primeiras medidas aplicadas pelo presidente após vencer as eleições de 2015, com o argumento de que o sistema herdado de Cristina era insustentável.

Leia também: Em acordo, Brasil estuda transferir submarinos à Argentina

De fato, a maioria dos analistas locais concorda em que a Argentina não podia continuar bancando tarifas muito abaixo da média regional  e que representavam um custo impossível de suportar pelo Estado. Alguns reajustes superaram 400%, incluindo energia elétrica e gás. Foi um duro golpe no bolso dos argentinos, sobretudo da classe média urbana, setor em que Macri, mostraram recentes pesquisas, perdeu muitos votos.

Como explicar, agora, para estes eleitores que estão em dúvida sobre voltar a apostar no macrismo que Vaca Muerta será a solução do futuro e que a política energética e tarifária de Macri tem lógica e resolverá os problemas que, segundo o atual governo, são responsabilidade do kirchnerismo? Mais um desafio para o presidente que, diante do real perigo de ser derrotado nas urnas, semana passada convidou um senador peronista para ser seu companheiro de chapa.

Vaca Muerta entusiasmou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em sua recente visita a Buenos Aires. O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, não se cansou de defender uma aliança energética entre os dois países para aproveitar a jazida argentina e tudo o que ela, segundo Guedes, pode favorecer o mercado brasileiro.

Ninguém imaginava que, menos de duas semanas depois, Macri estaria tentando explicar um apagão “inédito” na História argentina. E não faltaram os que relacionaram o desastre energético à aliança entre macrismo e um setor do peronismo. “A resposta na natureza à chapa Macri-Pichetto (senador Miguel Ángel Pichetto): chuvas, frio e apagão total”, brincou a internauta Ana Natalucci, no Twitter. 

Leia mais:  Mourão e líderes de mais 13 países vão à Colômbia discutir a crise na Venezuela

Fonte: IG Política
Comentários do Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie
Entretenimento1 minuto atrás

Taylor Swift e Katy Perry se abraçam e selam a paz em novo clipe

Bandeira branca, amor! Katy Perry e Taylor Swift, que já tinham feito as pazes publicamente, reforçaram que tudo está bem...

Entretenimento1 minuto atrás

Foto seminua de bailarina com marido é excluída do Instagram: “Gordofobia”

Thais Carla, ex-dançarina de Anitta, usou o Instagram para lamentar um caso que considerou ser “gordofobia velada”. No Dia dos...

Entretenimento1 minuto atrás

Solteira, Fernanda Paes Leme desabafa: “Está difícil se apaixonar”

Fernanda Paes Leme aproveitou o domingo (16) para responder a uma série de perguntas de seus fãs no Instagram. A...

Entretenimento1 minuto atrás

“Normal”, diz namorada sobre José de Abreu ser 52 anos mais velho

Carol Junger, namorada de José de Abreu, respondeu a algumas perguntas de seus seguidores sobre o relacionamento com o ator....

Entretenimento1 minuto atrás

Ana Paula Padrão é bloqueada pelo Instagram: “Odeio esse mundo estúpido”

Ana Paula Padrão resolveu desabafar no Instagram na noite desse domingo (16), mostrando seu descontentamento com a rede social. A...

Nacional1 minuto atrás

Presidente chinês fará primeira visita a Coreia do Norte em 14 anos

Foreign and Commonwealth Office Será o primeiro encontro de Xi Jinping, presidente da República Popular da China com Kim Jong-Un...

Nacional1 minuto atrás

Namorada de senador ganha cargo público e é promovida em menos de um mês

Reprodução Após demitir namorada, senador alegou que tinha se apaixonado por ela Em quatro meses, uma advogada foi contratada como...

São Mateus

Regional

Estadual

Nacional

Policial

Mais Lidas da Semana