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Família morta em acidente na BR 101 voltava de férias no Nordeste

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“Pena que acabou, vou embora… mas planejando a próxima, se assim Deus permitir .” – Danielli Martins, vítima de acidente na Serra

Essas foram as palavras escritas pela Danielli Martins no último domingo, em uma rede social. Ela, o marido e o filho de 1 ano morreram em um grave acidente na BR 101, na Serra, na noite desta segunda-feira (10). A família retornava de uma viagem de férias ao Nordeste.

Na manhã desta terça-feira (11), a caminho do Departamento Médico Legal (DML), um primo da vítima, o tecnólogo em logística Sérgio Martins Nascimento, 40 anos, conversou com a reportagem do Gazeta Online. Segundo ele, a prima estava viajando de férias com a família.

“Estavam voltando de férias, chegando em casa praticamente. Eu achei que o acidente tinha sido mais longe, para o lado do Norte. De manhã, quando as informações foram chegando, vimos que tinha sido na Serra, perto da Polícia Rodoviária Federal. ” – Sérgio Martins, primo de Danielli

O primo de Danielli afirmou que a família morava em Viana e viajou até o Recife. “Mas não sei o local exato”.

Sérgio ficou sabendo da morte dos parentes pelo WhatsApp. “Ficamos sabendo através do grupo de WhatsApp do bairro. Pesquisei com as pessoas lá no bairro e realmente passaram para mim a foto do acidente que tinha acontecido, que tinha vindo a óbito a minha prima, o meu primo e o filho dela e que o outro estava no hospital em estado grave”.

A VIAGEM

Em suas páginas nas redes sociais, Danielli postou fotos das férias com a família. Mostrou que tinham passado pela Praia dos Carneiros e de Boa Viagem, ambas em Pernambuco. Também publicou uma foto com o filho menor no colo em Japaratinga, Alagoas.

QUEM SÃO AS VÍTIMAS

– Segundo o primo, Danielli Martins, 34 anos, trabalhava em uma corretora. Ela não tem mais pai nem mãe. O irmão não tinha condições de ir ao DML. Por isso, ele estava a caminho do local.

– Ozineto Rodrigues, 38 anos, marido de Danielli. No Facebook, ele se identifica como Neto Rodrigues.

– Lucca, 1 ano e 4 meses. No dia 07 de fevereiro deste ano a mãe postou uma mensagem em agradecimento pelo primeiro ano do filho caçula. SOBREVIVENTE

– Gabriel Martins, de 11 anos. Está em estado grave internado no Hospital Infantil de Vitória. Ele estava no banco da frente no momento da batida com cinto de segurança.


(*G1)

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1º Encontro Remoto de Facilitadores de Justiça Restaurativa e Círculos de Paz

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O objetivo do encontro foi permitir uma troca de experiências das ações que vêm sendo realizadas nesse período de pandemia.

​O primeiro Encontro Remoto de Facilitadores de Justiça Restaurativa e Círculos de Construção de Paz, aconteceu nessa terça-feira (07), com o objetivo de possibilitar uma troca de experiências das ações que vêm sendo realizadas nesse período de pandemia. O encontro foi promovido pela Coordenação do Programa Reconstruir o Viver e contou com o apoio da Escola da Magistratura do Espírito Santo (Emes).

​Para a juíza Patrícia Neves, coordenadora das Varas da Infância e da Juventude do TJES e do Programa Reconstruir o viver, a reunião foi um lindo momento de confraternização possibilitado pela Emes. “No início da pandemia nos vimos paralisados pelo improvável e impermanente. Fomos nosreconstruindo e reinventando, Agentes da Paz. Hoje, reunimos 61 pessoas que pretendem vencer todo o temor desses tempos com acolhida, afeto e escuta respeitosa. Com muito amor!”, ressaltou a magistrada.

​Jaklane Almeida, servidora e instrutora de Justiça Restaurativa, falou sobre a experiência vivenciada: “O encontro de hoje nos ensinou que a semente plantada pelo Programa encontrou terreno fértil e brotou em potentes experiências humanas, pois antes de tudo, Justiça Restaurativa é uma oportunidade de vivenciar a humanidade profunda que habita nosso ser. E as atividades virtuais nos mostram que, em meio às adversidades que não controlamos, ainda assim, encontramos meios criativos de expressar e ofertar nossa humanidade.”

