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Hacker invade celular de Moro e usa aplicativo de mensagens; PF é acionada

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Sérgio Moro
José Cruz/Agência Brasil – 8.5.19
Ex-juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro foi vítima de ataque hacker no fim da tarde dessa terça-feira

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro , teve o aparelho celular invadido por hackers. A informação foi confirmada à reportagem do iG pela assessoria pessoal do ministro, segundo a qual o ataque se deu por volta das 18h desta terça-feira (5).

Ainda segundo a assessora do ministro, a invasão ocorreu a partir do momento em que Sergio Moro atendeu a uma ligação telefônica de um número idêntico ao dele próprio. “Ele achou estranho receber uma chamada dele mesmo, mas acabou atendendo”, relembrou a representante do ex-juiz da Lava Jato.

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Horas mais tarde, o ministro foi avisado de que havia repassado mensagens pelo aplicativo de mensagens Telegram, momento em que identificou que havia sido vítima de um golpe e optou por cancelar a linha telefônica, já no início da madrugada desta quarta-feira (6). Pouco antes, Moro avisou outros integrantes do primeiro escalão do governo para que eles não enviassem mais mensagens para aquele número.

Segundo a assessora, diferentemente de casos anteriores de autoridades que tiveram os aparelhos invadidos, não houve qualquer cobrança de depósitos bancários por parte dos hackers. O ministro acionou a Polícia Federal para investigar o ataque e também a área de tecnologia da informação da própria pasta da Justiça e Segurança Pública.

Sergio Moro já está utilizando uma nova linha telefônica nesta quarta-feira.

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​Plano de saúde coletivo não pode ser cancelado durante tratamento

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Agência Brasil

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que as operadoras de plano de saúde coletivo não podem romper o contrato de prestação dos serviços durante o tratamento médico. Pela decisão, a cobertura deve valer enquanto os beneficiários estiverem internados ou em tratamento e só pode terminar após a alta médica.

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Hospital Tibe Setúbal arrow-options
Reprodução/Facebook

Hospital Tibe Setúbal, na zona leste de São Paulo



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O caso julgado pelo STJ envolveu uma operadora de plano de saúde que cancelou unilateralmente o plano coletivo de 203 funcionários de uma transportadora, que recorreu à Justiça para manter a continuidade da cobertura.

Apesar de garantir a cobertura para quem está em tratamento, a Terceira Turma do tribunal entendeu que as operadoras podem cancelar o contrato por conta própria, no entanto, além de manter o tratamento , devem cumprir a vigência de 12 meses e notificar os trabalhadores com antecedência mínima de 60 dias. O julgamento ocorreu em outubro do ano passado, mas o acórdão, que é a decisão final, foi divulgada nesta semana pelo STJ.

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Durante o julgamento, prevaleceu o voto do relator, ministro Marco Aurélio Bellizze. Para o ministro, embora a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/1998) proíba a suspensão ou rescisão somente de planos individuais, o direito à saúde beneficiário se sobrepõem a cláusulas contratuais também nos contratos coletivos.

“Entretanto, não obstante seja possível a resilição unilateral e imotivada do contrato de plano de saúde coletivo, deve ser resguardado o direito daqueles beneficiários que estejam internados ou em pleno tratamento médico, observando-se, assim, os princípios da boa-fé, da segurança jurídica e da dignidade da pessoa humana”, definiu o acórdão.

Judicialização da saúde

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a judicialização na saúde cresceu aproximadamente 130% nas demandas de primeira instância da Justiça entre 2008 e 2017. Problemas com os convênios foram a maior causa (30,3%) dos pedidos de processos relacionados ao assunto no país.

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