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Jornalistas e instituições lamentam morte de jornalista RicardoBoechat

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Ricardo Boechat, que  morreu na tarde nesta segunda-feira (11) após a queda do helicóptero que o levava para a sede da Rede bandeirantes em São Paulo, foi homenageado por colegas de profissão e instituições jornalísticas.


Com uma foto do amigo sorridente, José Simão se despediu de Boechat: “Meu amigo querido! Meu vice amado!”
Reprodução/Twitter

Com uma foto do amigo sorridente, José Simão se despediu de Boechat: “Meu amigo querido! Meu vice amado!”

José Simão, seu colega no rádio, publicou no Twitter uma foto de Ricardo Boechat sorridente e mostrou seu pesar na legenda: “Meu amigo querido! Meu vice amado!”. Outra amiga, a jornalista Miriam Leitão também se manifestou: “Meu querido amigo Ricardo Boechat. Não posso acreditar. Eu lhe devo tantos favores, tantas palavras generosas em momentos difíceis. Você foi pessoa linda, jornalista maravilhoso. Ai Boechat, tão cedo, tão cedo amigo”.

José Luiz Datena foi o primeiro jornalista e colega de emissora a se pronunciar, já que foi o responsável por dar a notícia de sua morte. Seu filho, Joel Datena, também lamentou no Instagram: “Amigos, sempre vão embora sem se despedir. Vá em paz meu irmão, vc é grande e se junta ao maior”.

Chico Pinheiro relembrou do tempo em que Boechat integrava o “Bom Dia Brasil” na Rede Globo : “Conheci Boechat quando ele trabalhou no ‘Bom Dia Brasil’, no fim da década de 90. Eu participava de São Paulo e ele interagia com o Renato Machado, no RJ. Cheguei a apresentar o jornal com ele no estúdio. Sempre admirei seu trabalho. Sentiremos sua falta. R.I.P”.

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Alexandre Garcia também lembrou seu trabalho na Globo : “Boechat um modelo de jornalismo corajoso. Tive a honra de substitui-lo no ‘Bom Dia Brasil’, como comentarista, há duas décadas. Descanse em paz, amigo, com as glórias de ter bem cumprido sua missão”.

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Ricardo Noblat relembrou um momento descontraído do jornalista, quando ambos venceram o prêmio Comunique-se: “Em um dos anos que Boechat ganhou o Prêmio Comunique-se, eu também ganhei. Por engano, o apresentador da cerimônia me entregou o troféu dele e deu o meu a ele. Nos falamos dias depois. E por sugestão de Boechat, jamais disfizemos a troca. Que falta ele fará a todos. Que falta!

Vera Magalhães, colunista d’ O Estado de S.Paulo e da rádio Jovem Pan também comentou o profissionalismo do jornalista: “Boechat era uma referência do jornalismo: como colunista, como âncora. Com tudo o que era, conseguia ser generoso com quem tinha menos experiência. No encontro que tivemos, me brindou com essa generosidade que nem sei se merecia”.

Fátima Bernardes publicou uma foto de Ricardo Boechat sorridente e também prestou sua homenagem: “melhor lembrar dele assim: sorrindo e fazendo o que amava”.

“Acabo de receber uma notícia que me abalou profundamente”, comentou Cid Moreira em um vídeo publicado no Instagram. “Profissional que dá inveja em outros profissionais tal a capacidade dele tanto no rádio quanto na TV”, comentou Moreira, relembrando os encontros anuais entre os dois durante as premiações da área.

“Assistir e ouvir Ricardo Boechat era uma aula. Gênio que deixa a vida para entrar na história do jornalismo brasileiro. A tese ‘ninguém é insubstituível’ não se aplica a ele. Jeito irreverente e inteligente de transformar pequenos fatos em grandes e reflexivos comentários faz dele único”, elogiou Luis Bacci.

