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Direto de Brasília

Haddad ataca Bolsonaro durante ato contra reforma da Previdência na Av. Paulista

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em

protesto
João Cesar Diaz/iG São Paulo – 14.6.19
Centrais sindicais promovem protesto na Avenida Paulista durante greve geral

Sindicalistas e manifestantes interditam, desde às 16h da tarde desta sexta-feira (14), a Avenida Paulista, na altura do Museu de Arte de São Paulo (MASP), para protestar contra a reforma da Previdência e cortes no orçamento do Ministério da Educação.

O ato conta com a presença dos ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL) e faz parte da programação da greve geral que ocorre em diversas cidades do País desde as primeiras horas do dia .

Há bloqueios em todas as faixas da avenida, nos dois sentidos da via, ao longo de cerca de cinco quarteirões. Além do MASP, parte do grupo também se reúne em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) – onde seguranças foram alocados para proteger a escultura de sapo inflável exposta na entrada do prédio. O trânsito da região é desviado por agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para vias paralelas, como a Alameda Casa Branca.

Leia também: Doria confirma que metroviários que aderiram à greve podem ser demitidos


“O ato fortalece o caldo, o diálogo sobre a reforma. Mas não basta só o ato de hoje, temos que fazer mais coisa”, disse Guilherme Boulos à reportagem do iG .

Ao discursar no carro de som, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) não ateve sua fala apenas às críticas à principal bandeira econômica do governo Bolsonaro. Boulos também atacou o ministro da Justiça, Sergio Moro, flagrado em mensagens com o procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol. “Sergio Moro tem que empacotar as malas e ir embora”, disse o pessolista. “Não tem condição dele permanecer como ministro da Justiça.”

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Também discursou aos manifestantes a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann. “Com a reforma trabalhista, eles cortaram os braços dos trabalhadores. Agora, com essa reforma da Previdência eles querem decepar as mãos dos trabalhadores”, disse. 

Haddad, por sua vez, concentrou as críticas na figura do próprio presidente Bolsonaro, seu adversário no segundo turno das eleições de 2018. “Estamos na rua na esteira do que os estudantes e magistrados do Brasil fizeram em maio”, disse o petista, lembrando dos atos contra os cortes promovidos pelo Ministério da Educação. “Com que moral um presidente que se aposentou aos 33 anos quer enfiar goela abaixo do trabalhador uma reforma dessas?”, cutucou.

Mais cedo, cerca de 500 pessoas protestaram na Avenida Tiradentes, também na região central da cidade. Na Avenida 23 de Maio, vias foram interditadas por manifestantes que atearam fogo em pneus. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ao menos 14 pessoas foram presas no Estado de São Paulo ao longo do dia por conta de ocorrências em manifestações.

Na capital paulista, o metrô funcionou parcialmente durante a manhã e algumas linhas de ônibus intermunicipais não operaram. Escolas públicas e bancos devem permanecer fechados, segundo os sindicatos das categorias. Já os ônibus que circulam exclusivamente em SP e os trens foram às ruas normalmente.

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Acompanhe os atos em tempo real:

Fonte: IG Política
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Dono de software revela que foi contratado para disparar mensagens pró-Bolsonaro

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Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR
Mensagens a favor da eleição de Jair Bolsonaro teriam sido enviadas após contrato assinado por empresas brasileiras

Uma plataforma espanhola que possibilita o envio massivo de mensagens por meio do WhatsApp foi contratada, no ano passado, para disparar mensagens favoráveis ao hoje presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), durante a sua campanha eleitoral. As informações foram reveladas pelo próprio dono da plataforma, em uma gravação obtida pelo jornal Folha de S.Paulo .

Se confirmada a contratação a favor de Bolsonaro , que teria sido feita por uma série de empresas brasileiras, não pelo candidato em si, o episódio deve ser configurado por crime eleitoral. Afinal, a doação de empresas para campanhas de caráter eleitoral é proibida no Brasil. Além disso, ações não declaradas de pessoas físicas também são ilegais no País.

O jornal conseguiu acesso a gravações em que o dono da espanhola Enviawhatsapps , Luis Novoa, conta que empresas brasileiras de diferentes setores teriam conprado o software desenvolvido por ele. Ainda segundo a publicação, Novoa diz não saber que o produto oferecido por ele estava sendo usado para campanha eleitoral, ou seja, para fins ilegais.

“Eles contratavam o software pelo nosso site, fazíamos a instalação e pronto […] Como eram empresas, achamos normal, temos muitas empresas [que fazem marketing comercial por WhatsApp]”, afirma o espanhol, segundo a Folha de S.Paulo . Perguntado durante a conversa gravada, ele ainda chega a afirmar “Eram campanhas para Bolsonaro”.

Também de acordo com as gravações e com a reportagem, o empresário só percebeu que havia algo errado naquela situação quando suas linhas telefônicas foram cortadas pelo próprio WhatsApp com a alegação de mau uso da plataforma. Procurado, o aplicativo confirmou que cortou linhas da Enviawhatsapp.

Leia mais:  Ministro do STJ manda soltar Joesley Batista e ex-executivos do grupo J&F

Apesar da gravação, procurado pela Folha , Novoa nega que tenha trabalhado para políticos brasileiros. “Tanto faz se gravaram sem permissão uma conversa informal. Repito pela enésima vez: não trabalhamos com campanhas políticas no Brasil”, disse ele à reportagem do jornal brasileiro, quando confrontado pela gravação que cita Bolsonaro .

Fonte: IG Política
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