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Governo do Estado lança Programa ES + CRIATIVO

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), lançou, na noite desta quinta-feira (14), o Programa ES+CRIATIVO em solenidade no Palácio Anchieta, em Vitória. A ação visa a promover a economia criativa no Estado, por meio de políticas de apoio a atividades empreendedoras do setor, como música, audiovisual, artesanato, gastronomia, games, arquitetura e moda, design.

O governador Renato Casagrande, que participou do evento, lembrou da recente missão oficial a Portugal para agendas na área da inovação. “Não podemos pensar em desenvolvimento sem inovação, sustentabilidade e economia criativa. Nós temos que fazer a junção de todas essas áreas. A inovação não pode ser um instrumento de exclusão. Quando pensamos em economia criativa, estamos pensando como podemos ofertar as pessoas para que se desenvolvam o seu talento e como esse talento pode mudar suas vidas. Temos que fazer chegar à todas as pessoas para que ninguem seja excluído”, comentou.

O secretário de Estado da Cultura, Fabricio Noronha, explicou como o programa está funcionando. “Foram meses de construção coletiva de um programa completo, de longo prazo e estruturante. É a reunião da cultura e da criatividade como uma oportunidade de um novo vetor de desenvolvimento para o Espírito Santo”, disse.

No mesmo evento, a professora e pesquisadora da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Cláudia Leitão, apresentou a palestra “Panorama da Economia Criativa”. Segundo ela, “trabalhar com isso é questão de resiliência e que precisamos pensar no tipo de desenvolvimento que queremos”.

Cláudia Leitão lembrou os incentivos fiscais criados no Governo Sarney para falar da importância do financiamento à cultura como um todo. “Na década de 1980 não se falava de economia criativa. Mas uma cultura que fomenta desenvolvimento não é economia? As políticas culturais devem pensar em economia, sim”, afirmou.

A palestra abriu a série de encontros do Seminário Internacional de Economia Criativa que acontece nesta sexta-feira (15), também no Palácio Anchieta. Finalizando a noite, a cantora Budah apresentou um pocket show.

Estiveram presentes a vice-governadora, Jaqueline Moares, os secretários Lenise Loureiro (Gestão e Recursos Humanos); Nara Borgo (Direitos Humanos); Dorval Uiliana (Turismo); Cristina Engel (Ciência e Tecnologia); Coronel Aguiar (Casa Militar) e os diretores Dênio Arantes (Fapes), Cilmar Francischetto (Arquivo Público) e Igor Pontini (RTV).

O evento é parte da Festa da Criatividade, programação realizada pela Secult em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/ES).

Saiba mais sobre a programação.

 

Eixos do programa ES + Criativo

Governança: Articular, divulgar, ampliar e estimular a institucionalização de políticas públicas de economia criativa relacionadas com as políticas de desenvolvimento no Estado.

Estudo, Pesquisa e Metodologia: Levantar, sistematizar e monitorar indicadores, informações e dados sobre a Economia Criativa para a formulação de políticas públicas e incentivar a produção e a difusão de conhecimento sobre a atividade econômica criativa no Estado.

Capacitação e Formação: Formar e capacitar profissionais e empresários para a gestão de projetos e empreendimentos criativos com o objetivo de qualificar os empreendimentos, bens e serviços e ampliar a captação e uso dos instrumentos de fomento à economia criativa.

Fomento e Financiamento: Estruturar uma carteira diversificada de instrumentos para fomentar os segmentos criativos a fim de ampliar e aprimorar as oportunidades de desenvolvimento profissional, geração de novos empreendimentos e sustentabilidade de empreendimentos já existentes. Criar ou atualizar marcos legais para o fortalecimento dos setores criativos a fim de incentivar a competitividade e promoção dos bens criativos produzidos no Espírito Santo no mercado nacional e internacional.

Territórios Criativos: Identificar, desenvolver e fomentar os territórios criativos estimulando o fortalecimento das governanças e a estruturação de arranjos produtivos locais;

Redes: Sensibilizar e mobilizar os atores públicos, privados e da sociedade civil, relacionados ao segmento criativo, sobre a importância da dimensão econômica deste setor, ampliando e diversificando o público beneficiário dos instrumentos de fomento.

Hub da Economia Criativa: Criação e/ou adequação da infraestrutura para o desenvolvimento da economia criativa em todo Estado, estabelecendo uma rede de interlocução, articulação e colaboração entre os agentes atuantes nos municípios.

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1º Encontro Remoto de Facilitadores de Justiça Restaurativa e Círculos de Paz

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O objetivo do encontro foi permitir uma troca de experiências das ações que vêm sendo realizadas nesse período de pandemia.

​O primeiro Encontro Remoto de Facilitadores de Justiça Restaurativa e Círculos de Construção de Paz, aconteceu nessa terça-feira (07), com o objetivo de possibilitar uma troca de experiências das ações que vêm sendo realizadas nesse período de pandemia. O encontro foi promovido pela Coordenação do Programa Reconstruir o Viver e contou com o apoio da Escola da Magistratura do Espírito Santo (Emes).

