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Deputados do Ceará votam pacote de lei para controlar o crime organizado

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Deputados estaduais do Ceará participam de sessão extraordinária para conter ataques criminosos no estado
Dário Gabriel/Assembleia Legislativa do CE

Deputados estaduais do Ceará participam de sessão extraordinária para conter ataques criminosos no estado

Os deputados estaduais do Ceará começaram a apreciar na tarde deste sábado (12) um pacote de nove projetos para aumentar a capacidade operacional da segurança pública do Estado. A sessão extraordinária, inédita na história da Casa, foi convocada pelo governador Camilo Santana e pode continuar no domingo (13).

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Entre as medidas propostas aos deputados estaduais do Ceará está o pagamento de recompensa à população para incentivar o repasse de informações que auxiliem os órgãos de segurança estaduais nas investigações criminais. O dinheiro teria como fonte o Fundo de Segurança Pública e Defesa Social, a ser votado na sessão como lei complementar.

Também estão em tramitação projetos de lei para aumentar a disponibilidade de contingente das forças de segurança. Esse é o caso da proposta de convocação ao serviço ativo de militares aposentados (reserva).

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A assembleia ainda analisa PLs que aumentam o pagamento do abono especial para remunerar a hora-extra de agentes penitenciários, policiais civis e policiais militares. Com a medida, o teto máximo de prorrogação de jornada dos trabalhadores da segurança pública passa de 48h para 84h mensais.

Os deputados apreciam a proposta que cria o Banco de Dados Estadual de Informações de Veículos Desmontados; e o PL que fixa Área de Segurança Penitenciária (ASP) no entorno dos 12 presídios do estado do Ceará, prevendo a restrição de uso dessas áreas.

A mudança nas leis a criação de novos dispositivos ocorrem após os atentados promovidos por facções do crime organizado que atuam dentro e fora dos presídios do estado.

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Os  ataques no Ceará  se repetem há 11 dias e já foram registradas ações criminosas em ao menos 43 cidades do estado. Nesse período, o governo estadual transferiu dezenas de presos suspeitos de arquitetarem os crimes e também houve a detenção de cerca de 330 pessoas.

O governo Bolsonaro também interveio na questão, enviando, por autorização do ministro Sérgio Moro, equipes da Força Nacional para reforçar a segurança na região metropolitana de Fortaleza, o que agradou a maioria dos deputados estaduais do Ceará .

*Com Agência Brasil

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Briga em velório acaba com dois mortos

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Uma confusão durante um velório terminou na morte de um jovem e um adolescente, de 18 e 17 anos, respectivamente. Uma das vítimas, Wemerson de Araújo, estava na rede com o filho quando foi atingida por um golpe de faca e, em seguida, de enxada. O crime foi cometido na Vila do Incra, em Porto Acre. O segundo rapaz também foi esfaqueado.

“Eles estavam em um velório e começou uma briga por causa de uma mulher lá. E nessa briga meu filho não estava, ele estava deitado nesse velório dentro de uma rede com o bebê dele dormindo. Ele acordou com a primeira facada, saiu da rede e correu, no que correu, deram uma enxadada na cabeça dele e ele já caiu na rua”, conta a mãe de Araújo, Maria Helena.

Ainda de acordo com ela, o filho teve a cabeça arrancada por um dos golpes de facão. Um outro adolescente, de 17 anos, também foi esfaqueado e levado ao pronto-socorro. Até o momento, três pessoas foram presas suspeitas de cometer o duplo homicídio. Um boletim de ocorrência foi registrado. O autor das facadas teria sido liberado, segundo a família das vítimas.

“O assassino saiu pela porta da frente. Fui falar com o delegado e ele mandou todo mundo calar a boca, se não ia matar a todos. Fomos na delegacia para pegar o documento e levar no IML. O cara mata e sai pela porta da frente. Como colocam um delegado desse? Que judia do pai da vítima. Secretário de Segurança, nós precisamos de respeito. Não somos vagabundos e o delegado precisa respeitar a nossa dor”, desabafou a mãe.

Delegado é denunciado

Quando a família questionou o delegado sobre a soltura do suspeito do crime, o agente começou a agredir e ameaçar os parentes. “Empurraram e bateram no meu outro filho. Dois policiais também colocaram a arma em cima da gente, sendo que só queremos os nossos direitos. Não fizemos nada de errado”, completa Soares.

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A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) disse que está apurando o caso e deve se posicionar posteriormente.

Fonte: G1

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