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Defesa de João de Deus pede desistência de habeas corpus no STF

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João de Deus é acusado de ter abusado sexualmente de mulheres de idades entre 9 e 67 anos
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 12.12.18

João de Deus é acusado de ter abusado sexualmente de mulheres de idades entre 9 e 67 anos

A defesa do médium João de Deus protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de desistência do habeas corpus apresentado durante o período de recesso na Corte. O requerimento foi feito na noite desta sexta-feira (11). O caso é analisado pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli.

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De acordo com o advogado de João de Deus Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, a desistência é uma estratégia processual. Ele afirma que a defesa vai esperar o julgamento de outro habeas corpus protocolado na Justiça de Goiás, que retornou às atividades nesta semana, após o recesso de fim de ano.

O habeas corpus foi protocolado no STF em 20 de dezembro, primeiro dia do recesso no Supremo, mas não teve uma decisão sobre a soltura até momento. A desistência ainda precisa ser homologada por Toffoli.

João de Deus está preso desde 16 de dezembro, no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia (GO), sob a acusação de violação sexual mediante fraude e de estupro de vulnerável, crime que teria sido praticado contra centenas de mulheres. A defesa nega as acusações.

O Ministério Público de Goiás (MP-GO), que formou uma força-tarefa para cuidar do caso, recebeu mais de 330 denúncias de abuso sexual contra João de Deus de diversos estados brasileiros e do Distrito Federal.

Entenda a situação de João de Deus


Defesa entrou com pedido de habeas corpus para João de Deus mas retirou nesta sexta-feira (11)
César Itiberê/Fotos Públicas

Defesa entrou com pedido de habeas corpus para João de Deus mas retirou nesta sexta-feira (11)

Na Justiça, há uma ação contra o médium, que virou réu após denúncia do Ministério Público por violação sexual e estupro de vulnerável. O processo cita 4 vítimas. Além disso, a Polícia Civil o investiga por dois casos de violação sexual mediante fraude, sendo que um deles foi incluído na denúncia do MP. Já o segundo indiciamento, não foi oferecida denúncia até o momento.

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Além dos casos de violação sexual, a polícia também indiciou João de Deus por posse ilegal de armas . Nesse caso, o MP também deve analisar e decidir se apresenta denúncia à Justiça.

Desde o dia em que a juíza Rosângela Rodrigues dos Santos aceitou a denúncia contra João de Deus,  em 9 de janeiro, ele se tornou réu por abusos sexuais e teve R$ 50 milhões bloqueados em dinheiro e imóveis.

João de Deus deve passar por um novo interrogatório, na segunda-feira (14), quando será questionado sobre acusações feitas por mulheres de Goiás, Brasília e São Paulo conforme informou o MP-GO à TV Anhanguera. O objetivo é reunir informações para a próxima denúncia que o órgão pretende finalizar. A defesa do médium, no entanto, afirmou não ter sido notificada sobre o interrogatória.

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Briga em velório acaba com dois mortos

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Uma confusão durante um velório terminou na morte de um jovem e um adolescente, de 18 e 17 anos, respectivamente. Uma das vítimas, Wemerson de Araújo, estava na rede com o filho quando foi atingida por um golpe de faca e, em seguida, de enxada. O crime foi cometido na Vila do Incra, em Porto Acre. O segundo rapaz também foi esfaqueado.

“Eles estavam em um velório e começou uma briga por causa de uma mulher lá. E nessa briga meu filho não estava, ele estava deitado nesse velório dentro de uma rede com o bebê dele dormindo. Ele acordou com a primeira facada, saiu da rede e correu, no que correu, deram uma enxadada na cabeça dele e ele já caiu na rua”, conta a mãe de Araújo, Maria Helena.

Ainda de acordo com ela, o filho teve a cabeça arrancada por um dos golpes de facão. Um outro adolescente, de 17 anos, também foi esfaqueado e levado ao pronto-socorro. Até o momento, três pessoas foram presas suspeitas de cometer o duplo homicídio. Um boletim de ocorrência foi registrado. O autor das facadas teria sido liberado, segundo a família das vítimas.

“O assassino saiu pela porta da frente. Fui falar com o delegado e ele mandou todo mundo calar a boca, se não ia matar a todos. Fomos na delegacia para pegar o documento e levar no IML. O cara mata e sai pela porta da frente. Como colocam um delegado desse? Que judia do pai da vítima. Secretário de Segurança, nós precisamos de respeito. Não somos vagabundos e o delegado precisa respeitar a nossa dor”, desabafou a mãe.

Delegado é denunciado

Quando a família questionou o delegado sobre a soltura do suspeito do crime, o agente começou a agredir e ameaçar os parentes. “Empurraram e bateram no meu outro filho. Dois policiais também colocaram a arma em cima da gente, sendo que só queremos os nossos direitos. Não fizemos nada de errado”, completa Soares.

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A Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) disse que está apurando o caso e deve se posicionar posteriormente.

Fonte: G1

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