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Dona Marta tem tiroteio no início da manhã pelo terceiro dia consecutivo

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Moradores da comunidade Dona Marta registram tiroteios nas redes sociais pelo terceiro dia seguido
Fernando Frazão/Agência Brasil
Moradores da comunidade Dona Marta registram tiroteios nas redes sociais pelo terceiro dia seguido

Moradores da comunidade Dona Marta e de outras regiões de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, registraram, na madrugada desta segunda-feira (27), disparos pelo terceiro dia consecutivo de tiroteio.

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Os tiros foram ouvidos no início da manhã, quando policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) iniciaram uma operação na comunidade Dona Marta
. De acordo com moradores da região, os disparos começaram a ser ouvidos por volta das 5h30. Até o momento, não há informações de feridos.

“Muito tiro! Começou a sinfonia das nossas manhãs! Misericórdia!” e “Nossa! Está muito alto. Moro perto do KFC e do metrô e nunca ouvi tão alto” são algumas das mensagens postadas nas redes sociais.

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Intervenção federal


Antes de confrontos na Dona Marta, comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas critica governo do Rio
Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil
Antes de confrontos na Dona Marta, comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas critica governo do Rio

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou nesta sexta-feira (24) que setores do governo do Rio de Janeiro
se emprenharam pouco em tomar medidas para modificar os baixos índices de desenvolvimento humano que propiciam a proliferação da violência, após meses da intervenção federal na segurança pública no estado.

“Passados seis meses [da intervenção federal ], apesar do trabalho intenso de seus responsáveis, da aprovação do povo e de estatística que demonstram a diminuição dos níveis de criminalidade, o componente militar é, aparentemente, o único a engajar-se na missão”, escreveu Villas Bôas na mensagem lida durante a cerimônia em comemoração ao Dia do Soldado.

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O comandante do Exército ressaltou que “exigem-se soluções de curto prazo, contudo, nenhum outro setor dos governos locais empenhou-se com base em medidas socioeconômicas para modificar os baixos índices de desenvolvimento humano, o que mantém o ambiente propício à proliferação da violência”.

Confrontos na comunidade Dona Marta


Policiais foram recebidos com tiros enquanto faziam patrulhas em ruas da comunidade Dona Marta
Divulgação
Policiais foram recebidos com tiros enquanto faziam patrulhas em ruas da comunidade Dona Marta

No sábado, outro tiroteio ocorreu pela manhã, por volta das 7h. Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foram recebidos a tiros durante patrulhamento na comunidade, conforme informou a assessoria da Polícia Militar
. Entretanto, não houve informações sobre feridos, prisões ou apreensões.

A corporação afirma que os agentes da UPP receberam os disparos enquanto realizavam um patrulhamento na Rua Nossa Senhora Aparecida.

Neste domingo (26), a troca de tiros foi ouvida por volta das 6h45 na Ladeira dos Tabajaras. Os policiais faziam patrulhamento na Rua dos Brigadeiros quando criminosos armados começaram a confrontá-los.

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Um vídeo publicado na página Onde Tem Tiroteio-RJ (OTTRJ) mostra os tiros. As imagens são de uma moradora dizendo “segundo dia seguido que a gente acorda com tiroteio no Dona Marta
“.

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Trump impõe sanções contra o Banco Central do Irã após ataque na Arábia Saudita

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Donald Trump discursando arrow-options
Divulgação/Official White House/Shealah Craighead
Trump disse que Irã ‘parece ser’ responsável por ataques na Arábia Saudita, mas que ‘não quer guerra’

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse, nesta sexta-feira (20), que os Estados Unidos impuseram sanções contra o Bando Central do Irã, quase uma semana após os ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, que autoridades americanas e sauditas atribuíram a Teerã. A declaração foi dada a repórteres na Casa Branca.

Trump não deu outros detalhes sobre as sanções, mas disse, mesmo assim, que elas são “as maiores já impostas contra um país” e que “isso nunca foi feito neste nível”. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que as novas sanções cortam a última fonte de recursos ainda restante para o Irã.

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Apesar das declarações, ainda não está claro como as medidas aumentam as punições a Teerã, que já é alvo de uma política de “pressão máxima” do governo americano, com o objetivo de reduzir a zero as exportações de petróleo da República Islâmica.

Questionado sobre a possibilidade de uma resposta militar ao Irã, Trump sugeriu querer evitar uma guerra, mas disse que os Estados Unidos estavam sempre preparados e que um ataque militar poderia ser uma resposta adequada.  No começo desta semana, ele disse considerar “a resposta final”, em possível alusão a um ataque.

O Irã negou qualquer envolvimento no ataque de 14 de setembro, que abalou os mercados globais de petróleo e aumentou as tensões entre Washington e Teerã. As explosões foram reivindicadas pelos rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, que há quatro anos enfrentam uma ofensiva liderada pela Arábia Saudita para desalojá-los do poder.

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Nesta sexta-feira, autoridades sauditas levaram a mídia para inspecionar as instalações afetadas. A Arábia Saudita responsabiliza Teerã pelos ataques, versão endossada pelo secretário de Estado americano, Mike Pompeo, que chamou os ataques de “atos de guerra”.

Trump, que falou com repórteres na Casa Branca ao receber o primeiro-ministro australiano Scott Morrison, disse que deseja uma solução pacífica para o conflito.

Fonte: IG Política
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