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Imóvel de dois andares abandonado desaba no Centro de Vitória

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Um imóvel com dois andares que estava abandonado desabou por volta das 5h20 desta quarta-feira (15), na Rua Sete de Setembro, no Centro de Vitória. Ninguém se feriu. Os bombeiros e a Defesa Civil foram ao local para avaliar os danos e verificaram que não há riscos para os imóveis vizinhos.

Vizinhos contaram que o imóvel está há cerca de 10 anos fechado e estava à venda. Os donos tinham um restaurante no local, mas fecharam o empreendimento e se mudaram para outro Estado.

Um morador do prédio que fica ao lado do imóvel contou que já estava acordado na hora do desabamento, e que ficou sem entender o que havia acontecido por causa do barulho muito alto.

“Eu já estava acordado na hora, foi um barulho de uma vez só, a parte mais pesada caiu umas 5h20. Depois caiu uma outra parte umas 5h45 e 6h terminou de cair. Fiquei com medo sem saber o que tava acontecendo, se era terremoto, se era um avião caindo. Olhei na janela e a Rua Sete tava toda branca de poeira, não dava pra entender”, contou seu Martinho.

Bombeiros contaram que chegaram ao local acreditando que poderia haver vítimas, como moradores em situação de rua que talvez estivessem ocupando o local. Isso foi descartado após uma análise nos escombros e também conversa com vizinhos, que disseram que o imóvel ficava realmente vazio e estava lacrado.

Defesa Civil disse que não há risco para imóveis vizinhos — Foto: Reprodução/TV GazetaDefesa Civil disse que não há risco para imóveis vizinhos — Foto: Reprodução/TV Gazeta

A Rua Sete de Setembro está parcialmente interditada na região onde o imóvel desabou. Segundo a Defesa Civil, não há risco para os prédios vizinhos.

Abandono

Segundo a Defesa Civil, o imóvel tinha cerca de 80 anos de construção e estava abandonado há muito tempo, sem manutenção. Essa é a provável causa do desabamento.

Confira o antes e o depois do imóvel:

Antes e depois de imóvel que desabou no Centro de Vitória — Foto: Reprodução/TV GazetaAntes e depois de imóvel que desabou no Centro de Vitória — Foto: Reprodução/TV Gazeta

“Preliminarmente, a gente pode dizer que o estado de abandono do imóvel contribuiu pra isso. Segundo os vizinhos, ele estava há muitos anos sem nenhum tipo de manutenção e também pelo fato de ser um prédio muito antigo. Não tem laje, não tem concreto armado, as paredes são de tijolinho maciço e a divisão entre um andar e outro é um assoalho de madeira que apodreceu com o tempo”, explicou a engenheira da Defesa Civil de Vitória, Sidnéia Santos.

Ela também contou que a equipe da Defesa Civil entrou nos dois prédios vizinhos para fazer vistorias e avaliou que não há riscos.

“Os prédios vizinhos estão fora de risco, mas sobre esse imóvel que já desabou, a gente alerta que mais partes dele podem cair”, explicou a engenheira.

A Defesa Civil informou que já acionou a Secretaria de Desenvolvimento da Cidade de Vitória para encontrar o proprietário e acioná-lo, para que ele tome as providências necessárias.


(*G1)

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Estadual

Medidas protetivas de urgência devem ser prorrogadas até o dia 23 de agosto

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Ato Normativo que trata da prorrogação foi disponibilizado no Diário da Justiça desta quarta-feira, 12/08.

A Supervisão das Varas Criminais, de Execução Penal e Violência Doméstica, e a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJES orientam aos juízes de todo o estado que as medidas protetivas de urgência sejam prorrogadas até o dia 23 de agosto, independente de manifestação da vítima.

A orientação está estabelecida no ato Normativo Nº 030/2020, publicado nesta quarta-feira (12) e leva em consideração que a segunda fase do retorno ao atendimento presencial presencial nas unidades judiciárias começa no dia 24 de agosto, como disposto no Ato Normativo 88/2020.

Para o cumprimento da decisão de prorrogação das medidas protetivas, os magistrados ainda podem utilizar meios alternativos de comunicação, como e-mail, whatsapp e telefone.

O objetivo é evitar que a perda da eficácia das medidas protetivas pelo decurso do prazo coloque em risco a vida de mulheres, já que, em regra, as medidas expiram automaticamente quando a vítima não manifesta o interesse na prorrogação, o que é feito, normalmente, de forma presencial.

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