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Política

Heleno compara Ciro Gomes a Adélio Bispo e chama ex-ministro de “lixo humano”

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Heleno
Alan Santos/PR

Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno


O general Augusto Heleno , ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), publicou nesta terça-feira (26) no Twitter uma série de ataques ao vice-presidente do PDT e ex-ministro de estado Ciro Gomes . Heleno comparou Ciro a Adélio Bispo, autor da facada no presidente Bolsonaro, a quem se referiu como “inimputável por ser débil mental”.

Leia também: STF nega pedido de Flávio Bolsonaro para acompanhar depoimentos de Paulo Marinho

Os ataques de Heleno a Ciro surgem após o ex-ministro ter publicado um vídeo na semana passada em que chama o chefe do GSI de ” mentiroso ” e “sem honra”. O general chamou Ciro de “canastrão”, “lixo humano” e disse que não irá processar o político pois ele é “inimputável por ser débil mental”, como Adélio Bispo.


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Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”

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Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL
Reprodução/Facebook

Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre (MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário ligado ao grupo.

Entre os que aderiram às provocações está ministro Marcelo Álvaro Antônio , que chefia a pasta do Turismo no Planalto. Ele usou o Twitter para acusar o grupo de ser “quadrilha”, citando o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos nomes ligados ao MBL mais conhecidos.

“Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo ‘Dep. faKIM News'”, escreveu Álvaro Antônio.

Um dos ataques também veio do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que disse que o MBL e outros deputados fazem parte de uma “milícia digital”.

O motivo das provovações foi o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nesta sexta da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público contra nomes ligados ao MBL.

A operação, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões. Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim em empresas ligadas aos presos.

Um dos alvos foi Carlos Augusto de Moraes Alfonso, que usava o pseudônimo de Luciano Ayan nas redes sociais, e já foi considerado uma espécie de “guru” do MBL.

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