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Donald Trump diz que não vai a Davos por causa do impasse nos Estados Unidos

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Donaldo Trump cancelou sua participação no Fórum Econômico Mundial
Reprodução/Casa Branca

Donaldo Trump cancelou sua participação no Fórum Econômico Mundial

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (10) que não irá participar do Fórum Econômico Mundial, que será realizado na cidade de Davos, na Suíça, entre os dias 22 a 25 de janeiro. Segundo o republicano, o cancelamento da viagem se deve ao shutdown no governo do país, ocorrido por conta de um impasse entre os poderes executivo e legislativo.

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Trump usou sua conta no Twitter para atribuir aos democratas a ausência no fórum. A controvérsia entre governo e parlamento se baseia na insistência do presidente norte-americano na construção do muro na fronteira com o México e na resistência da oposição em rejeitar a medida.

“Por causa da intransigência democrata na segurança de fronteiras e da grande importância da segurança para nossa nação, estou respeitosamente cancelando minha viagem muito importante a Davos , na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial. Meus mais sinceros cumprimentos e desculpas.”

O anúncio é mais uma jogada de Trump em sua batalha com os democratas no Congresso pelo financiamento do projeto do muro de mais de US$ 5 bilhões na fronteira com o México. O governo dos EUA foi parcialmente paralisado em 22 de dezembro e não há indicação de esforços de reabrir as agências fechadas pelo impasse político que foi gerado após a demanda de Donald Trump por fundos para o muro que, segundo o republicano, impediria a entrada de pessoas com drogas no país.

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O impasse já resultou na suspensão do financiamento de diversos setores, afetando 800 mil funcionários federais. A paralisação parcial do governo e o congelamento de salários já entrou no 20º dia.

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Em reação ao pronunciamento de Trump , a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, disse que o preisdente deve deixar de manter o país como “refém” com a paralisação parcial do governo. Nancy Pelosi e o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, enfatizaram que apoiam medidas de segurança mais intensa nas fronteiras, mas não a construção do muro, considerado por eles  “caro e ineficaz”.

Em Davos, o presidente Jair Bolsonaro fará sua estreia internacional. A previsão é que ele participe do fórum e o vice-presidente, general Hamilton Mourão, assuma como presidente em exercício pela primeira vez. A expectativa da base do governo esperava que Bolsonaro pudesse se encontrar com Trump pela primeira vez em Davos.

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Briga em velório acaba com dois mortos

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Uma confusão durante um velório terminou na morte de um jovem e um adolescente, de 18 e 17 anos, respectivamente. Uma das vítimas, Wemerson de Araújo, estava na rede com o filho quando foi atingida por um golpe de faca e, em seguida, de enxada. O crime foi cometido na Vila do Incra, em Porto Acre. O segundo rapaz também foi esfaqueado.

“Eles estavam em um velório e começou uma briga por causa de uma mulher lá. E nessa briga meu filho não estava, ele estava deitado nesse velório dentro de uma rede com o bebê dele dormindo. Ele acordou com a primeira facada, saiu da rede e correu, no que correu, deram uma enxadada na cabeça dele e ele já caiu na rua”, conta a mãe de Araújo, Maria Helena.

Ainda de acordo com ela, o filho teve a cabeça arrancada por um dos golpes de facão. Um outro adolescente, de 17 anos, também foi esfaqueado e levado ao pronto-socorro. Até o momento, três pessoas foram presas suspeitas de cometer o duplo homicídio. Um boletim de ocorrência foi registrado. O autor das facadas teria sido liberado, segundo a família das vítimas.

“O assassino saiu pela porta da frente. Fui falar com o delegado e ele mandou todo mundo calar a boca, se não ia matar a todos. Fomos na delegacia para pegar o documento e levar no IML. O cara mata e sai pela porta da frente. Como colocam um delegado desse? Que judia do pai da vítima. Secretário de Segurança, nós precisamos de respeito. Não somos vagabundos e o delegado precisa respeitar a nossa dor”, desabafou a mãe.

Delegado é denunciado

Quando a família questionou o delegado sobre a soltura do suspeito do crime, o agente começou a agredir e ameaçar os parentes. “Empurraram e bateram no meu outro filho. Dois policiais também colocaram a arma em cima da gente, sendo que só queremos os nossos direitos. Não fizemos nada de errado”, completa Soares.

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A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) disse que está apurando o caso e deve se posicionar posteriormente.

Fonte: G1

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