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Educação

Confiraos possíveis temas da redação do Enem 2018

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No próximo dia 4 de novembro os estudantes que farão a prova do  Exame Nacional do Ensino Médio responderão a 45 questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, 45 questões de Ciências Humanas e farão a redação. Neste dia, o que costuma gerar mais ansiedade é o tema da redação do Enem.

Isso acontece porque o tema da redação do Enem é um suspense até a chegada do grande dia e fica difícil treinar a escrita do texto. Assim, todos os anos muitos são os palpites de possíveis temas para uma das partes mais importantes da prova.


Os alunos precisam estudar os possíveis temas da redação do Enem para estarem minimamente preparados
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Os alunos precisam estudar os possíveis temas da redação do Enem para estarem minimamente preparados

Em cima desses palpites, os possíveis problemas sociais abordados – o tema sempre está relacionado a isso – são estudados a fundo. É uma tentativa dos estudantes em estarem minimamente preparados para escrever o texto e alcançar uma boa nota no final.

Para te ajudar a se preparar para o Enem 2018 , a Stoodi , plataforma de educação a distância, listou 10 possíveis temas. Vale destacar que, de acordo com o edital do Enem, textos que desrespeitem os direitos humanos podem perder até 200 pontos na composição final da nota.

Possíveis temas da redação do Enem 2018

1) A importância do esporte como instrumento de inserção

esporte é visto como um forte instrumento de inclusão social e abre portas para que muitas pessoas realizem grandes conquistas ao longo da vida. A falta de inclusão social é um problema que pode ser apresentado na redação do Enem, e o esporte pode ser uma forma de solucioná-lo.

Caso esse seja o tema, é importante destacar o reflexo positivo dos valores que o esporte traz para a vida de quem pratica e como ele funciona como ferramenta de inserção social. É importante ressaltar algumas das habilidades que ele ajuda a desenvolver, como trabalho em equipe, disciplina, acolhimento e o respeito com os outros participantes.

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2) Cyberbullying e crimes virtuais

As pessoas passam cada vez mais tempo conectadas à internet e de olho em suas redes sociais. Isso aumenta as chances de exposição a possíveis bullyings e crimes virtuais. Como evitar que isso aconteça e que medidas tomar em caso de ser vítima de um desses problemas?

Se esse for o tema escolhida para redação do Enem 2018, é essencial debater a importância da família e também da escola como agentes no processo de conscientização sobre esses problemas, que podem causar transtornos, especialmente entre jovens.

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3) Mobilidade urbana


Mobilidade urbana pode ser um dos temas da redação do Enem
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Mobilidade urbana pode ser um dos temas da redação do Enem

A mobilidade urbana é um dos grandes desafios da sociedade moderna, que se desenvolve cada vez mais nos grandes centros, tornando o deslocamento algo complexo e que precisa ser analisado com cuidado. No Brasil, esse desafio é ainda maior pela falta de investimentos na área.

Caso seja o tema da redação, é preciso expor com dados concretos os impactos que a dificuldade na mobilidade urbana provoca nas cidades, as perdas e também os ganhos com cidades pensadas para o transporte público e de massa.

4) Educação alimentar e seus desafios

Em uma sociedade cada vez mais apressada e sem tempo, a preocupação com a alimentação correta e saudável acaba ficando em segundo plano. Por isso, um dos possíveis temas para a redação Enem deste ano é o desafio de criar uma  educação alimentar no século XXI.

Se esse for o tema, é importante destacar os custos que são gerados na área da saúde por causa da má alimentação, como isso prejudica a qualidade de vida da sociedade como um todo. Também é necessário ressaltar medidas para disseminar uma boa alimentação e quais os ganhos reais dessa mudança.

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5) Gestão de resíduos

O mundo atual é formado por sociedades altamente consumistas, que geram toneladas de lixo diariamente. Um dos grandes desafios da modernidade é a correta gestão desses resíduos , com etapas essenciais como fases de coleta, transporte, transbordo, tratamento, destinação e disposição final ambientalmente apropriadas.

Se gestão de resíduos for o tema da redação deste ano, é importante destacar os impactos de uma fraca infraestrutura para esse tipo de serviço e como pode influenciar na vida da sociedade. E na proposta de intervenção informar como melhorar esse processo com medidas concretas.

6) Preconceito linguístico na sociedade brasileira


A variação linguística característica do Brasil é um dos possíveis temas da redação do Enem
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A variação linguística característica do Brasil é um dos possíveis temas da redação do Enem

O Brasil é um país de dimensões continentais, por isso, é muito comum encontrar os mais variados sotaques e formas diferentes de dizer a mesma coisa. Isso provoca inúmeros preconceitos linguísticos , que podem ser prejudiciais para a convivência saudável da sociedade.

