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Saúde

Entenda a diferença entre o colesterol bom e o colesterol ruim

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Nós ouvimos falar a todo instante sobre colesterol. Já sabemos, por exemplo, que praticar atividade física é importante não apenas para a saúde do coração, mas também para manter o colesterol sob controle. Mas, afinal, o que é o colesterol e quais os diferentes tipos?

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Tigela em formato de coração com alimentos bons para o colesterol dentro arrow-options
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O colesterol é importante para o funcionamento do organismo, mas deve ter seus níveis controlados

O colesterol é uma substância semelhante à gordura, cerosa, produzida por seu corpo e encontrada em alimentos de origem animal. Ele é usado para várias funções vitais, como servir como base para hormônios, ajudar a formar a estrutura das células e produzir vitamina D”, explica Joyce Oen-Hsiao, diretora de cardiologia clínica da Yale Medicine.

Então, é claro que o nosso corpo precisa de colesterol para funcionar. Mas Oen-Hsiao ressalta que quando os níveis ficam muito altos, pode haver um acúmulo nos vasos sanguíneos, causando problemas à saúde. Inclusive entre os corredores.

Aqui está tudo o que você precisa saber sobre colesterol e dicas para manter os níveis a seu favor.

Tipos de colesterol

Dentro de você, o colesterol se locomove por meio de lipoproteínas. Existem dois tipos principais de lipoproteínas, e é importante entender as diferenças entre o colesterol “bom” e o “ruim”.

Colesterol LDL

O colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL) é o que chamamos de colesterol “ruim” , porque é o tipo que se deposita nas artérias. “Esses depósitos de colesterol podem se acumular ao longo do tempo e causar possíveis bloqueios”, diz Oen-Hsiao.

Essa condição pode levar ao aumento do risco de ataque cardíaco e derrame, reduzindo o fluxo sanguíneo. Quanto menor o número de colesterol LDL, menor o risco.

Um bom parâmetro a ser seguido é estar com menos de 130 mg/dL. Mas isso se você ainda não sofre com diabetes ou enrijecimento das artérias. Vale lembrar ainda que os níveis de colesterol LDL tendem a aumentar com a idade. Por isso o acompanhamento – através de exames de sangue – é tão importante.

O LDL tem um parceiro problemático chamado lipoproteína (a) ou Lp (a), que parece realmente adorar grudar nas paredes das artérias. Comportamentos saudáveis, como manter uma dieta nutritiva, parecem ter pouco impacto na Lp (a). O que isso significa? Que ela é amplamente controlada por fatores genéticos.

Colesterol VLDL

O colesterol VLDL é outro tipo de lipoproteína preocupante produzida pelo fígado e liberada no sangue. Oen-Hsiao explica que a principal diferença entre VLDL e LDL é que eles são compostos de diferentes porcentagens de colesterol, proteína e triglicerídeos – uma forma de gordura presente nos alimentos.

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“O VLDL transporta mais triglicerídeos, enquanto o LDL contém mais colesterol“, diz ela. Portanto, se você comer muitas refeições gordurosas, ele será absorvido como triglicerídeos, o que pode levar a um aumento no VLDL.

Enquanto os triglicerídeos transportados pelo VLDL são usados pelas células do corpo para gerar energia, Oen-Hsiao diz que o excesso também pode levar ao acúmulo de placas nas artérias . “O VLDL acaba sendo transformado em LDL, então, quanto mais partículas VLDL no corpo, mais LDL o corpo pode produzir”, acrescenta Oen-Hsiao.

Não existe uma maneira simples e direta de medir seus números de colesterol VLDL, e é por isso que normalmente não é mencionado durante uma triagem de rotina.

Colesterol HDL

O colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL) é considerado colesterol “bom” , porque transfere o colesterol de volta para o fígado, que depois o libera do corpo. Esse processo evita que ele se acumule como placa nas artérias. Por isso, são desejados níveis mais altos de colesterol HDL, pois reduzirão o risco de doenças cardiovasculares. Segundo os médicos,  uma boa meta a ser buscada é 60 mg/dL ou mais.

Com tudo isso dito, o que você precisa saber é que os números por si só não são suficientes para prever seu risco de problemas cardíacos. Em vez disso, são parte de uma equação maior que inclui muitos outros fatores, incluindo idade, status de fumante e estresse.

“Se uma pessoa tem níveis elevados de colesterol, ela pode tentar mudar o estilo de vida por três a seis meses antes de verificar novamente os níveis de colesterol“, aconselha Oen-Hsia.

Como manter seu colesterol sob controle

Existem duas maneiras importantes de manter seus níveis de colesterol na faixa saudável.

