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Dupla encapuzada mata mulher na frente da filha de 4 anos em Cariacica

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A vítima é a operadora de telemarketing Maiara de Oliveira Freitas, de 26 anos. O crime aconteceu no bairro Antonio Borges, Cariacica

Fingindo ser policiais, dois bandidos encapuzados invadiram uma casa, agrediram um morador e mataram uma mulher de 26 anos na frente da filha dela.

A operadora de telemarketing Maiara de Oliveira Freitas foi assassinada na Rua B, do bairro Antonio Borges, em Cariacica, na manhã desta quarta-feira (11).

Familiares contaram à Polícia Civil que os criminosos pularam o muro do imóvel por volta das 4h. Armados, eles arrombaram uma porta e invadiram o quarto do pai da vítima.

Eles acordaram o morador, disseram ser policiais e agrediram ele com coronhadas na cabeça. Depois, ordenaram que ele ficasse no quarto e seguiram para o quarto de Maiara.

A mulher foi retirada do cômodo e executada a tiros na frente da filha, de 4 anos. A menina não ficou ferida. Os criminosos fugiram e a polícia foi acionada.

SUSPEITA DE VINGANÇA

Familiares contaram que a vítima morava no bairro há duas semanas. Ela não tem passagem pela polícia. A suspeita é de que a operadora de telemarketing tenha sido morta por vingança.

Há cerca de um ano, o namorado dela foi morto no bairro. Ela teria ajudado a polícia na investigação e foi ameaçada por isso. Ela se mudou para Minas Gerais e retornou a Antônio Borges há 14 dias.

Os parentes revelaram que pretendem se mudar do bairro por medo da violência. A filha de Maiara está abalada, chorando e perguntando sobre o paradeiro da mãe.

O corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML), em Vitória. O crime será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM).


(*Com informações de Daniela Carla, da TV Gazeta)

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“Entregue meu corpo para minha mãe”, pediu homem executado por ordem de traficante

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Segundo a polícia, a morte de Fernando teria sido planejada três dias antes, dentro do presídio

“Entregue meu corpo para minha mãe, na Serra”. Esse teria sido o último pedido feito por Fernando Monteiro Telles, de 30 anos, chefe do tráfico de drogas em Colina da Serra, na Serra, a traficantes rivais antes de ser torturado e degolado, no Complexo da Penha, em Vitória, no dia 28 de março deste ano.

Segundo a polícia, a morte de Fernando teria sido planejada três dias antes, dentro do Centro de Detenção Provisória de Guarapari, pelo também traficante da Serra Ícaro Santana Soares, de 25 anos, que é ligado ao Primeiro Comando de Vitória (PCV).

O bandido ditou uma carta ao advogado dele, Frank William de Moraes Leal Horácio, de 30 anos. Esse advogado também atuava na defesa de Fernando e foi quem levou a exigência da morte a outros bandidos.

No dia do crime, por volta das 17h, dois amigos de Fernando Telles, teriam convidado a ele e a mulher de Ícaro para subirem o morro, dizendo que ambos precisavam “limpar” suas imagens com o PCV.

A mulher preferiu não ir, mas Fernando Telles, confiando nos amigos, decidiu subir e se deparou com outras seis pessoas. Uma delas era o líder do tráfico no Bairro da Penha, Fernando Moraes Pereira Pimenta, conhecido como “Marujo”, de 27 anos.

Segundo o delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Serra, Rodrigo Sandi Mori, Fernando Telles teria sido questionado sobre o relacionamento com a mulher de Ícaro, mas negou que houvesse uma relação amorosa.

Um dos criminosos que estava presente, Bruno Alexandre da Silva Cruz, conhecido como “Bruninho”, de 23 anos, mostrou, então, um áudio desmentindo Fernando Telles.

“Ele, vendo que não tinha mais o que fazer, disse as últimas palavras, que foram: ‘entregue o meu corpo para minha mãe, na Serra’. E o corpo foi entregue”, relatou o delegado.

Segundo a decisão do juiz da 1ª Vara Criminal de Vitória, Marcos Pereira Sanches, que proferiu a sentença da prisão preventiva de todos os 10 envolvidos no crime, antes de ser morto, Fernando Telles foi agredido com socos, chutes, coronhadas e facadas e, ao final, foi decapitado.
Sandi Mori informou que a tortura a Fernando Telles durou aproximadamente 40 minutos.

Corolla foi queimado com corpo de Fernando Telles (destaque) dentro (Foto: Divulgação / PMES)

Corolla foi queimado com corpo de Fernando Telles (destaque) dentro (Foto: Divulgação / PMES)

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