Caso apareça no Enem deste ano como tema de redação, será preciso mostrar os desafios em reduzir esse tipo de preconceito e a importância da manutenção da cultura local e suas raízes para o desenvolvimento da sociedade e de seus povos com suas particularidades.

É essencial acompanhar o noticiário e estar de olho nas principais notícias da atualidade para entender melhor quais os possíveis temas e ter dados importantes para basear o seu desenvolvimento de texto.

Como dica essencial para ir bem em qualquer tema da redação do Enem , é importante praticar escrevendo bastante. Para isso, você pode utilizar temas que ainda não caíram no exame ou tentar praticar com assuntos que já apareceram em anos anteriores.

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Educação

Decreto de Bolsonaro corta 13,7 mil cargos em universidades públicas

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Funções eliminadas eram concedidas a professores e coordenadores; entidades criticam corte

BERNARDO CARAM – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro para extinguir cargos, funções e gratificações na administração pública atingiu em cheio a área de Educação, principalmente as universidades públicas federais.

Das 21.000 vagas eliminadas pelo governo, ao menos 13.710 estavam sob a guarda de instituições de ensino, o que corresponde a 65% do total do corte.

Foram extintos cargos de direção, funções comissionadas de coordenação de cursos e outras gratificações concedidas a professores. Entidades representativas do setor criticam a medida.

O detalhamento sobre as áreas mais afetadas pela eliminação dos postos na administração federal foi omitido pelo governo quando divulgou à imprensa as informações sobre a medida na quarta-feira (13).

O material apresentado pelo Ministério da Economia não especificava as pastas atingidas e não explicava o significado das siglas e legislações às quais o decreto faz referência.

Após a publicação da medida, em entrevista com o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, o jornal Folha de S.Paulo perguntou duas vezes quais as áreas mais afetadas pelo corte.

Na primeira tentativa, o secretário afirmou que, proporcionalmente, o Ministério da Economia abriu mão do maior número de cargos. Na segunda, a resposta foi que muitas funções são transversais e podem ser usadas por diferentes ministérios, o que dificulta o mapeamento preciso.

As vagas cortadas são uma espécie de adicional pago a servidores públicos que ganham uma função extra, como um posto de coordenação, chefia de departamento ou direção.

Sob o argumento de que iniciaria uma ampla reforma de Estado, com enxugamento da máquina pública, o governo colocou o corte de 21 mil cargos entre as principais metas a serem batidas nos primeiros 100 dias de gestão de Bolsonaro.

O decreto determina a extinção imediata de 2.449 postos em instituições de ensino que hoje estão vagos, mas poderiam ser ocupados a qualquer momento.

Outras 11.261 funções gratificadas atualmente em uso deixarão de existir em 31 de julho. Seus ocupantes serão exonerados ou dispensados.

Análise do Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) aponta, por exemplo, que foram eliminadas todas as funções gratificadas das recém-criadas universidades federais de Catalão (GO), Jataí (GO), Rondonópolis (MT), Delta do Parnaíba (PI) e Agreste de Pernambuco (PE).

Embora defenda salários mais altos sem os chamados “penduricalhos” para professores, o presidente do Andes, Antonio Gonçalves, diz que a retirada dos cargos vai desestimular os profissionais da área.

Gonçalves afirma que o impacto será grande porque a carreira já é desestruturada e tem defasagem salarial. Para ele, o governo usa o argumento de combate a privilégios para promover um desmonte do Estado.

“Isso explicita a política educacional do governo, que é de ataque às instituições de ensino superior. Estão colocando esse plano em curso”, disse.

A vice-presidente do Proifes (Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico), Luciene Fernandes, afirma que a medida gera um alvoroço nas universidades.

“Em qualquer país que preza pelo desenvolvimento, a Educação deveria ter prioridade. Começar a gestão com um decreto que enxuga as universidades é bastante temerário”, afirmou.

Procurado, o Ministério da Economia, que mapeou e definiu os cargos extintos, afirmou que o corte não vai comprometer a prestação de serviços públicos.

“A expectativa é que o setor público se torne mais eficiente. Isso porque, em paralelo a essa medida, estão em curso outras ações de simplificação administrativa, desburocratização e readequação da força de trabalho”, informou a pasta.

O Ministério da Educação informou que o decreto foi elaborado pelo Ministério da Economia, que tem competência para consolidar as informações publicadas.

De acordo com a pasta, 25% das funções gratificadas das universidades federais criadas em 2018 foram extintas. O ministério ressalta que, nesse caso, trata-se de instituições que ainda não entraram em funcionamento.

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