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João de Deus é denunciado pela 12ª vez

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Agência Brasil

João de Deus é acusado de praticar abusos sexuais contra pessoas que buscavam atendimento espiritual

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) denunciou mais uma vez João Teixeira de Faria, o João de Deus, por estupro de vulnerável. A acusação é referente ao abuso de duas pessoas do Rio Grande do Sul entre 2009 e 2011. Ele já responde por outros 11 crimes. Desta vez, além de João de Deus , foram denunciados também dois guias de turismo que levaram as vítimas até Abadiânia, onde fica a Casa Dom Inácio de Loyola. 

Leia também: ‘Ele vai pagar pelo que fez a todas as mulheres’, diz vítima sobre João de Deus

De acordo com a promotora de justiça Renata Caroliny Ribeiro e Silva, “os guias eram coniventes e atuavam energicamente para que elas não interrompessem o ‘tratamento’”. Ela afirmou ainda que eles “chegavam a dizer que eles também já tinham passado por este processo de ‘cura’ , mas que era praticado por outro homem e não João Faria”.

A denúncia considera relevante o papel dos guias nos crimes, uma vez que as vítimas relataram ter contado a eles sobre os abusos sexuais . Segundo a promotora, os guias diziam que isso fazia parte do tratamento. “Eles diziam que as ejaculações poderiam ser muito mais fortes que centenas de cirurgias espirituais que essas vítimas poderiam realizar”

João de Deus já foi  condenado a 19 anos e 4 meses de prisão em regime fechado por violação sexual mediante fraude contra duas mulheres e estupro de vulnerável contra outras duas. Ele também foi considerado culpado por porte ilegal de armas, crime pelo qual foi sentenciado a quatro anos em regime aberto. O médium está preso há mais de um ano e se declara inocente das acusações.

A 12ª denúncia contra João de Deus foi realizada no dia 26 de dezembro de 2019, mas só foi divulgada nesta segunda-feira (13).

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STJ coloca juiz em prisão domiciliar e obriga uso de tornozeleira

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Magistrado é apontado como líder de esquema


Um juiz usando uma tornozeleira eletrônica não é uma cena muito comum de se ver. Mas foi que aconteceu com o magistrado Leonardo Safi de Melo, preso por cobrar propinas sobre precatórios milionários. A decisão é do Superior Tribunal de Justiça, da 21ª Vara Federal Cível de São Paulo e atendeu pedido da defesa, colocando o juiz em  prisão domiciliar .


A liminar também proíbe Melo de acessar as dependências da Justiça Federal e o sistema eletrônico do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, deixando à cargo da presidência da Corte garantir a suspensão do login do magistrado.

“A liminar concedida restaura, de forma correta, a liberdade do meu cliente, pois, com as buscas e apreensões realizadas, bloqueio de bens e afastamento das funções, a prisão preventiva mostrava-se absolutamente desnecessárias”, declarou o advogado Leonardo Massud, que defende Leonardo Safi.

O juiz foi alvo da Operação Westminster , que mira organização criminosa que utilizava processos na Justiça Federal envolvendo precatórios para cobrar propinas em troca de decisões favoráveis. O magistrado é apontado como líder do esquema. A articulação das negociações teria ficado a cargo do secretário Divannir Ribeiro Barile.

Segundo as investigações, Divannir teria chegado a afirmar que falava em nome dos ‘ ingleses ‘, em referência ao juiz Leonardo Safi. A menção batizou a operação de Westminster, distrito na cidade de Londres.

O inquérito foi aberto em março, a partir de denúncia anônima e indica que o grupo do juiz escolhia processos milionários , se aproximava de uma das partes da ação e pedia uma ‘ comissão ‘ para expedir os precatórios.

Defesa faz declaração

“Acredito que a liminar concedida restaura, de forma correta, a liberdade do meu cliente, pois, com as buscas e apreensões realizadas, bloqueio de bens e afastamento das funções, a prisão preventiva mostrava-se absolutamente desnecessária . Além disso, no decreto de prisão, não ficou demonstrado que as medidas cautelares diversas, tais como o monitoramento eletrônico e proibição de contatos com pessoas, poderiam comprometer a marcha do processo. Dessa maneira, a soltura evita que a prisão nesse momento se transforme em uma aplicação antecipada da pena”.

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