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Cultura

Escritora da Serra, Thaynara de Oliveira lança seu primeiro livro em evento on-line

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A obra é uma coletânea de contos com histórias diferentes em tempo, ambiente e realidade.

A escritora capixaba, Thaynara de Oliveira, de 22 anos, lançará seu primeiro livro solo, “Tempos de Colapso” no dia 22 de agosto, partir das 18 horas. Devido à quarentena, o evento será on-line, realizado por meio de uma live no Facebook (https://www.facebook.com/Temposdecolapso).

De acordo com a autora, o lançamento contará com várias etapas, incluindo um bate-papo em que abordará curiosidades e o processo de escrita do livro. Também haverá uma conversa sobre filosofia e fantasia e sorteio de brindes. O livro Tempos de Colapso é uma coletânea de contos com histórias diferentes em tempo, ambiente e realidade, que têm em comum mulheres fortes.

Thaynara explica a obra: “É uma imersão em um mundo de fantasia, que, de forma metafórica, tudo tem a ver com a nossa realidade. Podemos nos colocar no lugar dos personagens ao passo que somos surpreendidos pela imprevisibilidade de suas histórias”

Ela já participou de outras duas coletâneas, juntamente com outros autores,  são elas: Entre Drinks, Música e Amor e Assassinatos no Brasil Colonial.

Reserve o seu!

Para reservar um exemplar de Tempos de Colapso com a própria autora e garantir brindes e preço promocional, basta clicar no link: https://bityli.com/zVBYo.

Para adquirir com a editora em preço comum acesse:

 https://www.katzeneditora.com.br/tempos-de-colapso

Para outras informações, é só entrar em contato pelo WhatsApp: (27) 99906-2308.

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Cultura

Entreolhares recebe indicação de melhor filme em Festival Internacional

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Entreolhares filme do premiadíssimo diretor Ivann Willig recebe a indicação de Melhor Filme e de Melhor Fotografia para Felipe Alex na terceira edição do Festcine Pedra Azul. O filme, foi rodado nas Montanhas Capixabas. A cinematográfica locação fica no sítio Ninho da Águia um projeto arquitetônico deslumbrante de Olavo Gomes Brossois. Que fez no pico da Serra, uma arquitetura redonda, que casou com perfeição ao roteiro de Entreolhares. 

Foi inacreditável encontrarmos essa locação. Eu havia escrito sobre um lugar exatamente assim. Sem nem imaginar que existia. E o que é mais de impressionar, é que as janelas do lugar tem formato de olhos. Tem uma piscina no formato de olho que foi uma surpresa quando encontramos o lugar. Tive a sensação que o Olavo havia lido meu roteiro. Pq foi mágica a coincidência.
Relata Ivann Willig que além de dirigir, é o roteirista do filme. 
Entreolhares desde o convite que o Ivann fez, até todo o processo de produção e pós produção, parecia que acontecia algo sagrado. Eu sonhava em trabalhar com o Ivann a anos, não imaginava que seria como protagonista de uma história tão especial. Eu sabia que estava diante de um desafio gigantesco. O Ivann se une sempre aos melhores, e eu senti que não poderia derrapar. A minha personagem Maria, sofre de necessidades visuais. Fui estudar a fundo. Fiz aula de bengala e Braile. Consegui até ler umas palavrinhas… rs…
Convivi com uma turma de portadores de necessidades visuais. Aprendi a ver a vida como eles. No roteiro a Maria estava sempre maquiada, o marido a arrumava. Mas, eu quis aprender como fazem as pessoas com essas necessidades para se maquiar. E não é que elas conseguem?! Até isso aprendi com elas. Eu me joguei de cabeça. E fiquei impressionada nas reações com os sons, o quanto eles se assustam. Já peguei logo isso pra Maria. Ivann me pediu uma interpretação sem tics, com rosto limpo. E disse que não usaria uma lente que me tirasse a visão, para que eu interpretasse com vocação mesmo.
Desafio feito, desafio aceito. Estudei o triplo. Fui a vários oftalmologistas. Aprendi como vivem naturalmente as pessoas que enxergam a vida com o toque, o cheiro, o gosto. Resolvi emagrecer, perdi 9 kilos para trazer ainda mais fragilidade pra personagem. E deixei a dureza dela refletir em suas ações. Sinceramente, foi um dos trabalhos que mais me exigiu como atriz. E eu tenho imenso amor por ele. Vejo na telona, o resultado do encontro perfeito de uma super historia nas mãos de excelentes profissionais.” diz Marina Azze. 

E ela não fala isso atoa. A equipe de Entreolhares é realmente formada de profissionais consagradíssimos.  Ivann Willig tem mais de 55 prêmios, já ganhou prêmio em Hollywood. Marina Azze tem mais de 36 prêmios em Festivais, Tuna Dwek é considerada a Diva do Cinema e carrega mais de 36 filmes no currículo e 14 prêmios de Melhor Atriz. O ator, Daniel Satti é figuinha reconhecida do meio, com 7 filmes e muitas novelas.

O colorista é nada mais, nada menos que Pedro Paiva, que já tem um EMMY e um Premio no Festival Internacional do RJ. Henrique César é um montador respeitadíssimo com mais de 8 novelas no currículo e 2 filmes, onde já foi tb premiado. O diretor de fotografia Felipe Alex, é famoso no meio, com trabalhos na HBO e muito cinema. Keco Brandão, músico que já esteve ao aldo de artistas como Jane Duboc, Toquinho, Zizi Possi, Gal Costa e outros tantos, fez a trilha original do filme. Aquila Gandra, que trabalhou por 13 anos na Rede Globo e hj mora nos EUA cuidou pessoalmente dos cabelos das personagens.

Que estava impecáveis sobre o figurino de Natália Zincone, que também ja ganhou Melhor Figurino várias vezes. Além de contarem com Luana Willig que já assinou 3 produções cinematográficas, com Daniel Silveira no som, Nill Ramos, Paulo Abreu e Márcia Sacramento que são capixabas que engrandeceram ainda mais a equipe. 

A alegria de fazer este filme é nosso maior prêmio. Conseguimos reunir profissionais que se admiram, que se entregam completamente. Se doam. Ouvimos que Entreolhares é um curta-metragem com cara de longa. E sinceramente, acreditamos que sim. É raro ver um curta com tantos cuidados nos detalhes. Fizemos um filme de época. Com objetos de arte garimpados em galerias em perfeito funcionamento. Temos uma história fortíssima, com profissionais espetaculares, que uniram-se pra tirar esse roteiro do papel e desenhar a tela branca com seus talentos.”

Se emociona ao dizer Ivann Willig.

Começamos a colorir nosso cartaz com os Laurels. É tão lindo ver! Em tempos de pandemia o filme ainda circula, nos trazendo esperanças. A Arte Resiste. Estamos na torcida pra que as indicações se tornem consagrações desses profissionais que se dedicaram tanto, com tamanha maestria.” Relata Luana Willig produtora. 

O Fest Cine Pedra Azul foi adiado por conta da Pandemia. E estava previsto pra acontecer no Bristol. O festival garantiu a edição, não definiu a nova data, por conta claro, das regras de segurança da OMS.

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