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Empresas e caminhoneiros alertam para risco de nova greve

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A ameaça de nova greve dos caminhoneiros vem ganhando cada vez mais corpo. Isso porque, além dos representantes dos caminhoneiros, agora a Confederação Nacional do Transporte (CNT) alertou para uma necessidade de revisão na frequência de aumento do óleo diesel e o descumprimento da tabela mínima de frete.

Segundo o presidente da CNT, Vander Francisco Costa, as empresas de frete também sofrem com as altas diárias no preço do combustível. “Não temos a capacidade técnica de suportar aumento de preços diários, quinzenais ou mesmo mensais. Nossa proposta é que as variações de preços que acompanham o mercado internacional sejam feitas com intervalo mínimo de 90 dias”, disse.

O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, também criticou os frequentes aumentos do óleo diesel e o descumprimento da tabela mínima de frete.
Lopes lembrou que, caso nenhuma medida seja feita, há grandes chances de uma nova greve parar o Brasil.

“Ninguém está cumprindo a lei. O que está acontecendo é que os caminhoneiros autônomos estão sendo penalizados, estão morrendo à míngua. Não temos mais trabalho. O óleo diesel aumenta todos os dias. Algo precisa ser feito urgentemente”.

Nos Estado, representantes do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística (Transcares) informaram que não há, por ora, nenhum posicionamento por parte das empresas capixabas. Comunicaram ainda que nenhuma paralisação foi confirmada para os próximos dias.


(*Tribuna on line)

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Estudante é acusado de racismo após recusar material de professora negra na UFRB

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Momento em que o estudante acusado de racismo arrow-options
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Momento em que o estudante acusado de racismo na UFRB deixa a sala de aula

Um estudante da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) está sendo acusado de racismo por se recusar a pegar um material das mãos de uma professora negra . Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver o momento em que o aluno é convidado a se retirar da sala de aula. De acordo com o jornal Extra , o episódio aconteceu na noite desta segunda-feira (9). Não há informações oficiais sobre a identidade do estudante acusado.

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Nas imagens divulgadas pelo perfil “Lista Preta” do Twitter, é possível ver o estudante de pé na frente da sala e pedindo que a professora deixe os papéis em cima da mesa para que ele pegue. Ela se recusa e levanta, enquanto outros estudantes pedem para ela ignorar e seguir com a aula.

Em outro vídeo, uma mulher que se identifica como coordenadora do colegiado do curso de história da UFRB pergunta se a professora se sente confortável e em condição de prosseguir a aula com o estudante ali, na qual a docente responde: “Ele tumultuou, queria que ele saísse”. A coordenadora, então, convida o estudante a se retirar e pede que os colegas de sala se coloquem a disposição para “servir como testemunha”. Ele se levanta e sai sem resistir aos gritos de “fora, racista”.

Na sequência, a coordenadora conversa com o estudante fora da sala de aula com outras pessoas ao redor e ele se retira sem se pronunciar. De acordo com relatos de estudantes da mesma sala ao perfil, desde que entrou na Universidade, em 2018, ele “se recusa a pegar coisas das mãos de pessoas negras e que pessoas negras tenham manuseado ou até mesmo sentar próximo. Chegando a dizer que – não se mistura com negros pois foi bem criado”.

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Assista aos vídeos abaixo

Ao Extra , o estudante Vinicius Cerqueira, que estava na sala no momento, confirmou que não foi a primeira vez que o aluno teve atitudes racistas no ambiente universitário.

“Ele já teve problemas com a instituição por conta das suas atitudes racistas. Ele demonstrava o preconceito muitas vezes de forma velada. Em outras aulas observamos que ele não pegava qualquer tipo de documento da mão de pessoas negras sendo elas discentes ou docentes. Ontem foi o estopim”, disse.

Diferença entre racismo e injúria racial

Para o advogado e conselheiro do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), Ariel de Castro Alves, o estudante cometeu crime de racismo , com base no artigo 20 da Lei nº9.459/97. “Ele praticou dicriminação e preconceito racial”, disse em contato com a reportagem do iG . A pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.

Alves explicou também a diferença entre os crimes de racismo, inafiançável e imprescritível, e o de injúria racial , afiançável e prescritível. “A injúria é a ofensa, o xingamento, atingindo a honra da pessoa ofendida. Se ele a chamasse de macaca seria injúria racial”, afirma, com base no artigo 140 do código penal.

“Racismo é a conduta discriminatória. Pode ser contra uma pessoa determinada, mas atinge a todos os negros, por exemplo, e também toda a sociedade”, acrescenta o advogado e conclui: “A injúria depende da representação do ofendido, da vítima, para ter uma investigação e inquérito. No racismo não. A polícia ao tomar conhecimento, até pela imprensa, deve instaurar inquérito. Depois o ministério público entra com ação penal para ter um processo criminal”.

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A reportagem do iG tentou contato com a UFRB por telefone e e-mail, mas, até a publicação desta nota, não obteve retorno.

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