​Para a juíza Patrícia Neves, coordenadora das Varas da Infância e da Juventude do TJES e do Programa Reconstruir o viver, a reunião foi um lindo momento de confraternização possibilitado pela Emes. “No início da pandemia nos vimos paralisados pelo improvável e impermanente. Fomos nosreconstruindo e reinventando, Agentes da Paz. Hoje, reunimos 61 pessoas que pretendem vencer todo o temor desses tempos com acolhida, afeto e escuta respeitosa. Com muito amor!”, ressaltou a magistrada.

​Jaklane Almeida, servidora e instrutora de Justiça Restaurativa, falou sobre a experiência vivenciada: “O encontro de hoje nos ensinou que a semente plantada pelo Programa encontrou terreno fértil e brotou em potentes experiências humanas, pois antes de tudo, Justiça Restaurativa é uma oportunidade de vivenciar a humanidade profunda que habita nosso ser. E as atividades virtuais nos mostram que, em meio às adversidades que não controlamos, ainda assim, encontramos meios criativos de expressar e ofertar nossa humanidade.”

​Segundo a procuradora de Justiça MPES Andréa Rocha, o Encontro Remoto dos Facilitadores de Justiça Restaurativa foi uma oportunidade de reconexão, “propiciando a troca de experiências com relação à realização de círculos remotos, estimulando que todos os realizem, viabilizando que através deles possamos auxiliar pessoas  a superar esse momento tão atípico que estamos vivendo”.

​Esta também foi a visão da advogada e instrutora de círculos Vívian Maria Forzza de Castro. Para ela, “o 1º Encontro foi um momento ímpar de partilha de ricas experiências e apoio de entre os facilitadores que têm levado acolhimento e solidariedade aos participantes dos círculos, neste momento tão delicado que estamos vivenciando.

​A coordenadora da Universidade Aberta do Brasil de Vila Velha, Andréa Toniato da Silva, ainda agradeceu à juíza Patrícia Neves, pelos ensinamentos, e a cada um dos parceiros de caminhada, pela participação. Assim como, a psicóloga coordenadora do Núcleo de Práticas Circulares da Paz da Secretaria de Educação de Cariacica, Tereza Cristina Lopes Duarte, que falou sobre o sentimento de gratidão pela potência que é quando todos estão reunidos nesse movimento da Paz no Estado. “Reitero meu profundo respeito e admiração pela Dra. Patrícia Neves, uma notável precursora que começou esse ciclo. Que possamos estar juntos mais vezes para fortalecermos nossas parcerias, nosso aperfeiçoamento contínuo e apoio mútuo para o fortalecimento das Práticas Circulares da Paz!”, enfatizou Tereza Cristina.

​Ao todo, 61 profissionais do Poder Judiciário do Espírito Santo, Ministério Público Estadual, Iases e EB, além de servidores das prefeituras municipais de Vila Velha, Vitória, Cariacica e Mimoso do Sul. E, ainda, advogados do Espírito Santo e Minas Gerais, e representante da Arquidiocese de Vitória, participaram da troca de experiências.

​De acordo com a servidora do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), a psicóloga e instrutora de Círculo de Diálogo de Construção de Paz Inayha Cristina Alves Dalvi, participar do I Encontro Remoto de Facilitadores de Justiça Restaurativa foi um momento importante nessa trajetória trilhada no Estado. “Me sinto fortalecida, pois é ter a certeza que, a implementação das práticas restaurativas, em especial, na socioeducação, está na estrada. É ter certeza que não estou sozinha e isso me fortalece. Foi tão lindo ouvir tanta gente pensando no outro e na garantia dos direitos humanos. Uma imensa emoção e alegria de pensar quanta gente e processos maravilhosos me fizeram chegar até aqui!”, destacou Inayha.

​Para Valderí Marxos do Nascimento, facilitador de círculo restaurativo e psicólogo da 2ª Vara da Infância e Juventude de Vila Velha, o encontro virtual foi muito gratificante, pois permitiu a trocar com outros facilitadores de ideias e das experiências de círculos realizados durante o isolamento físico. O servidor ressaltou que aguarda ansiosamente a realização dos próximos encontros.

​Por fim, a subsecretária de Gestão Pedagógica de Vitória, Janine Mattar Pereira de Castro, disse que o município se orgulha em fazer parte desta corrente do bem e que este é o tempo de construir a paz. “É o tempo em que fazemos conexão com a vida em plenitude, portanto, as estratégias servem à causa e assim, presencial ou virtualmente, nada impedirá que os círculos restaurativos nos acolham em humanidade”, destacou.

Vitória, 08 de julho de 2020

 

Informações à Imprensa

Assessoria de Imprensa e Comunicação Social do TJES
Texto: Elza Silva | [email protected]

Maira Ferreira
Assessora de Comunicação do TJES

[email protected]
www.tjes.jus.br

Fonte: TJES

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