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Filipe Sabará tem curso de pós-graduação desmentido por universidade

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Filipe Sabará é candidato à Prefeitura de São Paulo pelo Novo
Divulgação

Filipe Sabará é candidato à Prefeitura de São Paulo pelo Novo

O candidato à Prefeitura de São Paulo pelo Novo, Filipe Sabará , nunca esteve matriculado no curso de pós-gradução para Gerente de Cidade da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), conforme constava em um material do partido que agora já foi tirado do ar. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo e confirmada pelo portal iG ao entrar em contato com a assessoria de imprensa da FAAP.

De acordo com a instituição, o candidato apenas cursou um semestre do curso de Relações Internacionais, em 2003. Desde essa época, ele não teve nenhum vínculo com a universidade.

Na noite desta quarta-feira (23),  Sabará teve sua candidatura suspensa pelo Novo em razão da aproximação dele com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).  Ele se defende dizendo que é perseguido por João Amoêdo, fundador do Novo, e uma “ala esquerdista” do partido.

Um dia antes, o candidato disse em entrevista ao vivo ao iG que a agenda de seu governo é alinhada com o ministro Paulo Guedes , que comanda a pasta da Economia, e recusou o rótulo de que faria parte de uma “direita radical”.

Recentemente Sabará também se envolveu em uma polêmica depois de ele ter elogiado Paulo Maluf e dizer que ele foi o melhor prefeito que São Paulo já teve. A declaração causou mal-estar dentro do Novo, o que fez ele pedir desculpas.

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Governo foi “usado” para tentar anular investigação sobre “rachadinha”

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Reprodução: iG Minas Gerais

Senador Flavio Bolsonaro


A defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos/RJ) “usou” o Gabinete de Segurança Institucional e outros órgãos do governo federal – com autorização do pai, o presidente Jair Bolsonaro  – atrás de evidências que pudessem dar um fim à apuração sobre o esquema das “rachadinhas” .


O uso do GSI foi confirmado pelos próprios advogados de Flávio, que afirmaram se tratar de “suspeitas de irregularidades das informações” nos relatórios redigidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esse órgão federal – que deu início à investigação sobre o senador – recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícita e comunica às autoridades competentes para instauração de procedimentos

O acionamento dessa estrutura governamental foi revelada pela revista Época nesta sexta-feira (23) e confirmada pelos advogados. Ainda de acordo com a publicação, o presidente também estave envolvido no procedimento, contatando o secretário da Receita, José Barroso Tostes Neto, para auxiliar na apuração em favor do filho.

“A defesa do senador Bolsonaro esclarece que levou ao conhecimento do GSI as suspeitas de irregularidades das informações constantes dos Relatórios de Investigação Fiscal lavradas em seu nome, já que diferiam, em muito, das características, do conteúdo e da forma dos mesmos relatórios elaborados em outros casos, ressaltando-se, ainda, que os relatórios anteriores do mesmo órgão não apontavam qualquer indício de atividade atípica por parte do senador”, escreveu a defesa de Flavio em nota oficial.

Os advogados também afirmaram que “o fato foi levado diretamente ao GSI por ter sido praticado contra membro da família do senhor presidente da República”.

Porém, o levantamento do Coaf foi produzido antes de Jair Bolsonaro ter sido eleito. O documento foi divulgado em janeiro de 2018, citando as transações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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