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Cresce número de pessoas que deixam de rebocar a parede para comprar iPhone

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Pesquisa aponta que as pessoas estão preferindo comprar iPhone a ter que rebocar a parede de casa

Pode parecer hilário, mas é hilário sim. Uma pesquisa feita por uma ONG que estuda as selfies tiradas de aparelhos da Apple, ou seja, tiradas de iPhone aponta que parte da população prefere comprar um aparelho iPhone a ter que rebocar a parede da casa. Aumenta número de pessoas que deixam de rebocar a parede para comprar iPhone.

Segundo o pesquisador, os sacos de cimento ficam para trás por uma questão de status da nova sociedade. “A pessoa se sente mais bonita fazendo selfie com iPhone, mesmo com a parede sem reboco, do que com usando outro aparelho celular com a parede rebocada e pintada”, disse.

Este número tende a aumentar ainda mais, uma vez que o dinheiro está curto e a crise está brava e as parcelas do iPhone consomem todo o limite do cartão de crédito.

Ter uma vida confortável e sem preocupações financeiras é um desejo quase universal. No entanto, a vontade exacerbada em ter roupas de grife, equipamentos eletrônicos de última geração, produtos e serviços caros e luxuosos não segue a mesma lógica e podem sinalizar um problema: autoestima em baixa. O mal da sociedade moderna, em que o status é valorizado pelo consumo e exclusividade, atinge principalmente crianças e adolescentes, segundo estudo feito nos Estados Unidos.

De acordo com os estudiosos, a autoestima é um fator essencial no apego aos bens materiais. Crianças e jovens com baixa autoestima valorizam suas posses muito mais que as crianças confiantes. “Possuir coisas é um amuleto no reforço da autoestima. Os bens materiais ajudam a neutralizar a ansiedade e as inseguranças que sofremos em diferentes graus no dia a dia. Quanto mais temos, desencadeamos nas pessoas sentimentos que misturam admiração e inveja. E este é o componente principal do narcisismo”.


(*De olho news)

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Homem é hospitalizado após injetar sêmen no braço para controlar dor

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Um homem de 33 anos foi hospitalizado após médicos de um hospital da cidade de Dublin, na Irlanda, constatarem que ele injetava o próprio sêmen no braço há 18 meses. O caso foi relatado no Irish Medical Journal, que classificou o hábito como ‘perigoso’.

De acordo com a Dr. Lisa Dunne, o paciente se submetia a uma dose mensal de esperma usando uma agulha hipodérmica comprada online.

O paciente disse que a prática era um “método inovador” para tratar uma dor nas costas decorrente da prática de levantamento de peso. Porém, ao invés de alívio, uma bolsa de pus formou-se no antebraço, local onde eram aplicadas as injeções.

Os médicos descobriram que a erupção cutânea foi causada por celulite infecciosa (são bactérias que entram na pele e podem se espalhar rapidamente). A bactéria, sem o tratamento adequado e com antibióticos, pode ser fatal.

A médica acrescenta que o paciente falhou em várias tentativas de injetar o fluido corporal. Contudo, a dor nas costas e a infecção do rapaz foram tratadas e ele voltou para casa.

O relatório afirma que há muitos casos de pessoas que injetaram substâncias estranhas no corpo. Mas, talvez esse seja o primeiro episódio com sêmen registrado pela literatura médica.

As informações são do tabloide britânico Daily Mail.

 

 

 

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