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Saúde

Dezembro laranja: Brasil registra 180 mil novos casos de câncer de pele por ano

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A exposição excessiva e sem proteção ao sol é a principal causa de câncer de pele no país. Atualmente é responsável por 33% dos diagnósticos da doença, registrando a cada ano cerca de 180 mil novos casos, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). O mês de dezembro é dedicado à campanha contra o câncer de pele.

A pele, o maior órgão do corpo humano, é heterogênea, por isso a doença pode apresentar diversos tipos, tais como: carcinoma basocelular (CBC) – mais frequente e com origem nas células da camada basal (mais profunda) da epiderme -, carcinoma espinocelular (CEC) – desenvolve em toda a pele, mucosas e semimucosas (lábios) e o melanoma, considerado o mais grave e também mais agressivo, e pode surgir de células que produzem o pigmento da pele, se assemelhando a pintas.

O diagnóstico da doença pode ser feito em diferentes idades e em qualquer tipo de pele, podendo se manifestar como uma pinta, mancha, na cor castanha e em volume, também na cor da pele e perolado ou até mesmo como uma ferida que não cicatriza, segundo a dermatologista Irene Baldi. “A exposição adequada ao sol, o uso de protetor solar e a ida ao profissional, ao menos uma vez ao ano, ajudam a prevenir a doença, permitindo um tratamento com resultados mais rápido”, pontua.

Como todo câncer, as chances de cura variam conforme o tipo e o atual estágio da doença. Mesmo o melanoma, se diagnosticado precocemente tem 98% de cura. Alguns cuidados com a exposição solar podem ajudar na prevenção, segundo a dermatologista Krishna Sandoval. “A melhor forma de prevenção é a proteção solar desde a infância, incluindo evitar o sol entre às 10 e 16 horas, nos dias de índice ultra-violeta altos e o uso de chapéus, óculos escuros e roupas adequadas, além da aplicação do protetor solar nas áreas expostas no intervalo de duas em duas horas”, diz.

As pessoas de pele clara e com algum histórico familiar de câncer de pele devem fazer uma visita ao dermatologista para orientações, identificação de lesões suspeitas e tratamento.

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Saúde

Flexibilização do isolamento leva 1,3 milhão a voltar ao trabalho

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Na terceira semana de junho, o número de pessoas afastadas do trabalho por causa das restrições impostas pela pandemia de covid-19 diminuiu de 12,4 milhões para 11,1 milhões no Brasil, na comparação com a semana anterior. Ou seja, entre os dias 14 e 20 de junho, 1,3 milhão de pessoas deixaram o isolamento e retornaram ao trabalho presencial.

É o que revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid19, levantamento semanal divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, na semana de referência, 13,3% da população ocupada estava afastada das funções devido à pandemia. Na semana anterior a proporção era de 14,8%.

A coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, lembra que no início da pesquisa, na primeira semana de maio, eram 19,8%, ou 16,6 milhões de brasileiros, afastados temporariamente do trabalho presencial, número que vem caindo desde então.

“No acompanhamento semanal da pesquisa, verificamos estabilidade na população ocupada e na desocupada, mas uma queda no grupo de pessoas ocupadas que não estava trabalhando na semana de referência devido à pandemia. Esse movimento se repete na terceira semana de junho em relação à segunda semana, indicando uma continuação do retorno dessas pessoas às suas atividades de trabalho”.

O nível de ocupação estimado pela Pnad Covid19 foi de 49,3%, num total de 84 milhões de pessoas, permanecendo estável frente à semana anterior e em relação à semana de 3 a 9 de maio. O número de pessoas sem ocupação ficou em 11,8 milhões (12,3%), estável em relação à semana anterior e aumento em relação à primeira semana de maio, quando eram 9,8 milhões (10,5%).

Entre as pessoas ocupadas, 8,7 milhões (12,5%) estavam no trabalho remoto, número estável em relação à semana anterior e também em relação à semana de 3 a 9 de maio. A taxa de informalidade caiu para 33,9%, frente aos 35% registrados na semana anterior e 35,7% na primeira semana de maio.

A população fora da força de trabalho ficou em 74,5 milhões de pessoas, estável em relação à semana anterior e queda de 1,7 milhão de pessoas em relação à semana de 3 a 9 de maio. Desse total, 26,4 milhões de pessoas (35,4% da população fora da força de trabalho) disseram que gostariam de trabalhar, mas a maioria não procurou trabalho por causa da crise sanitária.

“Cerca de 17,3 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho, não o fizeram por causa da pandemia ou por não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam. Elas correspondiam a 65,8% das pessoas não ocupadas que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar. Esse contingente diminuiu em relação à semana anterior (18,2 milhões ou 68,0%) e em comparação com a semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 70,7%)”, informa o IBGE.

Síndrome Gripal

A Pnad Covid19 levanta também informações sobre sintomas de síndrome gripal na população, que são febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular.

Na terceira semana de junho, foram 15,3 milhões de pessoas com algum desses sintomas, contra 26,8 milhões na primeira semana de maio. O número ficou estável em relação à segunda semana de junho e representa 7,2% da população do país.

A dor de cabeça foi o principal sintoma relatado pelos entrevistados,  com 7,2 milhões de pessoas, seguida de nariz entupido ou escorrendo (5,7 milhões), tosse (4,6 milhões), dor muscular (4,3 milhões), dor de garganta (3,5 milhões), fadiga (2,4 milhões), perda de olfato ou paladar (2,2 milhões) e dificuldade de respirar (2 milhões).

Das pessoas que apresentaram algum sintoma, cerca de 80% não procuraram atendimento médico e 57% tomaram remédio por conta própria. Outros 14,4% tomaram medicamento com orientação médica, 5,2% ligaram para profissional de saúde e 2,9% receberam visita de profissional de saúde do SUS.

Do total com sintomas, 3,1 milhões de pessoas procuraram atendimento em uma unidade de saúde na semana de referência, sendo que mais de 85% foram na rede pública.

 

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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