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Fabricantes mostram como estão ajudando a combater o coronavírus

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Fabricantes param linha de montagem para ajudar na fazer máscaras, respiradores e ajudar a acabar com a pandemia

A indústria automotiva brasileira ainda não sentiu o auge dos impactos que a quarentena decretada irá causar, devido ao coronavírus. Algo que tornou mais difícil uma leitura otimista sobre a cura da doença é a nova síndrome respiratória, que promete deixar os cidadãos de várias cidades do mundo em confinamento por tempo indeterminado. Conforme o pronunciamento do Ministério da Saúde, a rede do SUS deverá colapsar em meados de abril, com rápida ascensão dos casos de COVID-19 no país. Diante desse cenário, as montadoras estão fazendo o que podem para contribuir para a sociedade.

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A primeira das fabricantes de carros no combate ao vírus FCA está contribuindo para a instalação de hospitais de campanha em Betim (MG) e Goiana (PE), bem como usando sua expertise e recursos para a produção e oferta de itens hospitalares altamente estratégicos neste momento e doando recursos e materiais para a área da saúde, sobrecarregada pelo Coronavírus . A GM do Brasil está trabalhando na reparação de 3 mil respiradores atualmente inativos na rede do SUS, mas a GM considera que o número final será bem maior.

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FCA usa sua infraestrutura para fornecer equipamentos e recursos

A Ford, por sua vez, anunciou que vai produzir inicialmente 50.000 máscaras de proteção facial em suas instalações de Camaçari, na Bahia, e de Pacheco, na Argentina, para equipar os profissionais da saúde que atuam na linha de frente tratando pacientes que contraíram a doença. As máscaras, fabricadas com lâmina de acetato e peças de suporte, fazem parte dos itens de proteção individual mais requisitados por esses profissionais no momento. A distribuição nos pontos de serviço será coordenada por meio das Secretarias de Saúde e da Cruz Vermelha.

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Já a Renault conta com a utilização de impressoras 3D do Creative Lab (laboratório de inovação da marca localizado no Complexo Ayrton Senna, PR) para a produção de máscaras de atendimento hospitalar para entrega à Secretaria de Saúde de São José dos Pinhais (PR). As impressoras estão produzindo 24 horas por dia.

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Veículos da Renault serão utilizados para transporte de donativos, insumos, atendimento a famílias

Além disso, a marca emprestou dez veículos à Coordenadoria da Defesa Civil do Paraná. Os veículos (Captur, Duster, Oroch e Master), foram entregues na sexta-feira, 27, e serão utilizados para transporte de donativos, insumos, atendimento a famílias necessitadas e apoio a ações de saúde, educação e segurança.

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Ela também está fazendo parte de uma campanha organizada pelo Senai para a manutenção de respiradores mecânicos fora de uso, a fim de auxiliar o tratamento de pacientes com a Covid-19. São mais de 3,6 mil ventiladores pulmonares que haviam sido descartados ou necessitavam de manutenção, segundo a LifesHub Analytics e a Associação Catarinense de Medicina.

A Honda trabalha na cooperação para o desenvolvimento de protótipo de respiradores artificiais com o Governo do Amazonas e a Universidade do Estado do Amazonas. O desenvolvimento do protótipo, que tem início ainda no mês de abril, faz parte de um projeto conjunto para contribuir com o serviço de saúde do estado. O grupo trabalhará com o intuito de viabilizar um protótipo de respiradores de transporte, utilizado em pacientes que necessitam de suporte respiratório temporário ou enquanto são deslocados em curtos e médios trajetos.

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Por fim, está a VW, que está disponibilizando frota de 100 veículos da marca para utilização das Prefeituras de São Bernardo do Campo/SP, Taubaté/SP, São Carlos/SP, São José dos Pinhais/PR, localidades onde a empresa mantém fábricas, e para o Governo do Estado de São Paulo. O empréstimo tem como objetivo principalmente apoiar o deslocamento de médicos e enfermeiras, bem como transporte de medicamentos e equipamentos de saúde, podendo ser utilizado para qualquer outra necessidade das autoridades ante o coronavírus .

Fonte: IG CARROS

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Conheça a CB 350, a mais popular das Honda dos anos 60

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A Honda CB 350 K0 de 1968 era mais confortável que suas rivais com motores 2T
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

A Honda CB 350 K0 de 1968 era mais confortável que suas rivais com motores 2T

Você é um cinquentão? E gosta de motocicletas? Então deve conhecer bem a história da Honda CB 400, modelo nacional que chacoalhou o mercado a partir de 1980 e se manteve como uma das motocicletas mais desejadas por mais de uma década. Mas você precisaria ser um pouco mais velho para ter vivenciado a chegada da linha CB da Honda no Brasil, com a Honda CB 350, ainda nos anos 60.

