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Política

Deputador quer eliminar plantio de tabaco no ES

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O deputado Doutor Hércules (MDB) apresentou o Projeto de Lei (PL) 351/2020 que proíbe o plantio de tabaco em todo o estado do Espírito Santo. Na justificativa da matéria, o parlamentar cita que o cultivo de fumo, em toda a sua cadeia, afeta o ar, o solo, a água e ainda causa desmatamento.

Conforme explica, o principal impacto ambiental decorrente desse tipo de cultivo é a contaminação do ar, porque a aplicação de agrotóxicos expõe não apenas o trabalhador, mas todo o entorno, já que ele é pulverizado e carregado pelo vento.

Além disso, diz Hércules, a queima de madeira para secagem das folhas provoca a contaminação do ar pela emissão de partículas tóxicas. “Ocorre também a contaminação dos córregos, rios, do solo com o uso de agrotóxicos na lavoura”, alerta.

O deputado acrescenta que para obter safras cada vez melhores os plantadores de fumo usam agrotóxicos em grande quantidade, piorando a situação e causando danos à saúde dos agricultores e ao ecossistema.

Os agrotóxicos podem permanecer no ambiente e, somados à monocultura do fumo, ocasionar empobrecimento do solo, além de contaminação de lençóis freáticos.

O deputado alerta ainda que um outro problema é o desmatamento, pois florestas inteiras são devastadas para alimentar os fornos à lenha que secam as folhas do fumo antes de serem industrializadas. 

A retirada de árvores nativas e sua substituição por árvores de reflorestamento causam danos ao ecossistema. Além disso, filtros de cigarros atirados em lagos, rios, mares, florestas e jardins demoram em torno de cinco anos para se degradarem.

Se a proposta se tornar lei o dispositivo entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Espírito Santo.

O PL passará pelo crivo das comissões permanentes de Justiça, Agricultura, Saúde e Finanças antes de ser votado pelos deputados em plenário.

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Política

Alckmin diz que denúncia é “apressada” e “infundada”

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Ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB)
Ciete Silvério/Divulgação

Ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB)

O ex-governador de São Paulo  Geraldo Alckmin (PSDB-SP) negou as denúncias contra ele feitas pelo Ministério Público na manhã desta quinta-feira (23). Ele alega que as “apressadas conclusões do inquérito são infundadas e não encontram suporte nos fatos”.

Alckmin foi denunciado pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O Ministério Público afirma que ele teria recebido mais de R$ 10 milhões em repasses da empresa Odebrecht.

“Confiante na Justiça, responderá aos termos da denúncia , seguro de que não praticou qualquer ilícito”, afirma em uma nota divulgada por sua defesa. Ele também alega que “jamais foi procurado pelas autoridades policiais para se manifestar a respeito dos fatos”.

“Até porque nunca recebeu valores a título de contribuição de campanha eleitoral que não tenham sido devidamente declarados. Nem, tampouco, praticou qualquer ato de corrupção durante mais de 40 anos de vida pública”, completa.

O PSDB

O partido do ex-governador continua apoiando Alckmin. O presidente estadual do PSDB-SP, Marco Vinholi reiterou a confiança do diretório estadual no político e disse que “acreditamos na Justiça e temos convicção de que, ao final do processo, os fatos serão devidamente esclarecidos”.

“Em seus mais de 40 anos de vida pública, Alckmin manteve uma postura de retidão e respeito à lei sem jamais abrir mão dos princípios éticos e de seu compromisso em servir ao setor público e ao cidadão”, disse Vinholi.

Entenda a denúncia

A Odebrecht teria repassado, por meio de doações de campanhas que não tinham sido declaradas à Justiça Eleitoral, para Alckmin mais de mais de R$ 10 milhões.

Desse dinheiro, R$ 2 milhões teriam sido recebidos no ano de 2010 e R$ 9 milhões no ano de 2014, quando disputou a reeleição para o governo.

Mais nove pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público além do ex-governador. Seis delas são membros da Odebrecht, uma delas é o doleiro Alvaro José Gallies Novis e duas dela trabalharam na campanha de Alckmin: o tesoureiro Marcos Antônio Monteiro e o funcionário dele, Sebastião Eduardo Alves.

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