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Deliciosamente exagerado, “Aladdin” faz a linha cafona, mas cativa pelo charme

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Na onda de refilmagens em live-action de algumas de suas mais bem-sucedidas animações, “Aladdin” é um produto diferente dentro do universo da Disney. Primeiro porque é dirigido por Guy Ritchie, o ex-marido de Madonna responsável por alguns bons filmes de gangster britânicos como “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998) e “Snatch – Porcos e Diamantes” (2000) e segundo porque o longa apresenta um elenco diverso e sem grandes astros, ainda que se escore em Will Smith como o gênio.


Aladdin
Divulgação
Aladdin e Jasmine em cena de “Aladdin”, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (23)

Depois de dois trailers ruins e muita suspeição em torno de Mena Massoud, que vive Aladdin
, e Naomi Scott, a intérprete de Jasmine, é seguro dizer que o longa é bom. É cafona, mas super charmoso.

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Retrabalhar uma produção tão icônica é arriscado. O financeiramente bem-sucedido “A Bela e a Fera” (2017) é um filme com problemas de identidade, atuação e até mesmo conceito, algo que não acontece aqui. Este é um filme de Guy Ritchie
.


Aladdin
Divulgação
Will Smith, como o Gênio, em “Aladdin”

Ele compreende a natureza do protagonista, um tipo marginal e malandro de bom coração, como poucos cineastas e tem um olhar para as cenas de ação que favorecem o desenvolvimento da história. Nos números musicais consegue ser mais eficaz do que Bill Condon, para forçar a comparação com “A Bela e a Fera”, que era um veterano no gênero, e é especialmente feliz nos números desenvolvidos especialmente para seu filme, como quando Scott interpreta a canção Speechless
.

“Aladdin” funciona também por deixar Will Smith
à vontade para ser Will Smith, algo que vinha sendo um problema nos últimos filmes do astro. Ritchie consegue usar a energia do ator de maneira muito inteligente e seu Gênio é totalmente diferente de um jeito muito especial do dublado por Robin Williams na animação de 1992. Ainda assim, se resolve como uma homenagem para quem tem a performance vocal do finado ator em grande estima.

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Química e representatividade


Aladdin
Divulgação
Cena de Aladdin, que estreia nesta quinta-feira (23) nos cinemas brasileiros

Este filme é o maior projeto da carreira de Massoud e ele não decepciona. O ator tem carisma e a química que desenvolve com Scott é potente. Sem dúvida alguma esses elementos acabam sendo a principal baliza para a apreciação do filme pelo público. Já Marwan Kenzari, que vive Jafar, é o ponto baixo entre os atores. Exagerado e caricato, ele não consegue manter o fluxo desenvolvido pelo elenco que ainda tem Nasim Pedrad, como a ama da princesa, como um valioso trunfo cômico.

O primeiro blockbuster árabe-americano da Disney se insere em uma tendência de vocação comercial inegável que inspira maior representatividade na tela grande. “Pantera Negra” (2018) e “Mulan” (2020) também integram esse movimento.

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Dos figurinos exóticos à opulência das caracterizações, passando pela orgia de cores e a malemolência do papagaio Iago, “Aladdin”
é deliciosamente exagerado. Esse descompromisso, que é mais aparência do que factual, faz bem ao filme que ganha completamente o público bem antes do protagonista fazer o seu terceiro desejo.

Fonte: IG Gente
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Vem adaptação! Cinco livros jovem-adulto que merecem virar filme ou série

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O sonho de todo leitor assíduo é ver aquele seu livro preferido sendo adaptado para as telonas ou anunciado como série na Netflix. Isso se torna ainda mais recorrente ao ler livros jovem-adulto, pois a imaginação voa ao pensar em como seria ver aqueles personagens se tornarem “reais”.

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Livros jovem-adulto que deveriam ser adaptados para as telonas (e telinhas) arrow-options
Reprodução/Instagram/@namanita
Livros jovem-adulto que deveriam ser adaptados para as telonas (e telinhas)

Você já imaginou assistir a uma série da Netflix inspirada na série de livros “Os Karas”, do Pedro Bandeira? E ver aquele romance de época, cheio de amor, aventura e desafios da Larissa Siriani? Pensando nisso, nós, do iG Gente , listamos alguns livros jovem-adulto que deveriam ser adaptados para as telonas (e as telinhas).

  • O Amante da Princesa, Larissa Siriani

A história de Amelia e Klaus daria além de um bom filme, uma ótima novela das 18h na Globo arrow-options
Reprodução/Instagram/@tycibooks
A história de Amelia e Klaus daria além de um bom filme, uma ótima novela das 18h na Globo

A história de Amelia e Klaus daria não só um bom filme, como uma novela das 18h na Globo . A forma como a escritora Larissa Siriani conta a história do amor proibido dos dois, renderia recorde de bilheteria (ou audiência no Plim Plim).

