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Em meio à bolha, US Open começa com seis brasileiros na disputa

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Seis tenistas brasileiros estão na disputa do US Open, que começou nesta segunda-feira (31) em Nova Iorque (EUA). O aberto norte-americano é um dos quatro principais torneios do circuito mundial, os chamados Grand Slams, e é o primeiro do gênero disputado em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Os primeiros atletas do país a estrear serão Thiago Monteiro e Thiago Wild, representantes nas disputas individuais. Ambos entram em quadra às 12h (horário de Brasília) desta terça-feira (1). Monteiro, número 83 do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP, na sigla em inglês), enfrenta o canadense Félix Auger-Aliassime, 20º do mundo e cabeça de chave número 15. Já Wild, número 113 da ATP, terá pela frente o britânico Dan Evans, 28º do ranking e 23º cabeça de chave.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Final preparation with the legend sir @andymurray ??? #vamos #usopen2020

Uma publicação compartilhada por Thiago Monteiro (@thiagomonteiro94) em 31 de Ago, 2020 às 11:07 PDT

Os demais brasileiros competem nas duplas. A única representante do tênis feminino do país é Luísa Stefani, 39º do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês), que joga com a norte-americana Hayley Carter, 36º do mundo. A parceria encara as irmãs ucranianas Lyudmyla e Nadiya Kichenok, que ocupam, respectivamente, as posições 35 e 38 da WTA.

Na chave masculina, o Brasil conta com três tenistas. Marcelo Melo e o polonês Lukazs Kubot, que dividem o sétimo lugar do ranking da ATP nas duplas, são os cabeças de chave número dois e estreiam contra os belgas Sander Gillé e Joran Vliegen, que ocupam as posições 36 e 44 do mundo.

Parceiro de Melo na seleção brasileira para as etapas de Copa Davis, Bruno Soares (27º do mundo) e o croata Mate Pavic (17º) medem forças com a forte dupla do argentino Horácio Zeballos (4º) com o espanhol Marcel Granollers (15º). Já Marcelo Demoliner (49º) e o holandês Matwé Middelkoop (62º) enfrentam o francês Nicolas Mahut (3º) e o alemão Jan-Lennard Struff (48º).

Bolha do tênis

Não é só na NBA, liga de basquete masculino norte-americana, que os atletas estão imersos em uma bolha de proteção para evitar o contágio em razão do novo coronavírus. Desde a chegada ao país, os jogadores obedecem a um protocolo sanitário rígido para terem condição de participar do US Open.

“A dinâmica da bolha passa a ser uma rotina que não é tão complicada assim, acaba acostumando. Eu e Lukasz não encostamos mais a mão. Falamos de longe como vamos jogar o ponto. Sentamos mais afastados. Dentro da bolha, está realmente muito seguro, seguindo um protocolo bem restrito. Máscara no restaurante, no vestiário, álcool gel e distanciamento social. Às vezes, até na quadra, eu sinto falta da máscara, desacostumado de ficar sem ela. Mas está tranquilo, os jogadores estão se adaptando muito bem”, explicou Marcelo Melo em comunicado à imprensa.

A pandemia afastou jogadores importantes do circuito, como o espanhol Rafael Nadal e a canadense Bianca Andreescu, atuais campeões de simples, o australiano Nick Kyrgios e a ucraniana Elina Svitolina, que preferiram não se arriscar em Nova Iorque. O francês Benoît Paire, que seria o cabeça de chave número 17 do torneio individual masculino, testou positivo para a covid-19 dentro da bolha, tendo que ficar em isolamento.

A competição ocorre sem a presença de torcedores. No caso das duplas, a chave foi reduzida de 64 para 32 parcerias. “É estranho entrar na quadra e não ter público. A torcida que está sempre presente de uma maneira tão especial, apoiando. Apesar disso, nunca vi tanto jogador feliz de competir novamente. Todo mundo se adaptando a este momento”, analisou Melo.

Edição: Fábio Lisboa

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Cruzeiro vence Minas Brasília e segue vivo no Brasileiro Feminino

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O Cruzeiro ainda tem chances de classificação à próxima fase da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. A vitória por 2 a 0 sobre o Minas Brasília, neste sábado (10) à noite, levou a Raposa aos 20 pontos, a três do Grêmio, último time no G-8. As Cabulosas se beneficiaram do empate das tricolores com o São José por 1 a 1.

A Raposa recebeu as brasilienses no Sesc Alterosas, em Belo Horizonte, pela 14ª rodada da competição. Aos 18 minutos da etapa final, após boa jogada individual da atacante Micaelly, a bola sobrou para a meia Duda bater da entrada da área, no canto de Thalya. Já nos acréscimos, a atacante Mariana Santos foi lançada, com liberdade, escapou da goleira e definiu a vitória celeste.

Em 10º, as cruzeirenses torcem, agora, por um tropeço do Flamengo neste domingo (11). O Rubro-Negro enfrenta o Palmeiras em Itu (SP) e, se vencer, vai a 24 pontos – o que acabaria com as chances de classificação das mineiras, que podem ir, no máximo, a 23 pontos nesta primeira fase.

A derrota impediu que o Minas assegurasse, com uma rodada de antecipação, a permanência na elite. A equipe tem quatro pontos de vantagem para o Iranduba, que joga no domingo, em Caçador (SC), contra o Avaí/Kindermann. O time de Brasília torce por uma derrota das amazonenses para entrar na última rodada, na quarta-feira (14), livre do rebaixamento.

Ruim para os dois

Em Gravataí (RS), a atacante Fernanda Tipa, de pênalti, colocou o São José à frente do Grêmio, no início do primeiro tempo. Na etapa final, a meia Jane Tavares aproveitou a sobra de uma bola rebatida pela zaga e bateu com categoria, de fora da área, deixando tudo igual. As gremistas estiveram mais perto da virada que as paulistas do segundo gol, mas a igualdade prevaleceu no estádio Vieirão.

O resultado não foi bom para ninguém. O São José foi a 17 pontos, estacionando na 11ª posição. As joseenses podem atingir, no máximo, 20 pontos – o que é insuficiente para disputar a última vaga no G-8. Já o Grêmio corre risco de perder o lugar na zona de classificação se o Flamengo vencer o Palmeiras. As tricolores estão em oitavo, com 23 pontos, com dois pontos (e um jogo) a mais que as rubro-negras.

Mata-mata em vista

O empate em Gravataí foi comemorado pelo Internacional, que, antes mesmo de ir à campo pela 14ª rodada (também neste domingo, contra o já rebaixado Audax, em Porto Alegre), garantiu-se no mata-mata. Com 27 pontos, as Coloradas não podem mais ser ultrapassadas pelas gremistas. Ferroviária e São Paulo, ambos com 26 pontos, podem seguir o mesmo caminho se empatarem no duelo entre si, em Araraquara (SP). Avaí/Kindermann e Palmeiras, com 24 pontos, asseguram vaga se vencerem, respectivamente, Iranduba e Flamengo.

Confira a classificação da Série A1 do Brasileiro Feminino.

Edição: Verônica Dalcanal

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