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Saúde

Desvinculação do Orçamento não deve tirar recursos da saúde, diz ministro

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, falou sobre o fim do percentual obrigatório de gastos com a pasta
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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, falou sobre o fim do percentual obrigatório de gastos com a pasta

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse hoje (11) que acabar com o percentual mínimo de gastos em saúde no Orçamento Geral da União não vai necessariamente diminuir os recursos para a área. Segundo ele, a vinculação não garantiu ao longo do tempo um aumento nos investimentos federais em saúde.

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“O fato de ter verbas vinculadas não foi suficiente para que a União, no tempo, fosse diminuindo o seu percentual de participação no financiamento da saúde. Nós saímos de 57%, estamos chegando em 42% ou 43%”, afirmou o ministro da Saúde após participar de almoço promovido pelo Grupo Líderes Empresariais (Lide).

Para Mandetta , “talvez sem as vinculações a gente garanta até mais recursos para a saúde”. A desvinculação dos recursos da saúde exige uma mudança constitucional. A proposta é avaliada pela equipe econômica.

Segundo Mandetta, a própria sociedade impediria a aprovação de propostas que na prática reduzissem os investimentos em saúde. “Em tempos de mídias sociais, em que todos nós fiscalizamos, o Congresso Nacional tem condições de diminuir recursos da saúde? O fato de nós termos feito restrição absoluta com percentuais mínimos no passado teve a sua importância. Mas, hoje, basicamente o que era percentual mínimo virou teto”, acrescentou.

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Durante o mesmo evento, o ministro disse ainda que o governo está formatando uma nova proposta para substituir o Programa Mais Médicos. Segundo Mandetta, o novo projeto focará nas regiões mais afastadas, que têm dificuldades de atrair e manter médicos.

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“Nós estamos falando em um programa para colocar médicos em cidades que tem dificuldade de suprir desse profissional. É o que a gente chama de ‘Brasil profundo’: é para o semiárido, para o [Vale do] Jequitinhonha, vales da Amazônia, os distritos sanitários indígenas. Não para ficar em grandes capitais ou cidades com o IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] elevado, que tem total condição de prover os seus próprios profissionais.”

De acordo com Mandetta, o ministério está trabalhando na avaliação das cidades para definir as áreas prioritárias. “A gente está dimensionando, dividindo as cidades em críticas, semicríticas e já estabelecidas. Começar pelas críticas e fazer de uma maneira que cidadania, que é a questão da vida, não seja mais uma questão de vida do interior e da capital”, disse o ministro da Saúde .

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Cirurgia inédita no Brasil: mãe doa intestino e salva filha

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A mãe da menina Serena, de 3 anos, salvou a vida da filha. Ela doou doou parte do intestino delgado para a a criança, que precisava de um transplante.

A cirurgia inédita no Brasil foi feita pela equipe médica do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e durou cerca de 12 horas. Serena teve alta na última quinta, 9, e já consegue se alimentar por via oral.

Com Síndrome do Intestino Curto, condição decorrente da Artresia de Cólon – uma malformação ou ausência de parte do intestino delgado – a menina já havia passado por oito cirurgias.

Nenhuma delas foi capaz de reconstruir o intestino da pequena, ao contrário. A cada cirurgia, Serena perdia alguns centímetros do seu intestino delgado –  responsável pela absorção dos alimentos – que ficou com apenas 5 cm ao final. Além de ter pedido metade do intestino grosso, responsável pela digestão do alimento e evacuação.

“Nos primeiros seis meses, a Serena já tinha feito oito cirurgias de intestino. Na última, o cirurgião disse que não tinha mais o que fazer. Ela não tinha intestino para comer e sobreviver”, disse Priscila Carvalho ao RPA.

A menina não podia se alimentar por via oral e já recebia nutrição na veia, também conhecida como nutrição parenteral, que usada por muito tempo, pode comprometer o funcionamento de órgãos como o fígado e o rim.

O transplante

A família tentou fazer o transplante de intestino de Serena no exterior, mas não deu certo.

Priscila soube que existia essa possibilidade através da Simone Rosito, fundadora do Instituto Pequenos Grandes Guerreiros, que oferece assistência psicológica a famílias de bebês diagnosticados com Enterocolite Necrosante, uma doença que pode ocasionar a Síndrome do Intestino Curto.

Foi quando ela conseguiu o contato dos cirurgiões João Seda e Paulo ChapChap, do Hospital Sírio-Libanês, que fizeram o transplante de intestino em Serena.

Como Serena não conseguiu doador no Sistema Nacional de Transplantes, os médicos contaram à Priscila sobre a possibilidade dela ser a doadora.

A mãe fez os exames e parou de fumar para estar apta a doar mais de 1 m do seu intestino delgado à Serena.

Inédito

O transplante foi no mesmo dia do aniversário de Serena, dia 20 de fevereiro, no Sírio-Libanês.

Priscila doou 1 m e 60 cm do intestino delgado para a reconstrução do intestino de Serena.

Foi o primeiro transplante de intestino no país envolvendo um doador vivo.

“[Os médicos] são muito atenciosos, falo com eles diariamente. E tudo o que é feito pela Serena é através da filantropia do Sírio. Isso é muito legal!”, agradeceu Priscila.


(*Só Noticia Boa)

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