Durante toda a leitura é possível ver essas cenas de uma forma real e até palpável. A cavalgada na chuva atrás do seu amor “perdido”, os encontros escondidos na biblioteca do palácio e eles sendo quase flagrados, a doença de Amelia e todos os dramas em torno deste amor. Se na leitura do livro é possível ficar apreensiva, imagina ver tudo isso em uma sala de cinema ou diretamente do sofá de casa?

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  • Os Karas, Pedro Bandeira

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Reprodução/Instagram/@guicolares
“Os Karas” dariam uma ótima série na Netflix

Os cinco livros dessa série do escritor Pedro Bandeira dariam uma ótima série de suspense na Netflix. “A droga da obediência”, “Pântano de sangue”, “Anjo da morte”, “A droga do amor”, “A droga da Americana e “A droga da amizade” conta como os cinco adolescentes – Miguel, Crânio, Chumbinho, Calú e Magri – se arriscam e enfrentam alguns problemas.

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Cada livro mostra como esses jovens encaram com toda coragem problemas éticos, macabros, chegam a investigar o assassinato de um ator, sequestros e procuram por um cientista maluco que “acabou” com o amor. Agora pensa acompanhar tudo isso em uma série, de pelo menos seis temporadas, na Netflix?

  • 281 dias para recuperar um sorriso, Vanessa Marine

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Reprodução/Instagram/@bookishmorning
“281 dias para recuperar um sorriso”

O livro de Vanessa Marine daria um ótimo romance adolescente na Netflix, mas iria além do clichê de sempre. A história mostra como uma garota pode ser jogadora de futebol, mas além disso também também traz à tona os problemas que ela enfrenta nesse meio. O mais impressionante da história de Amanda, a protagonista do livro, é que ela não conheceu sua mãe e vive apenas com seu pai, o que faz com que ela tenha uma ideia infalível.

O sonho da jovem é ver o sorriso do seu pai estampado em seu rosto novamente. Mexendo nas coisas do pai, ela descobre uma fita onde sua mãe está feliz e radiante ao lado do amado, cantando e tocando. A então ideia infalível é para refazer essa cena para que seu pai possa sentir o friozinho na barriga de novo, mas como uma garota, que só sabe tocar na bola de futebol, ia fazer isso tudo sozinha?

A partir daí toda a trama é desenrolada e você consegue chorar, rir, entrar em desespero e com raiva em segundos na mesma cena.

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  • Heroínas, Laura Conrado; Pam Gonçalves; Ray Tavares

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Reprodução/Instagram/@galerarecord
“Heroínas” poderia virar um filme com as três protagonistas no mesmo cenário

Nessa antologia de contos, as personagens são todas mulheres e como o próprio título do livro já diz, são heroínas da sua história e trajetória. Cada conto tem uma mulher no centro da história e mostra um tempo novo, onde não é necessário ter um herói. Seja para salvar uma ONG, tendo uma Távola Redonda e até uma Robin Hood.

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Para deixar essa história ainda mais instigante e melhor do que ela já é, só juntando as personagens das três escritoras no mesmo cenário. Cada uma usando do seu “dom” para ajudar a sociedade de alguma forma, que é o que as três levam em comum para as suas personagens.

  • Fazendo meu filme, Paula Pimenta

- Fazendo meu filme, Paula Pimenta A série de livros que conta a história da vida de Fani, que mesmo sendo uma adolescente tem acontecimentos que até Deus duvidaria, seria uma perfeita adaptação para os cinemas. Como o título do livro já diz, a vida dela é um filme. Literalmente. Parece que coisas que só aconteceriam na sala de cinema, são possíveis de acontecer com ela. Os quatro livros escrito por Paula Pimenta – “A estreia de Fani”, “Fani na Terra da Rainha”, “O roteiro inesperado de Fani” e “Fani em busca do final feliz” – dariam uma sequência de filmes ótimos para a Netflix, assim como a história de Lara Jean. Esses quatro livros jovem-adulto da mineira Paula Pimenta mostra a dificuldade do amor entre Leo e Fani, e tudo que eles enfrentam para conseguir sobreviver esse amor. arrow-options
Reprodução/Instagram/@paulapimentahistorias
“Fazendo meu filme” daria uma ótima sequência de filmes de romance adolescente

A série de livros que conta a história da vida de Fani, que mesmo sendo uma adolescente tem acontecimentos que até Deus duvidaria, seria uma perfeita adaptação para os cinemas. Como o título do livro já diz, a vida dela é um filme. Literalmente. Parece que coisas que só aconteceriam na sala de cinema, são possíveis de acontecer com ela.

Os quatro livros escrito por Paula Pimenta – “A estreia de Fani”, “Fani na Terra da Rainha”, “O roteiro inesperado de Fani” e “Fani em busca do final feliz” – dariam uma sequência de filmes ótimos para a Netflix, assim como a história de Lara Jean em “Para todos os garotos que já amei”.

Esses quatro livros jovem-adulto da mineira Paula Pimenta mostra a dificuldade do amor entre Leo e Fani, e tudo que eles enfrentam para conseguir sobreviver esse amor.

Fonte: IG Gente
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