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Coma bem

Um estudo publicado no JAMA descobriu que uma dieta rica em alimentos que ajudam a reduzir o colesterol diminuem ainda mais os números de LDL do que uma dieta voltada simplesmente para a redução do consumo de gordura saturada. Embora não exista um superalimento que possa melhorar drasticamente sua taxa de colesterol bom/ruim, existem certos padrões alimentares que podem render muito. Confira alguns deles abaixo.

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Feijões

Cumbuca de feijão arrow-options
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O feijão é uma fonte de fibras solúveis, as quais são importantes para reduzir os níveis de colesterol

Segundo Hailey Crean, especialista certificado em obesidade e controle de peso, a fibra solúvel se liga aos sais biliares no trato digestivo, leva-os para fora do corpo. “Como a bile é produzida a partir do colesterol no fígado, remover mais do corpo também resulta em menos colesterol na circulação”.

Feijões e lentilhas são as principais fontes de fibras solúveis para reduzir o colesterol. Além disso, pesquisas mostram que comer esses alimentos regularmente pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol LDL (do tipo “ruim”) . Outras fontes de fibra solúvel incluem aveia, cevada, linhaça, sementes de chia e certas frutas, como maçãs e frutas cítricas.

Gordura

Tábua com azeite, abacate, oleaginosas e salmão arrow-options
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Algumas gorduras, como o ômega 3, podem ajudar a controlar os triglicerídeos, levando a uma queda no nível de VLDL

Parece estranho, mas comer gordura pode ajudar a manter seus números de colesterol sob controle. Mas apenas as gorduras certas fazem isso. Sabe-se que o ômega-3 encontrado em peixes gordurosos como salmão e sardinha podem ajudar a reduzir o número de triglicerídeos, que se manifesta como uma queda nos níveis de VLDL. Parece que essas gorduras aumentam a entrega de triglicerídeos ao fígado para remoção do corpo.

Crean também pontua a gordura monoinsaturada como outra gordura que é um triturador de colesterol. Pesquisas indicam que comer mais gordura monoinsaturada pode melhorar nossa proporção de HDL para LDL, melhorando a saúde do coração.

Os pesquisadores de Harvard descobriram que entre quase 130.000 pessoas, aqueles que substituíram 5% das calorias diárias que ingeriam gordura saturada por calorias de gordura monoinsaturada se tiveram um risco 15% menor de doenças cardíacas. “Excelentes fontes de gordura monoinsaturada incluem azeite, abacate e nozes como amêndoas”, diz Crean.

Uma revisão publicada na revista Nutrients mostrou que existem evidências suficientes para dizer que a adição de avelãs ricas em gordura monoinsaturada à dieta pode ajudar a reduzir os números de colesterolLDL. Enquanto outra revisão mostrou que a ingestão de abacates pode reduzir os níveis de colesterol total, colesterol LDL e triglicerídeos.

Berries

Tigela com frutas vermelhas arrow-options
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As frutas vermelhas contêm antioxidantes que aumentam o nível de colesterol bom e reduzem o de colesterol ruim

Mais um pouco de ciência pela saúde do coração: o consumo mais alto de antocianinas, antioxidantes encontrados em frutas, incluindo mirtilos, amoras, uvas escuras e cerejas, aumentou o número de colesterol HDL e, ao mesmo tempo, reduziu o número de LDL. Aparentemente, as antocianinas reduzem a atividade do CETP, uma proteína que transfere o colesterol das moléculas de HDL para LDL, o que o seu coração não quer.

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Proteína vegetal

Vegetais, legumes e grãos ricos em proteína vegetal sobre um fundo branco arrow-options
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A proteína vegetal pode ser uma boa substituta para a carne vermelha se você quer reduzir seus níveis de colesterol

Para manter as doenças cardíacas afastadas, considere reduzir o consumo de carne. Quando pesquisadores de Harvard T.H. Chan School of Public Health e da Purdue University analisaram as dietas de 1.800 indivíduos, eles descobriram que a ingestão mais alta de proteínas vegetais como tofu, feijão, lentilha e sementes resultou em níveis mais baixos de colesterol total e LDL (“ruim”) em comparação com dietas que incluíam mais carne vermelha.

Uma ingestão maior de carne vermelha estava ligada a níveis mais altos de triglicerídeos, que podem aumentar a quantidade de VLDL em movimento no corpo.

Ela acrescenta que comer mais proteínas vegetais também garante o benefício adicional de ser mais rico em fibras, o que também pode ajudar a diminuir o colesterol.