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Até meados da década, antes da Honda CB 350 , as poucas motocicletas que circulavam por aqui eram de origem européia, como as inglesas Norton, BSA, Ariel ou Triumph. Havia também algumas italianas como Gilera ou Ducati, as alemãs BMW, as enormes norte-americanas Harley-Davidson e outras menos conhecidas, como a checa Jawa. Até que começou a invasão japonesa, com a importação de modelos das marcas Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki.

Um dos modelos mais bem sucedidos nessa nova fase do nosso mercado motociclístico era a Honda CB 350, média cilindrada de aparência bem moderna e muito mais ágil do que as motocicletas até então conhecidas, e que acabou se tornando a mais popular da família CB.

Tanque de duas cores com protetores de borracha eram suas características
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Tanque de duas cores com protetores de borracha eram suas características

A Honda CB 350 K0 de 1968 foi, então, a primeira a chegar por aqui, seguida da sua irmã quase gêmea, a CB 250, da menorzinha mas nem tanto CB 125 e da grandona CB 450 DOHC, que ficou conhecida como Black Bomber. Todas bicilíndricas, esta última, que era a mais potente porém pesada e pouco ágil, perderia seu posto de top de linha para a CB 750 Four de quatro cilindros, que chegaria no ano seguinte.

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A Honda CB 350 K0 1968 das fotos foi restaurada em seus mímimos detalhes e, assim como acontece com a quadricilíndrica CB 750 , a primeira versão K0, a mais rara, tem suas particularidades, como a carcaça do farol e as tampas laterais brancas, o banco liso e a lanterna traseira oval. Um gosto pessoal do restaurador desta CB 350 K0 foi trocar o cromo das canecas dos amortecedores traseiros pela pintura na cor do tanque.

Carcaça do farol na cor branca e banco liso eram características da versão K0
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Carcaça do farol na cor branca e banco liso eram características da versão K0

Uma das características das motocicletas Honda nessa época era o extremo conforto de pilotagem de todos os seus modelos, mesmo que isso custasse uma boa parcela do desempenho, quando comparadas com suas concorrentes, principalmente as que utilizavam motores dois tempos. A confiabilidade era outra de suas virtudes.

A Honda CB 350 tinha tudo isso a seu favor, o que facilitava muito a vida de quem rodava muito com sua motocicleta. Era leve, ágil, fácil de ser pilotada e com mais equipamentos, como, por exemplo, a partida elétrica, inexistente na Yamaha RD 350 e nas Suzuki de mesma cilindrada.

Sem poder ainda mostrar aos leitores novos modelos disponíveis, por conta da interminável quarentena a que fabricantes, veículos de comunicação e jornalistas estão se submetendo, vocês conhecerão, nas próximas semanas, a história de outras motocicletas da linha CB dos anos 60, inclusive uma rara versão Scrambler da CB 350.

Relógios padrão na linha CB, que ficaram inclinados na última versão da CB 350
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Relógios padrão na linha CB, que ficaram inclinados na última versão da CB 350

Conheça as diferenças entre as várias versões da Honda CB 350
A Honda CB 350 K1, de 1969, é praticamente igual à K0, apenas com uma faixa branca adicional na pintura do tanque, que aumentou sua capacidade mas manteve as joelheiras de borracha, o banco passa a ser plissado e a lanterna traseira ganha a parte superior retangular.

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Já as diferenças para a CB 350 K2, de 1970, são a supressão dos protetores de borracha do tanque, a pintura da carcaça do farol e das tampas laterais na mesma cor principal do tanque e a adição da cor dourada na linha.

A Honda CB 350 K3, de 1971, não tem mais a pintura em duas cores nem a asa da Honda nas laterais do tanque, tornando-se a versão mais popular do modelo, que permaneceu assim até o seu último ano, 1973. A K4, de 1972, ganhou uma maior lanterna traseira e novos emblemas laterais.

Esta é a Honda CB 350 K4 de 1972
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Esta é a Honda CB 350 K4 de 1972

E a última versão, a CB 350 K5 de 1973, também conhecida por CB 350G, teve ligeira modificação nas faixas do tanque, os amortecedores dianteiros trocaram a cor do tanque por borrachas sanfonadas, os relógios do painel foram inclinados para melhor visualização e, o mais importante, a motocicleta ganhou freio dianteiro a disco com acionamento hidráulico.

As duas últimas versões da Honda CB 350 são as mais conhecidas no Brasil, sendo que a K5 a mais desejada, devido ao freio a disco. Foi o seu último ano de produção (1973), mas, como era comum naquela época, as unidades que não eram vendidas no mesmo ano eram emplacadas como se fossem do ano seguinte, razão de conhecermos algumas CB 350 com o ano 1974 marcado nos documentos. Nesse ano ela foi substituída pela Honda CB 360 , mais moderna, mais bonita, até, mas sem o apelo esportivo nem o sucesso de sua antecessora.

Fonte: IG CARROS

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