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Internacional

Jovem é estuprada e pelo ex-namorado por se negar a perder virgindade

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Quando se aproximada de outro homem, homem a chamava de cadela, vagabunda ou prostituta.

Estados Unidos – Durante anos, Mayci Jones Neeley, da Califórnia, nos Estados Unidos, sofreu com um relacionamento abusivo. A jovem, hoje com 24, conheceu seu ex em uma festa de Ano Novo e eles começaram uma relacionamento a distância. No entanto, quando passaram a morar na mesma cidade, o rapaz ficou ciumento.

Segundo informações do The Sun, Macy conta que o ex-namorado checava seu telefone com frequência, a acusava de traição e a pressionava a ter relações sexuais, que eram contra suas crenças. Com o passar do tempo, o abuso ficou ainda pior. Quando se aproximada de outro homem, ele a chamava de cadela, vagabunda ou prostituta.

“Ele começou a me pressionar a beber álcool, o que era contra a política da minha escola e da minha religião”, diz. “Depois de dizer não repetidas vezes, finalmente cedi para evitar ouvir gritos e ser abusada verbalmente. Foi quando nosso relacionamento deu uma guinada para o pior”, destaca.

Ela ressalta que, quando ele bebia, se tornava uma pessoa ruim. “Ele começava a gritar comigo do nada, me empurrava contra as paredes e me sufocava. Houve uma noite em que ele me empurrou para a porta da frente, abrindo meu calcanhar que sangrava profundamente”, detalha.

“Depois que ele viu que me machucou, ele começou a dar socos em seu próprio rosto várias vezes para mostrar que estava ‘arrependido’”, aponta. “Outra noite, ele tentou cortar os pulsos na minha frente. Não porque ele era suicida. Não cortou fundo, mas apenas o suficiente para um pouco de sangue aparecer”, continua.

A jovem diz que ele fez isso para chamar sua atenção. Ela ainda conta que, a essa altura, eles já tinham feito de tudo na relação menos o sexo de fato. “Eu disse a ele que estava guardando minha virgindade para o casamento, porque era isso que eu queria. Ele sempre me pressionava a fazer sexo com ele e eu dizia não, o que o deixava louco”, diz.

Após dizer não, ela foi estuprada

Certo dia, ela tomou uma bebida, que ele mesmo havia adulterado. “Depois de beber um pouco, a última coisa que me lembro é ele em cima de mim e eu dizendo ‘não, eu não quero, não quero’ repetidamente”, conta. “Eu estava tão inconsciente que mal conseguia manter os olhos abertos. A maior parte da minha memória desta noite são apenas flashes”, continua.

“Na manhã seguinte, ele diz: ‘Não acredito que aconteceu ontem à noite’. Eu disse ‘o que aconteceu?’ Ele disse: ‘nós fizemos sexo’. E eu respondi: ‘Não, não fizemos’. Então ele ficou super bravo porque eu não me lembrava da nossa primeira vez”, destaca.

“A parte mais difícil foi me perdoar”

Hoje, ela está em outro relacionamento, que teve início em abril de 2016, e não vê o ex desde então. No entanto, o período não foi fácil. “A parte mais difícil foi me perdoar. Coloquei muita culpa em mim mesma pelo que aconteceu e, no geral, fiquei com muita raiva de mim mesma”, diz.

“Aceitar o que aconteceu comigo e perceber que eu era uma vítima me ajudaram a me recuperar melhor”, desabafa. “Meu atual parceiro sempre me apoiou durante minha jornada de cura. Ele é meu ombro para chorar”, finaliza. 

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Internacional

Presidente minimiza aumento de feminicídios no México

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homem estende a mão para mulher, que tampa o rosto com as mãos
Agência Brasil

Desde o início do ano, 987 mulheres foram assassinadas, mas pouco mais de 300 dos casos são considerados pelo governo como feminicídios


Desde que a pandemia do novo coronavírus atingiu o México, em abril, o número de casos de feminicídios e denúncias motivadas pelo crime cresceram. No entanto, Andrés Manuel López Obrador, presidente do país, minimizou os números e disse que ligações emergenciais são trotes.

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Obrador colocou a culpa no regime de governo antecessor ao seu, que se declarava como neoliberal. Segundo o atual presidente, o neoliberalismo instiga a “vitimização” da sociedade mexicana.

“Vou te dar outro fato, que não significa que a violência contra a mulher não exista. Não quero que você me interprete de forma errada. Noventa por cento das chamadas que servem de base para vocês são falsas, isso foi comprovado”, o presidente informou aos jornalistas sobre ligações que denunciam violência contra mulher.

“Não é que as ligações sejam falsas. É que elas não são seguidas por uma investigação completa, então, são consideradas incompletas”, justificou ainda Maria Salguero, que criou um mapa de feminicídio no país. Segundo ela, o maior conflito é que os casos de violência não pararam de acontecer durante a pandemia .

Em março, o governo afirma que recebeu 26.171 ligações que denunciavam violência contra mulheres . Em abril, o número foi de 21.722; no mesmo mês o país registrou 267 mortes por feminicídio. Nem todos os chamados, geralmente realizados por vizinhos da vítima, são atendidos pela polícia.

Desde o início deste ano, o México teve 987 mulheres e garotas assassinadas, mas apenas 308 das mortes são consideradas como feminicídios. A razão disso seria por conta do próprio governo, que registra menores números de mortes causadas pelo crime.

Até aqui, 987 mulheres e garotas foram assassinadas nos quatro primeiros meses de 2020. 308 destes casos foram considerados feminicídios . Mas, para o governo, o número é menor.

Fonte: IG Mundo

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