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Homem faz cirurgia para retirar pinça alojada no pênis há 4 anos

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Caso foi publicado em jornal médico e, segundo urologista, incidentes semelhantes de pessoas inserindo canetas e até cabos de telefone são comuns na medicina

Arábia Saudita – Um homem de 22 anos precisou passar por um procedimento médico após ficar por quatro anos com uma pinça de oito centímetros alojada na uretra na Arábia Saudita. O caso foi reportado pelo jornal médico Urology Case Reports.

Segundo a publicação, o jovem foi até o hospital afirmando que tinha “histórico de ter inserido um corpo metálico estranho na uretra quatro anos atrás”. Apesar disso, ele garantiu que não sentia incômodos ou dor na região.

Um raio-x foi realizado e o homem foi levado para a mesa cirúrgica. No local, ele recebeu anestesia geral e os médicos puderam analisar melhor a posição da pinça. Os profissionais aplicaram “pressão” no pênis do rapaz para fechar a pinça e a retiraram com um fórceps. 

Ele recebeu uma sonda e se recuperou bem. O motivo pelo qual o objeto foi inserido na uretra dele, porém, não foi descoberto pelos médicos. “Quase todos os casos do tipo são feitos pra gratificação sexual”, afirmou o urologista Richard Viney em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. Ele disse que casos de pessoas inserindo canetas e até mesmo cabos de telefone são comuns na medicina.

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Procura por divórcio no Brasil aumenta devido a isolamento social por Covid-19

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Advogada explica como proceder judicialmente em caso de separação durante a quarentena
De acordo o Google Brasil, entre os dias 13 e 29 de abril, houve um salto de 9900% no interesse na busca pelo termo “divórcio online gratuito”. No levantamento, que abrange todo o País, só a pergunta “como dar entrada em um divórcio” registrou crescimento de 82%.

Na China, primeiro país a identificar casos de COVID-19 e a implementar o isolamento social, os pedidos de separação impressionam. De acordo com o jornal chinês The Global Times, a cidade de Xiam registrou um número recorde de pedidos de divórcio durante as semanas de isolamento social no país. Atualmente, com a contenção da pandemia por lá e a volta à normalidade, os cartórios reabriram e já não há mais horários disponíveis para resolver questões de divórcio em várias das províncias do país.

Debora Ghelman, advogada especialista em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, prevê que todos os países afetados pela pandemia e que hoje em dia encontram-se de quarentena, sigam o padrão da sociedade chinesa e tenham um aumento considerável nos pedidos de divórcios. No Brasil não será diferente.

“O isolamento social obriga as pessoas a conviverem 24 horas por dia e com isso muitos dos conflitos que sempre existiram ganham maior evidência. Com isso muitas pessoas acabam percebendo que não querem mais estar naquela relação. Conviver é difícil e, quando não há mais diálogo entre o casal significa que os dois desistiram de investir no relacionamento”, diz a advogada.

A decisão pelo divórcio que já tende a ser bastante difícil, neste momento de pandemia, tem sido ainda mais complicada, pois muitos casais vêm sendo obrigados a seguir convivendo na mesma casa. De acordo com Debora, a atual situação torna inviável conseguir uma ordem judicial que determine que um dos ex-companheiros saia de casa:

“O pedido é possível, mas o seu deferimento será muito difícil. Isso porque estamos no meio de uma pandemia onde grande parte do país encontra-se em quarentena. Dificilmente o Estado, maior interessado que o vírus não se propague, determinará que uma pessoa saia de sua residência e corra o risco de se contaminar, a não ser em casos gravíssimos em que ocorram abusos.

A própria casa é justamente o local mais perigoso para mulheres que sofrem com a agressividade de seus parceiros. Durante a quarentena, o problema da violência doméstica se agravou devido à convivência intensa e a apreensão devido à incerteza gerada pela doença. Somente no Rio de Janeiro o número de denúncias de violência doméstica: aumentou cerca de 50%, mas a realidade de avanço nos casos aconteceu em todo o mundo.

De acordo com a advogada, nesses casos, onde o convívio acarreta em risco de morte, é possível requerer a separação de corpos no plantão judiciário, com grandes chances de deferimento.

Se o divórcio não envolver nenhum tipo de abuso – físico ou psicológico – a advogada aconselha que, mesmo separados, o ex-casal mantenha o diálogo e continue tentando conviver pacificamente até que a pior parte da pandemia passe, para que depois sejam resolvidos assuntos burocráticos como a divisão de bens e a guarda dos filhos. Caso a situação seja realmente insustentável, o ideal é juntar-se ao isolamento social com algum familiar em outra residência.
Neste momento de convivência forçada é fundamental compreender que estamos atravessando um período sem precedentes e que é preciso tentar passar por isso da melhor maneira possível. São muitas incertezas e angústias que tomam conta da mente muitas vezes e, por isso, aplicar regras de convivência ajuda a cumprir o isolamento social sem que os dias se tornem tão pesados”, finaliza a especialista.

*Debora Ghelman é advogada especializada em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, atuando na mediação de conflitos familiares a partir da Teoria dos Jogos.

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