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Lava Jato mira ex-presidente do Paraguai e doleiros

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Reuters

Ex-presidente do Paraguai

Operação do Ministério Público Federal ( MPF ) e da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta terça-feira, tem como alvo principal o ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes, que esteve no comando do país vizinho entre os anos de agosto de 2013 a agosto do ano passado. Cartes é ligado a Dario Messer, conhecido como o doleiro dos doleiros, preso em São Paulo em julho deste ano, após ficar 14 meses foragido.

Além do ex-presidente do Paraguai , foram expedidos mandados de prisão contra outras 18 pessoas. A operação é um desdobramento da Operação Câmbio, Desligo. Nela, foi preso Dario Messer, conhecido como “o doleiro dos doleiros”. A ação desta terça-feira, que esbarra ainda em esquemas de tráfico de armas e de contrabando de cigarro ilegal, foi desencadeada a partir da prisão de Messer.

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Os negócios de Cartes e Messer são monitorados por diferentes agências americanas há duas décadas a partir de Assunção e de Cidade do Leste, na divisa de Brasil, Paraguai e Argentina. A sociedade com o ex-presidente paraguaio foi confirmada por um antigo parceiro brasileiro de Messer, Lucio Bolonha Funaro, responsável pela lavagem de dinheiro de corrupção do grupo político liderado pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-Rio).

Messer seria um sócio oculto de Cartes no Banco Amambay, atual Banco Basa, conforme indicou a Comissão Bicameral de Investigação do Congresso paraguaio, em relatório em abril do ano passado. Com sede em Assunção, o banco detém 3% do total de depósitos bancários declarados no Paraguai e nasceu da Casa de Câmbio Amambay, fundada pelo pai de Cartes, Ramón, que, em 1989, cedeu a Messer parte do controle.

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Foi justamente nos anos 1990 que Messer ingressou nos negócios com dólares, graças a seu pai. Nessa época, Cartes era foragido da Justiça por evasão de divisas e foi acolhido no Rio por Mordko Messer, pai do doleiro dos doleiros. A partir dai, estava selada a parceria de longo prazo em operações de câmbio. Além de atuar no mercado de câmbio, o ex-presidente tornou-se um milionário da área do tabaco e comandou até time de futebol. Entrou na política em 2008, pelo partido Colorado, e cinco anos depois alcançou a Presidência da República no Paraguai.

Cartes já declarou certa vez que Messer, que tem cidadania paraguaia, é seu “irmão de alma”. Enquanto governou o Paraguai , os negócios do doleiro prosperaram. Um levantamento de bens feito pelo governo paraguaio mostra que Messer construiu um patrimônio de quase US$ 100 milhões.

Fonte: IG Mundo

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Viagem aérea: 55% dos passageiros vão esperar 6 meses pós-pandemia para viajar

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Agência Brasil

Pela pandemia, setor aéreo perdeu cerca de US$ 84 bilhões em 2020


Segundo pesquisa realizada pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), 55% de passageiros de 11 países afirmaram que só devem voltar a usar aviões seis meses após a estabilização da pandemia do novo coronavírus . Foram entrevistadas 4.700 pessoas que usaram serviços aéreos entre julho de 2019 e junho de 2020.


Dessa fatia, 36% informaram que esperariam seis meses, enquanto 14% devem esperar até um ano e 5% afirmaram não ter planos de usar avião nos próximos anos. Somente 12% afirmaram que não aguardariam a estabilização da Covid-19 no mundo para embarcar.

A pesquisa também abordou outros aspectos de segurança sanitária dos passageiros. Entre elas, a higienização das mãos em menor intervalo de tempo (77%), evitar aglomerações (71%) e utilizar máscara em ambientes públicos (67%).

Os passageiros também informaram a Iaca os momentos em que se sentiriam vulneráveis e propensos a serem infectados. Cerca de 65% têm medo de compartilhar o assento com uma pessoa positiva, 59% sentem receio de serem contaminados durante o deslocamento até o avião e 42% informaram que sentem risco nas filas de embarque e de check-in.

Trinta e sete por cento dos passageiros afirmam que se sentiriam mais seguros se as companhias aéreas realizarem triagem antes do embarque; 34% acreditam que é preciso tornar o uso de máscara obrigatório; e 33% afirma que é necessário manter distanciamento social nos assentos de passageiros.

O setor de viagens aéreas é um dos que foi diretamente impactados pela pandemia. O presidente da Iata, Alexandre de Juniac, afirma o déficit foi de US$ 84 bilhões.

Fonte: IG Mundo

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