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Frota diz que Carlos Bolsonaro age como se fosse o presidente e deveria se calar

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Montagem
Deputado disparou crítica ao filho do presidente Bolsonaro após declarações

Na noite da última segunda-feira (9), o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) usou as redes sociais para fazer declarações contra as  “vias democráticas” existentestes no Brasil, o que gerou uma série de críticas de diversos políticos. Nesta terça (10), quem também se pronunciou sobre o tema foi o deputado federal Alexandre Frota, ex-PSL e atual PSDB, ressaltando que a fala do filho do presidente é uma “loucura” e que ele age como se o pai fosse seu vice.

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“Ele é o presidente. O vice está no hospital se recuperando. Um vai armado ao hospital e faz questão de mostrar que está armado. E o irmão fala isso! Podemos esperar o pior”,  disse Frota , em entrevista à revista Época, ressaltando ainda que Carlos “deveria se calar”.

Outros nomes se pronunciaram contra as frases ditas pelo filho de Bolsonaro . Questionado sobre o tem, o governador de São Paulo, João Doria , afirmou que a democracia é um único caminho para que o Brasil seja soberano.

“Eu penso diametralmente oposto. Só com a democracia é que nós podemos ter um país soberano, livre e capaz de produzir políticas sociais e políticas econômicas. É só com democracia. Não há nenhum outro caminho possível no país. E eu estarei ao lado dos democratas e ao lado daqueles que vão lutar pela democracia”, declarou  Doria  .

Hamilton Mourão, presidente em exercício, e Davi Alcolumbre , presidente do Senado, desprezaram os comentários de Carlos , apontando também que a via democrática deve ser defendida de todas as maneiras.

Por fim, quem também se posicionou contrário ao texto do filho do presidente foi o governador do Rio,  Wilson Witzel. Ele ressaltou que “alguém que faz uma declaração desta está no país errado”.

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“Eu queria dizer que a declaração dele simplesmente é espantosa. Acho que ele não estava em um bom dia. Com todo respeito que eu tenho, ele é um vereador do PSC . Mas eu, como
presidente de honra do partido e defensor da democracia e da liberdade de imprensa, das instituições, creio que não há como admitir uma declaração dessas de um político”, disse
Witzel.

Fonte: IG Mundo
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Assessores já admitem que Bolsonaro pode não ir à ONU

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Alan Santos/PR – 1.9.19
Assessores já admitem que Bolsonaro pode não ir à ONU

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ter afirmado há duas semanas e reiterado nesta segunda-feira (16) que iria à 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas “nem que fosse de cadeira de rodas”, integrantes do Palácio do Planalto já admitem que o chefe do Executivo pode não comparecer ao evento na próxima semana em Nova York, nos Estados Unidos. Oficialmente, as razões alegadas são apenas restrições médicas. Bolsonaro se recupera de uma cirurgia para correção de uma hérnia, realizada no dia 8 de setembro.

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Entretanto, antes mesmo do procedimento médico, alguns assessores de Bolsonaro avaliam, reservadamente, que, após polêmicas envolvendo as queimadas da Floresta Amazônica, há também um risco político pelas possibilidades de protestos.

Entre os auxiliares e familiares do presidente, existe uma divergência sobre a ida ou não à ONU . A equipe médica que realizou a última cirurgia e pessoas próximas a Bolsonaro recomendam que ele não viaje para se preservar. Interlocutores disseram à reportagem que a primeira-dama, Michelle Bolsonaro , tenta convencer o marido a cancelar a viagem.

Outro grupo defende que o momento é fundamental para o governo Bolsonaro se posicionar perante à comunidade internacional e fazer uma defesa pública da soberania da Amazônia , após o embate com o presidente francês Emmanuel Macron , que disse que não assinará o acordo da União Europeia com o Mercosul se o país por não preservar a floresta. Bolsonaro, por sua vez, “quer ir de todo jeito”, segundo o relato de um auxiliar.

Um outro assessor disse que, na tarde desta terça, as chances de ida aos Estados Unidos diminuíram. No início da noite, o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, admitiu que a ida de Bolsonaro à ONU está “sob análise”. Segundo ele, o aval só será dado após Bolsonaro ser submetido a uma nova avaliação da equipe médica na sexta-feira pela manhã. Rêgo Barros destacou que o presidente tem uma boa recuperação e afirmou que a viagem está “praticamente definida.”

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— A viagem do presidente está sob a análise, praticamente definida, mas ainda sob a análise em participar no quesito avaliação médica, que ocorrerá na próxima sexta-feira — informou o porta-voz.

Questionado pelo GLOBO se a viagem dependerá do resultado da avaliação, o cirurgião Antonio Luiz Macedo também deixou a ida do presidente em aberto:

— Eu não sei ainda se ele vai para os Estados Unidos não — declarou Macedo, que embarcará de São Paulo para Brasília às 7h da sexta-feira.

Na tarde desta terça-feira, o Palácio do Planalto retirou da previsão da viagem a passagem por Dallas, no Texas, onde ele teria um rápido encontro com empresários ligados ao setor militar dos Estados Unidos no aeroporto.

Também foram suspensas reuniões bilaterais com os sete chefes de Estados que ainda estavam sendo alinhavados. Saíram da programação encontros com o o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson , e com o presidente Donaldo Trump, do Estados Unidos, além de conversas com os líderes de Polônia, Colômbia, Peru, Ucrânia e África do Sul .

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) esteve no Palácio da Alvorada durante evento nesta terça e gravou um vídeo no local pedindo que o presidente não vá a Nova York para cuidar da saúde. Ela disse ter notado que Bolsonaro está pálido e emagreceu desde a última operação. “Se você tiver alguém na família que tenha feito 4 cirurgias em 1 ano, entenderá”, escreveu a parlamentar no Twitter.

Por enquanto, o embarque da comitiva brasileira, com ministros e parlamentares, além de Bolsonaro está prevista para segunda-feira, dia 23, às 8h, com chegada em Nova York, às 16h. A volta ao Brasil deve ocorrer no dia 25.

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Fonte: IG Mundo
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