Pouco açúcar

Sugar Free escrito sobre o pó do açúcar arrow-options
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Reduzir o consumo de açúcar é outra boa forma de reduzir o nível de triglicerídeos e, consequentemente, de VLDL

Não há problema em se abastecer com géis nas suas corridas mais longas, mas sua dieta geral deve ter pouco açúcar. Quando você enche o seu sistema com açúcar simples (glicose), alguns são usados para gerar energia, mas Crean adverte que o excesso é usado para produzir triglicerídeos. Isso pode aumentar o risco de doenças cardíacas e resistência à insulina, um fator que contribui para o diabetes.

A melhor maneira de diminuir seus níveis de VLDL é diminuir seus triglicerídeos. Portanto, cortar o açúcar adicionado de sua dieta é um bom primeiro passo.

Praticar atividade física regularmente

Pessoas praticando pliometria arrow-options
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Praticar exercícios regularmente traz inúmeros benefícios para o corpo, inclusive o controle do colesterol

Uma pesquisa no American Heart Journal descobriu que, independentemente da dieta, a prática regular de atividade física pode ter efeitos benéficos nos níveis de LDL e HDL, tamanho do LDL (tamanho menor e mais denso das partículas de LDL é mais preditivo de doença cardíaca) e triglicerídeos.

Segundo os especialistas, um motivo é que a prática de exercício mantém o seu peso sob controle. E isso é essencial, já que pessoas com sobrepeso tendem a ter níveis piores de colesterol e triglicerídeos.

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Mas não se esqueça de fazer alguns intervalados. Pois a pesquisa mostra que o HIIT pode ser especialmente útil para melhorar os níveis de colesterol. Além disso, considere levantar um pouco de peso algumas vezes por semana: treinos de resistência melhoram nossa proporção músculo-gordura, o que também faz parte da equação para números saudáveis de colesterol em homens e mulheres.

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Saúde

Estados confirmam ter descartado suspeitas de coronavírus

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Após o Ministério da Saúde informar, hoje (23), que não há casos suspeitos de coronavírus no Brasil, secretarias de saúde de quatro estados e do Distrito Federal confirmaram ter descartado casos que chegaram a reportar à rede Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS).

Em nota, a secretaria estadual de Saúde de Minas Gerais explicou que, após receber orientações do ministério, e com base nos critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para definir os casos suspeitos da nova doença, concluiu que o caso da mulher de 35 anos que, no último dia 18, desembarcou em Belo Horizonte com sintomas compatíveis com uma “doença respiratória viral aguda”, não se trata de um caso da nova doença.

De acordo com a secretaria mineira, a mulher – cujo nome não foi divulgado – desembarcou na capital mineira após retornar de uma viagem a Xangai, na China. “A notificação [a Rede Cievs] se deu porque a paciente esteve em um evento internacional na China, teve contato com pessoas de diversos locais do mundo, com vários dias de duração, e apresentava sintomas respiratórios”, acrescentou a secretaria em nota enviada em resposta às questões da Agência Brasil.

De acordo com a secretaria, a notificação de suspeita foi feita porque só hoje (23) os técnicos da área tiveram acesso às orientações oficiais do Ministério da Saúde, com os critérios de definição de casos suspeitos para o novo Coronavírus.

“Quando a paciente procurou atendimento [no dia 18], a secretaria ainda não dispunha do protocolo do Ministério da Saúde, com orientações sobre esses casos. Ela foi conduzida rapidamente para o Hospital Eduardo de Menezes e, por medida de precaução, para evitar a disseminação de uma possível nova doença, ainda desconhecida, foi decidido pelo isolamento da paciente, para observação cuidadosa em ambiente hospitalar”, acrescentou a pasta.

A paciente continua internada no Hospital Eduardo de Menezes, onde foi submetida a exames laboratoriais de rotina, capazes de detectar a presença dos vírus influenza, comuns em diversos tipos de infecções respiratórias, e de outros vírus. Antes de receber a nova orientação do Ministério da Saúde, contudo, a secretaria já tinha enviado uma amostra dos testes da paciente para ser analisada no laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. A secretaria de Saúde de Minas Gerais afirma que ainda vai avaliar, junto com o Ministério da Saúde e com a fundação, se deve ou não realizar o exame para o novo coronavírus.

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“A partir do protocolo veiculado hoje, o estado de Minas Gerais adotará as recomendações do Ministério da Saúde”, garantiu a secretaria antes de informar que o estado clínico da mulher é considerado estável e a expectativa é que ela tenha alta médica em breve.

Distrito Federal

Consultada pela reportagem, a secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou que reportou um caso suspeito no dia 18 de janeiro. O paciente era um homem, 55 anos, morador do Distrito Federal, que, junto com parentes, viajou por alguns países da Europa e da Ásia entre o fim de dezembro de 2019 e 17 de janeiro de 2020. De volta ao Brasil, ele apresentou sintomas “sugestivos de síndrome respiratória aguda grave”, com fortes dores de cabeça, mal-estar geral, dores pelo corpo e febre com calafrios.