​Segundo a procuradora de Justiça MPES Andréa Rocha, o Encontro Remoto dos Facilitadores de Justiça Restaurativa foi uma oportunidade de reconexão, “propiciando a troca de experiências com relação à realização de círculos remotos, estimulando que todos os realizem, viabilizando que através deles possamos auxiliar pessoas  a superar esse momento tão atípico que estamos vivendo”.

​Esta também foi a visão da advogada e instrutora de círculos Vívian Maria Forzza de Castro. Para ela, “o 1º Encontro foi um momento ímpar de partilha de ricas experiências e apoio de entre os facilitadores que têm levado acolhimento e solidariedade aos participantes dos círculos, neste momento tão delicado que estamos vivenciando.

​A coordenadora da Universidade Aberta do Brasil de Vila Velha, Andréa Toniato da Silva, ainda agradeceu à juíza Patrícia Neves, pelos ensinamentos, e a cada um dos parceiros de caminhada, pela participação. Assim como, a psicóloga coordenadora do Núcleo de Práticas Circulares da Paz da Secretaria de Educação de Cariacica, Tereza Cristina Lopes Duarte, que falou sobre o sentimento de gratidão pela potência que é quando todos estão reunidos nesse movimento da Paz no Estado. “Reitero meu profundo respeito e admiração pela Dra. Patrícia Neves, uma notável precursora que começou esse ciclo. Que possamos estar juntos mais vezes para fortalecermos nossas parcerias, nosso aperfeiçoamento contínuo e apoio mútuo para o fortalecimento das Práticas Circulares da Paz!”, enfatizou Tereza Cristina.

​Ao todo, 61 profissionais do Poder Judiciário do Espírito Santo, Ministério Público Estadual, Iases e EB, além de servidores das prefeituras municipais de Vila Velha, Vitória, Cariacica e Mimoso do Sul. E, ainda, advogados do Espírito Santo e Minas Gerais, e representante da Arquidiocese de Vitória, participaram da troca de experiências.

​De acordo com a servidora do Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), a psicóloga e instrutora de Círculo de Diálogo de Construção de Paz Inayha Cristina Alves Dalvi, participar do I Encontro Remoto de Facilitadores de Justiça Restaurativa foi um momento importante nessa trajetória trilhada no Estado. “Me sinto fortalecida, pois é ter a certeza que, a implementação das práticas restaurativas, em especial, na socioeducação, está na estrada. É ter certeza que não estou sozinha e isso me fortalece. Foi tão lindo ouvir tanta gente pensando no outro e na garantia dos direitos humanos. Uma imensa emoção e alegria de pensar quanta gente e processos maravilhosos me fizeram chegar até aqui!”, destacou Inayha.

​Para Valderí Marxos do Nascimento, facilitador de círculo restaurativo e psicólogo da 2ª Vara da Infância e Juventude de Vila Velha, o encontro virtual foi muito gratificante, pois permitiu a trocar com outros facilitadores de ideias e das experiências de círculos realizados durante o isolamento físico. O servidor ressaltou que aguarda ansiosamente a realização dos próximos encontros.

​Por fim, a subsecretária de Gestão Pedagógica de Vitória, Janine Mattar Pereira de Castro, disse que o município se orgulha em fazer parte desta corrente do bem e que este é o tempo de construir a paz. “É o tempo em que fazemos conexão com a vida em plenitude, portanto, as estratégias servem à causa e assim, presencial ou virtualmente, nada impedirá que os círculos restaurativos nos acolham em humanidade”, destacou.

Vitória, 08 de julho de 2020

 

Informações à Imprensa

Assessoria de Imprensa e Comunicação Social do TJES
Texto: Elza Silva | [email protected]

Maira Ferreira
Assessora de Comunicação do TJES

[email protected]
www.tjes.jus.br

Fonte: TJES

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