Mais homenagens a Ricardo Boechat


Ricardo Boechat recebeu diversas homenagens de colegas de profissão nesta segunda-feira (11)
Divulgação

Ricardo Boechat recebeu diversas homenagens de colegas de profissão nesta segunda-feira (11)

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), liberou um comunicado oficial afirmando que Boechat era “dono de um estilo inconfundível”: “Boechat honrou a profissão de jornalista, exercida com ética e compromisso com a verdade e os fatos.

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A Record também emitiu um comunicado lamentando sua morte . “Ricardo Boechat, através de seu trabalho, destacou-se como um dos mais importantes jornalistas do país. E a prova deste reconhecimento foi o merecido Prêmio Esso, um dos mais prestigiosos do jornalismo brasileiro, que o profissional recebeu por três vezes. Admirado em sua longa carreira, vai deixar uma legião de brasileiros que diariamente acompanhava suas análises e opiniões”, expressou a emissora.

Em nota, a Band também lamentou a morte do jornalista e agradeceu mensagens de apoio. “Estamos todos muito tristes e abalados com esta trágica notícia. Agradecemos as inúmeras mensagens de carinho, tanto dos telespectadores e ouvintes quanto de emissoras e veículos internacionais”.

Em seguida, João Carlos Saad, Presidente da emissora, tomou a palavra. “O jornalismo e o Brasil perderam hoje uma referência insubstituível. E nós, do Grupo Band , perdemos um amigo e profissional que jamais esqueceremos”. 

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Ricardo Boechat tinha 66 anos e mais de 40 de carreira, já tendo passado pelos principais jornais e emissoras do país. Ele deixa a esposa Veruska Seibel Boechat e seis filhos.

Fonte: IG Gente
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“Lembro mais dos Corvos” é filme-relato das dores e desejos de uma mulher trans

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Quem tem dúvidas do vigor do cinema independente brasileiro precisa assistir “Lembro Mais dos Corvos”, um filme testamento de uma atriz maiúscula que sabe se fazer vulnerável, mas também se impor diante do olhar da audiência. A atriz em questão é Julia Katharine, mulher trans que abre o filme de Gustavo Vinagre lembrando da relação abusiva que teve com um tio avô quando tinha menos de dez anos de idade. “Ele foi o primeiro a me ver como menina”, relembra com afeto inconvicto.

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Divulgação

“Lembro mais dos Corvos”

É um relato difícil, que Julia observa estar “com dificuldades para entrar na história” mais de uma vez e um posicionamento corajoso de um filme que pretende desmistificar a mulher trans, mas que não deixa de objetifica-la para fazê-lo. Julia é uma mulher–objeto, mas não necessariamente por ser uma mulher trans, algo que fica claro para a audiência pelas escolhas de Vinagre e pela própria abertura de “ Lembro Mais dos Corvos ”, que evita que esse relato em particular defina sua personagem.

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A flor do meu segredo 

O filme se notabiliza por ser em 1ª pessoa, há intervenções pontuais da realização para recompor o raciocínio da personagem, e pelo espaço dado ao improviso. Essa linha afrouxada favorece uma dinâmica entre a ficção e o documental. A cinefilia de Julia é algo que chama a atenção. A própria admite que a descoberta do cinema a ajudou a lidar com a depressão.

“Quero ser diretora”, observa Julia em um dado momento, “e só vou fazer comédias românticas para compensar toda a minha carência afetiva”. Curiosamente, o curta “Tea for Two”, seu primeiro trabalho como diretora e que acompanha o filme em seu lançamento comercial, não é uma comédia romântica. Em outro momento, a atriz diz que até tentou, “mas que não conseguiria ser puta” pois se apaixona rápido demais”.

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Julia Katharine  se expõe com coragem e desprendimento e sua capacidade de raciocínio e de se autoanalisar não só encantam o público como contribuem para que a experiência proposta pelo filme, e o debate intrínseco a ela, sejam mais avolumados e perenes.

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“Lembro mais dos Corvos”  é um filme que recebe a tristeza e as frustrações com ternura, que olha para o sexo com genuíno esforço de compreensão e que encontra em uma mulher que “só quer fazer filmes para ganhar  prêmios ” uma figura apaixonante.      

Fonte: IG Gente
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