O paciente, no entanto, não esteve na cidade chinesa de Wuhan, onde surgiram os primeiros casos da doença que já contaminou centenas de moradores do município e se espalhou para ao menos outros oito países (Arábia Saudita, Cingapura, Coreia do Sul, Estados Unidos, Japão, Tailândia, Taiwan e Vietnã). Para a OMS – e, consequentemente, para o Ministério da Saúde brasileiro – a passagem por Wuhan é um dos principais critérios para se suspeitar de alguém que apresente os sintomas que podem indicar uma série de outras complicações de saúde mais brandas.

“Imediatamente, técnicos da equipe da Gerência de Epidemiologia de Campo (DIVEP/SVS), se deslocaram ao hospital [onde o paciente esteve internado] para proceder a investigação do caso”, relata a secretaria estadual. “Com os dados obtidos na investigação, foi descartada a hipótese de doença respiratória causada por agente novo coronavírus (apelidado até o momento de 2019-nCoV). [Mesmo assim] foram coletados materiais para exames complementares a serem realizados no Laboratório Central do Distrito Federal”.

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Rio Grande do Sul

Em nota divulgada hoje (23), a secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirma não ter registro de nenhuma situação relacionada ao novo coronavírus em investigação. A pasta explica que, nesta quarta-feira (22), chegou a notificar ao Ministério da Saúde um possível caso, mas já descartou tal hipótese.

“Tratava-se de uma pessoa que passou 18 dias trabalhando na China e que procurou atendimento médico com febre e tosse. Foram tomadas as medidas preconizadas para atendimento de caso suspeito e o resultado foi negativo, sendo que o paciente sequer está internado”, explica a secretaria gaúcha, que está orientando os profissionais das redes de saúde pública e privada sobre os critérios estabelecidos pela OMS e os procedimentos preconizados pelo Ministério da Saúde no Boletim Epidemiológico divulgado hoje.

Entre as principais orientações está a recomendação para que, em eventuais casos suspeitos, os pacientes utilizem máscara cirúrgica, e os profissionais que tiverem contato com ele todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados, além das medidas de precaução padrão. Os casos graves devem ser encaminhados para um hospital de referência, e os leves devem ser acompanhados pela atenção básica em saúde.

Santa Catarina

A secretaria de Saúde de Santa Catarina afirma que, na última terça-feira (21), servidores da Diretoria de Vigilância Epidemiológica chegaram a entrar em contato com funcionários do Ministério da Saúde a fim de relatar a suspeita de que um casal da cidade de Videira, a cerca de 400 quilômetro de Florianópolis, pudesse ter contraído o novo tipo de coronavírus.

“Os casos foram descartados por não se enquadrarem na definição da doença adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, explicou a secretaria catarinense, alegando que a suspeita só foi levantada porque as duas pessoas, cujos nomes não foram divulgados, apresentaram sintomas gripais logo depois de voltarem de uma viagem à Tailândia. “Ambos tiveram sintomas leves, não precisaram internar e não receberam nenhum tratamento específico”.

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Até o momento da publicação desta reportagem, apenas a secretaria de Saúde de São Paulo não havia respondido às perguntas enviadas pela Agência Brasil.

Além de divulgar novas orientações, o Ministério da Saúde instalou o Centro de Operações de Emergência (COE) – coronavírus. Formado por técnicos especializados em resposta às emergências de saúde pública de vários órgãos, o comitê tem a missão de preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil.

Esta manhã, o secretário substituto de Vigilância em Saúde do ministério, Júlio Croda, garantiu que o Brasil está preparado para lidar com a doença. “Nossa rede laboratorial está preparada para realizar os testes e fazer os diagnósticos, mas, neste momento, não há porque submeter a exames [para detecção do coronavírus] todos os pacientes [com sinais] de síndromes gripais, que são avaliadas de acordo com outro protocolo, o de [detecção do vírus] influenza, que é o vírus mais comum”.

Croda destacou que, segundo a OMS, até o momento, só há registros da transmissão do vírus entre pessoas que moram ou tiveram contato frequente com pessoas infectadas, incluindo profissionais de saúde. “A OMS estabeleceu dois critérios [para atestar a presença do coronavírus]. Um clínico: a pessoa precisa ter febre e mais algum sintoma respiratório. E temos os critérios epidemiológicos, que são três: ter viajado para Wuhan, na China; ter tido contato com algum paciente suspeito de coronavírus ou com algum paciente com [a doença] já confirmada. São estas as situações em que uma pessoa pode ser enquadrada em um caso suspeito.”

Edição: Pedro Ivo de Oliveira
Fonte: EBC Saúde

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