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Política

Deputada fala em “AI-5 do STF” ao narrar ligação com desembargador

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mulher de óculos falando em microfone
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Bia Kicis, deputada federal

A deputada federal Bia Kicis usou as redes sociais na manhã desta quinta-feira (28) para narrar uma conversa que teria mantido com um desembargador sobre a ação que cumpriu 29 mandados de busca e apreensão na casa de apoiadores de Jair Bolsonaro na quarta-feira (27).

Leia também: Deputada usa máscara com a frase ”E daí?” durante sessão na Câmara

Segundo Kicis, o desembargador se mostrou constrangido ao falar da ação do Supremo Tribunal Federal. “me disse que estamos vivendo uma espécie de AI5 do @STF_oficial. É constrangedor p/ todos que aprendemos nas faculdades de direito o papel de honra reservado à Suprema Corte”, afirmou.

A ex-procuradora do Distrito Federal, porém, não revelou a identidade do suposto desembargador que teria falado sobre o “autoritarismo” do STF.

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Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”

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Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL
Reprodução/Facebook

Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre (MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário ligado ao grupo.

Entre os que aderiram às provocações está ministro Marcelo Álvaro Antônio , que chefia a pasta do Turismo no Planalto. Ele usou o Twitter para acusar o grupo de ser “quadrilha”, citando o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos nomes ligados ao MBL mais conhecidos.

“Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo ‘Dep. faKIM News'”, escreveu Álvaro Antônio.

Um dos ataques também veio do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que disse que o MBL e outros deputados fazem parte de uma “milícia digital”.

O motivo das provovações foi o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nesta sexta da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público contra nomes ligados ao MBL.

A operação, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões. Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim em empresas ligadas aos presos.

Um dos alvos foi Carlos Augusto de Moraes Alfonso, que usava o pseudônimo de Luciano Ayan nas redes sociais, e já foi considerado uma espécie de “guru” do MBL.

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