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“Eu não estou podendo falar nada”, diz porteiro do condomínio de Bolsonaro

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Pablo Jacob / Agência O Globo

Fachada do condomínio Vivendas da Barra, onde mora o presidente Jair Bolsonaro

O porteiro do condomínio de Jair Bolsonaro, que citou o ex-presidente em depoimento sobre o caso Marielle Franco, está feito um “animal acuado”, de acordo com familiares ouvidos pela Revista Veja,  e foge quando se toca no assunto.

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“Eu não estou podendo falar nada. Não posso falar nada”, afirmou o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, Alberto Jorge Ferreira Mateus, à Veja.   A revista afirma que ele mora na Gardênia Azul, bairro fincado em área dominada por milícias na Zona Oeste do Rio de Janeiro. “Não sei se alguém importante mandou ele não falar. Quando alguma pessoa chega perto e toca no assunto, ele foge”, afirmou o cunhado de Alberto. 

“Ele é uma pessoa do bem, nunca se meteu com coisa que não presta. Depois de muito tempo desempregado, conseguiu esse serviço no condomínio. Agora está com muito medo de perder o emprego e até de morrer”, afirmou outro parente, que preferiu não se identificar.

No fim de outubro, o Jornal Nacional noticiou que registros do condomínio Vivendas da Barra deram conta de que um dos suspeitos do assassinato, o ex-policial militar Élcio Queiroz, esteve horas antes do crime na de Ronnie Lessa,  suspeito de ser o executor da ação, que mora no local.

Em depoimento, o porteiro informou que Élcio Queiroz anunciou que iria não à casa de Lessa, mas à de número 58, que é a residência de Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro. Ainda segundo a reportagem, em seu depoimento, o porteiro afirmou ter interfonado para a casa do então deputado federal e que “seu Jair” havia autorizado a entrada do visitante.

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Contudo, registros de presença da Câmara dos Deputados demonstram que naquele dia o então deputado estava em Brasília. Para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o porteiro mentiu sobre a ligação para a casa da família do presidente.

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Federalização do caso Marielle deve ser votada ainda este ano

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Agência Brasil

Os ministros do STJ tendem levemente em manter caso na esfera estadual, mas a corte continua dividida.

A federalização da investigação do caso Marielle deve ser votada nas próximas semanas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão deve ocorrer em 27 de novembro, próxima sessão da corte e penúltima do ano, ou em 11 de dezembro, a última antes do recesso do STJ.

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A corte, composta por 10 ministros, terá que decidir se as investigações sobre a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes serão entregues à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público Federal (MPF) – federalização do caso – ou se seguirão com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) e a Polícia Civil.

Os ministros do STJ afirmaram ao jornal O Globo  que a corte está dividida, mas com leve tendência de manter o caso em nível estadual.  Os ministros que apoiam essa decisão, acreditam que a troca do órgão responsável pela investigação atrasaria o caso, que já dura um ano e oito meses. 

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Já os que defendem a federalização do caso Marielle acreditam que a esfera federal teria mais recursos para encontrar o(s) suposto(s) mandante(s) dos assassinatos, principalmente se esse(s) tiverem foro privilegiado.

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