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Impostos e juros são maiores insatisfações com governo Bolsonaro, mostra Ibope

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Bolsonaro e Guedes
Marcos Corrêa/PR – Popularidade do governo Bolsonaro: 67% dos entrevistados reprovaram a política tributária atual, e 64% mostraram insatisfação com a taxa de juros

Os  impostos e a taxa de juros são as maiores insatisfações com governo de Jair Bolsonaro. É o que mostra a pesquisa divulgada nesta quinta-feria (24), do Ibope e da CNI (Confederação Nacional da Indústria), que avalia a popularidade do governo.

Na parte da pesquisa “Aprovação do governo por área de atuação”, os impostos foram o tema com maior porcentagem negativa, com 67% de reprovação dos entrevistados. Ainda sobre impostos, 28% apoia a política tributária do governo Bolsonaro e 5% não soube responder ou não respondeu sobre a questão.

A segunda maior taxa de reprovação do governo foi para a taxa de juros, com 64% dos entrevistados respondendo que não aprova a política atual. Outros 30% se disseram satisfeitos com os juros no Brasil e 7% não soube responder ou não respondeu sobre a questão sobre a taxa.

Na pesquisa, 2 mil pessoas foram entrevistadas.

Pesquisa Ibope mostra pontos de insatisfação com o governo Bolsonaro

Reprodução Pesquisa Ibope-CNI – Pesquisa Ibope mostra pontos de insatisfação com o governo Bolsonaro

Ministério da Economia articula novo imposto

Nesta quinta (24), o  deputado federal Ricardo Barros (Progressistas) deu entrevista à Rádio Bandeirantes dizendo que o plano do governo é desonerar amplamente a folha de pagamentos dos CLTs, mas, em contrapartida, criar um novo imposto sobre transações digitais.

A novo imposto é visto como a volta da CPMF e é criticado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Também nesta quinta (24), o ministro da Economia,  Paulo Guedes, foi interrompido durante coletiva de imprensa pelos deputados federais que o acompanhavam. Guedes começaria a falar aos jornalistas sobre a criação do novo imposto.

“Queremos desonerar? Queremos ajudar a criar emprego? Então vamos fazer um programa de substituição tributária . Da mesma forma, queremos criar renda? Sim, então vamos ter que fazer… Descobrimos 38 milhões de brasileiros, que eram os invisíveis, temos que ajudar essa turma a ser reincorporada no mercado de trabalho. Então temos que desonerar a folha, por isso que a gente precisa de tributos alternativos. […] E renda a mesma coisa, nós vimos a importância do auxílio emergencial, então nós temos que fazer uma aterrizagem suave do programa de auxílio emergencia, que é exatamente o que nós estamos estudando”, disse  Guedes antes de ser interrompido pelo general Luiz Eduardo Ramos, e por Ricardo Barros (PP-PR).


Fonte: IG Economia

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Mitsubishi paralisa os planos do SpaceJet

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Guilherme Dotto

Mitsubishi paralisa os planos do SpaceJet

Em um futuro bem próximo, a Mitsubishi deve anunciar uma nova estratégia de negócios de médio prazo em 30 de outubro.

De acordo com a Kyodo News , agência de notícias de Tóquio, a Mitsubishi irá confirmar que o programa SpaceJet será paralisado, embora tenha lutado por muito tempo para ganhar força com as companhias aéreas, 2020 está acabando ainda mais com a demanda por novas aeronaves.

O SpaceJet é um jato regional bimotor com capacidade para 70 a 90 passageiros. Atualmente há duas versões do modelo em oferta; o M90 e o M100 um pouco maior.

Menor do que o Airbus A220, a Mitsubishi estava posicionando seu avião para ser a versão utilizada no norte da Ásia.

No programa SpaceJet e seu antecessor, o Mitsubishi Regional Jet, está em andamento desde 2008. O jato fez seu primeiro voo em 2015. Até o momento, US$ 9,6 bilhões foram aplicados no desenvolvimento do avião.

No entanto, o cronograma de entrega foi adiado seis vezes até o momento. Haviam planos para entregar os primeiros M90, à All Nippon Airways no próximo ano, mas no momento nada confirmado.

Com cancelamento de até 100 Mitsubishi SpaceJet M90, a Trans States Airlines disse que o avião não era apropriado para os Estados Unidos, pois não atendia às regras do sindicato norte-americano sobre os jatos regionais.

com efeito de alto valor, a Mitsubishi reduziu pela metade seu orçamento para o programa SpaceJet, reduzindo US$ 561 milhões no financeiro do ano seguinte.

Foto: Maarten Dols © jetphotos.com

Os trabalhos no M90 continuaram, mas a produção foi interrompida. Quanto ao M100, foi efetivamente colocado ao lado.

Especialistas esperam que a demanda por aviões grandes diminuam num futuro próximo, à medida que as companhias aéreas optam por aviões menores.

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