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Em SP, negros são 2,5 mais infectados por coronavírus que brancos

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Testes rápidos para a Covid-19
Foto: Bruno Concha/Fotos Públicas

Pesquisa testou 1.183 pessoas em 15 regiões diferentes da cidade, por sorteio


Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) indicou que a população negra da capital paulista  é 2,5 vezes mais infectada pelo novo coronavírus do que a população branca. É o que indicam amostra de sangues que foram colhidas pelos pesquisadores entre 15 e 24 de julho.


Além de traçar perfis sobre a situação epidemiológica na capital do Estado de São Paulo, esse estudo chegou a afirmar que cerca de 91,6 % dos casos de Covid-19 não entram na contabilização oficial.

Exames sorológicos foram aplicados em 1.183 pessoas em 115 regiões da capital. Em cada região, 12 municípios eram sorteados para que os moradores realizassem a testagem. Destes, 19,7 % das pessoas negras já criaram anticorpos contra Covid-19 , enquanto o mesmo só pode ser afirmado a 7,9 % das pessoas brancas.

O estudo, que é apoiado pelo Instituto Semeia e conta com participação de profissionais do Laboratório Fleury e Ibope Inteligência, também fez separação das regiões com base em renda. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram utilizados para fazer o mapeamento das áreas ricas e pobres.

Além disso, foi constatado pela equipe que pessoas que cursaram ensino superior se infectam 4,5 menos que pessoas que não finalizaram o ensino fundamental. A taxa de infecção é de 22,9 % para quem completou o ensino superior e 5,1 % para os que não completaram o ensino fundamental.

O estudo avalia também maior taxa de contágio em pessoas que compartilham a residência com cinco ou mais, com 15,8% maior índice; diferente de pessoas que vivem com uma a duas pessoas a mais, cuja taxa cai para 8,1 %

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STJ coloca juiz em prisão domiciliar e obriga uso de tornozeleira

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Magistrado é apontado como líder de esquema


Um juiz usando uma tornozeleira eletrônica não é uma cena muito comum de se ver. Mas foi que aconteceu com o magistrado Leonardo Safi de Melo, preso por cobrar propinas sobre precatórios milionários. A decisão é do Superior Tribunal de Justiça, da 21ª Vara Federal Cível de São Paulo e atendeu pedido da defesa, colocando o juiz em  prisão domiciliar .


A liminar também proíbe Melo de acessar as dependências da Justiça Federal e o sistema eletrônico do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, deixando à cargo da presidência da Corte garantir a suspensão do login do magistrado.

“A liminar concedida restaura, de forma correta, a liberdade do meu cliente, pois, com as buscas e apreensões realizadas, bloqueio de bens e afastamento das funções, a prisão preventiva mostrava-se absolutamente desnecessárias”, declarou o advogado Leonardo Massud, que defende Leonardo Safi.

O juiz foi alvo da Operação Westminster , que mira organização criminosa que utilizava processos na Justiça Federal envolvendo precatórios para cobrar propinas em troca de decisões favoráveis. O magistrado é apontado como líder do esquema. A articulação das negociações teria ficado a cargo do secretário Divannir Ribeiro Barile.

Segundo as investigações, Divannir teria chegado a afirmar que falava em nome dos ‘ ingleses ‘, em referência ao juiz Leonardo Safi. A menção batizou a operação de Westminster, distrito na cidade de Londres.

O inquérito foi aberto em março, a partir de denúncia anônima e indica que o grupo do juiz escolhia processos milionários , se aproximava de uma das partes da ação e pedia uma ‘ comissão ‘ para expedir os precatórios.

Defesa faz declaração

“Acredito que a liminar concedida restaura, de forma correta, a liberdade do meu cliente, pois, com as buscas e apreensões realizadas, bloqueio de bens e afastamento das funções, a prisão preventiva mostrava-se absolutamente desnecessária . Além disso, no decreto de prisão, não ficou demonstrado que as medidas cautelares diversas, tais como o monitoramento eletrônico e proibição de contatos com pessoas, poderiam comprometer a marcha do processo. Dessa maneira, a soltura evita que a prisão nesse momento se transforme em uma aplicação antecipada da pena”.

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