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Nacional

“Elegeram Bolsonaro e me chamam de grosseiro?”, diz Zeca Dirceu após confusão

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Deputado Zeca Dirceu
Luis Macedo/Câmara dos Deputados – 16.12.2015
Zeca Dirceu chamou Paulo Guedes de “tchutchuca” e causou polêmica na CCJ

Após confusão com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a quem chamou de “tchutchuca” e “tigrão”
em uma sessão sobre a reforma da Previdência, o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) respondeu à repercussão e afirmou que as palavras saíram de sua boca sem planejar. As informações são da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo
.

Nessa quarta-feira (3), na sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ),  Zeca Dirceu
afirmou que Paulo Guedes é “tchutchuca” com os ricos e “tigrão” com os mais pobres, causando a ira do ministro. 

“Tô vendo, ministro, que o senhor é tigrão com aposentados e trabalhadores, mas é tchutchuca com quem tem privilégios”, disse Zeca Dirceu.  Imediatamente, Paulo Guedes
reagiu e prosseguiu com o bate-boca que encerrou a sessão: “Tchuchuca é a mãe. É a vó”, exclamou. “O senhor me respeite”, gritou. 

Após a repercussão, tanto positiva quanto negativa, o deputado se manifestou sobre o caso. “Eu ouvia a música quando era adolescente. Nunca achei ofensiva”, justificou. “As pessoas elegem um cara como o Bolsonaro e agora me chamam de grosseiro?”, completou o petista. 

Leia também: Conheça Zeca Dirceu, deputado que irritou Guedes ao chamá-lo de ‘tchutchuca’

Em sua conta do Twitter, Zeca Dirceu
argumentou que quis cobrar uma posição de Paulo Guedes, que “não se manifestou sobre a reforma Tributária, Bancária, de sonegadores e “quer começar pela Previdência com os mais pobres”. O deputado afirmou ainda que “não aceita e nem tolera” a posição do ministro. 

Fonte: IG Mundo
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Nacional

Bolsonaro edita 7º decreto sobre armas e mantém brecha para compra de fuzil

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Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR
Bolsonaro edita 7º decreto sobre armas e mantém brecha para compra de fuzil

No início da madrugada desta quarta-feira, foi publicado no  Diário Oficial da União um novo decreto sobre armas , o sétimo editado desde o início do governo Bolsonaro . O texto revoga decreto publicado ontem, mas mantém alguns pontos polêmicos que vem sofrendo resistência do Congresso desde que o atual governo decidiu mudar as regras sobre porte e posse de armas no país. O novo decreto mantém brecha para compra de modelo de  fuzil ao repetir a definição técnica sobre o que é uma arma de uso permitido. Antes do governo Bolsonaro, fuzil era arma de uso restrito das forças policiais. 

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Numa tentativa de amenizar as críticas, o novo decreto de Bolsonaro excluiu a relação de cerca de 20 categorias profissionais que teriam direito a ter porte de arma. Assim, caiu a permissão para que guardas de trânsito, caminhoneiros, advogados, políticos eleitos e até jornalistas que cobrem assuntos de segurança pudessem requerer um porte de arma.

O novo decreto também revogou a permissão para compra de até 5 mil munições para armas de uso permitido e até 1 mil munições para armas de uso restrito. Agentes do Ibama para quem o governo Bolsonaro havia vedado o porte de arma, voltaram a ter esse direito.

Os militares que migravam para a reserva também perderam o direito automático de manter o porte. O novo decreto não traz mais o inciso que assegurava esse benefício. O novo decreto apenas diz que, para manter direito ao porte, o militar que vai para a reserva tem que se submeter a exames técnicos.

O novo texto manteve um tema que vinha sendo defendido por colecionadores de armas e associados de clubes de tiro: a liberação da importação de armas, mesmo quando há similar fabricado no Brasil . Até 2018, a importação de armamento era proibida se houvesse um similar nacional.

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Leia também: Militar da comitiva de Bolsonaro é preso com cocaína em avião da FAB na Espanha

Bolsonaro enviou ontem um projeto de lei ao Congresso que, se aprovado, dará ao Executivo a permissão de por decreto ampliar o porte de armas para outras categorias, além daquelas especificadas em lei. Uma das principais questões sobre os decretos das armas foi justamente esta ampliação 

Fonte: IG Nacional
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