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Como é uma casa de swing? Mulheres compartilham suas experiências

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Ainda existe muita curiosidade quando o assunto é uma balada liberal, também conhecida como casa de swing. No geral, as opiniões de quem nunca foi em um desses bares “hot” costumam ser bem negativas, mas muitos dos casais que frequentam os locais acreditam que as experiências que já tiveram por lá mudaram a perspectiva sobre o sexo — além de ser um fato confirmado por especialistas que prática pode ajudar a fortalecer os relacionamentos.


A casa de swing é uma 'balada liberal' para quem quer ter experiências sexuais com mais de uma pessoa ao mesmo tempo
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A casa de swing é uma ‘balada liberal’ para quem quer ter experiências sexuais com mais de uma pessoa ao mesmo tempo

Para acabar com tabu sobre a  casa de swing , o Delas conversou com mulheres que já foram à esses lugares para ter experiências sexuais em grupo. De forma anônima, elas concordaram em compartilhar as experiências com os parceiros para mostrar que não é só porque a balada é liberal que só acontecem coisas “indecentes”. Confira abaixo: 

“A casa de swing é um lugar sem preconceitos e que me deu liberdade”


A casa de swing foi um local onde P conseguiu se descobrir e, também, questionar a necessidade do sexo em grupo
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A casa de swing foi um local onde P conseguiu se descobrir e, também, questionar a necessidade do sexo em grupo

A estudante PS, de 19 anos, namora há mais de um ano com RM. Os dois se conheceram em uma balada liberal , mas a primeira experiência dela não foi com o parceiro. “Eu já havia feito uma suruba espontânea, ou seja, sem combinar antes, no aniversário de um amigo meu e, depois, um casal me convidou para sair com eles. Acabei indo para a casa de swing à convite de uma amiga”, relata. 

Segundo ela, a primeira impressão que teve do lugar é que as pessoas que o frequentam são muito seguras de seus relacionamentos, afinal, a proposta ali é oferecer uma troca de casais e ter experiências em grupo. 

“Achei que todos tinham uma mente aberta fora do comum e havia uma preocupação sobre todas serem saudáveis e não portadoras de ISTs. Além disso, todos pareciam estar curtindo e se divertindo sem pudor”, diz. 

Essa preocupação com a questão das ISTs realmente é algo necessário em um ambiente que as pessoas vão para fazer sexo , principalmente quando se trata de novos participantes. No caso da jovem, ela afirma que esse foi o motivo pelo qual ela sempre preferiu sair com pessoas que já conhecia, mesmo que sempre seguisse a recomendação e  usar camisinha

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Depois da primeira vez, P continuou frequentando o swing, mas sua perspectiva sobre os participantes mudou. “A ideia de estar em um lugar sem medo de preconceitos e pudores me deixava com uma sensação de liberdade, mas antes eu achava que tudo era mais simples, que não havia ciúmes, por exemplo, e que as pessoas estavam genuinamente ali se divertindo.”

A estudante afirma que, conforme você frequenta mais o espaço, começa a conhecer os casais e perceber que o relacionamento nem sempre é tão seguro quanto parece.

“Muitos casais brigam no meio da festa, há pessoas que vivem uma ‘vida dupla’ por conta do preconceito. E isso me fez começar a considerar se isso era algo que eu queira. É realmente necessário fazer sexo com várias pessoas em um mesmo ambiente pra se sentir feliz?” questiona. 

“Meu relacionamento ficou mais saudável depois que fomos a casa de swing”


MC foi a casa de swing com o namorado e, segundo ela, a experiência com outras pessoas fortaleceu sua relação
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MC foi a casa de swing com o namorado e, segundo ela, a experiência com outras pessoas fortaleceu sua relação

MC, de 32 anos, é jornalista e começou a buscar informações sobre o swing depois de usar um aplicativo de relacionamento. Ela conta que os usuários do app indicaram que ela fosse em uma balada liberal “por ser legal pra quem tá começando” e, por isso, decidiu testar essa possibilidade com o namorado, AG, com que está há cinco anos.

“Minha primeira experiência foi com meu namorado e mais um casal que ele conheceu nesse aplicativo. Depois de alguns dias de conversa marcamos um encontro lá e fomos. Foi legal, porque tudo é permitido, mas nada é obrigatório. Então se rolar, rolou”, diz.

Desde a primeira vez, M gostou desse “universo” da casa de swing. “Achei o ambiente super agradável e aconchegante, com gente bonita e que normalmente sabe o que quer. Parece uma balada ‘normal’, porém tem partes para o sexo livre, sem tabus e preconceito. Com certeza a impressão que eu tinha antes de frequentar esse lugar mudou para melhor. É uma sensação de liberdade que não dá pra descrever.”

Outra questão é o preço. Por ser focada em um tipo de público, as baladas liberais geralmente cobram um valor diferente de baladas “comuns”. Isso, para a jornalista, é um motivo para as pessoas que frequentam o espaço serem tão decididas. “Por causa do preço alto, a galera vai sabendo o que vai encontrar e dificilmente vemos ‘curiosos’.”

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Além de ter sido importante para a própria sexualidade, começar a frequentar baladas liberais também afetou o namoro com A. “Meu relacionamento ficou mais saudável depois que conhecemos esse universo, porque nós temos cada vez mais consciência de quem somos e do que queremos enquanto casal e seres independes.” 

Para ela, é possível estar em um relacionamento sério e, mesmo assim, fazer sexo com outras pessoas — desde que tudo seja consentido pelo parceiro. “Acredito em monogamia sentimental, mas não em monogamia sexual. Vivemos em uma sociedade totalmente preconceituosa e machista, mas tem muita gente ‘gostosa’ por aí. Então por que não experimentar?”. 

“Não me senti julgada na casa de swing isso me deixou confiante para voltar”


Após procurar um casal em um aplicativo de relacionamento, G foi apresentada a outras pessoas na casa de swing
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Após procurar um casal em um aplicativo de relacionamento, G foi apresentada a outras pessoas na casa de swing

GF é estudande de Comércio Exterior e foi pela primeira vez em um casa de swing há cerca de dois meses. Aos 21 anos, ela é solteira e mantém um relacionamento casual com FD, com quem foi à balada liberam pela primeira vez. “Estávamos tendo uma conversa sobre fetiches sexuais e coincidiu de os dois terem interesse em experiências em grupo.”

Segundo ela, logo depois da descoberta mútua, eles já começaram a procurar formas de encontrar outras pessoas que tivessem a mesma vontade. “Primeiro olhamos em aplicativos de casais que estão interessados em ménage ou swing e, por lá, conhecemos um casal que já frequentava as baladas liberais e eles nos apresentaram para outras pessoas na ‘festa’.”

“Quando falei com o F sobre participar do swing parecia ser apenas uma ideia que a gente teve na hora e logo iríamos esquecer, mas foi tudo muito rápido. Ele sugeriu de baixar o aplicativo e em menos de um mês conhecemos um casal”, conta G.

“Sinceramente, não achei que fosse encontrar alguém tão rápido assim e, quando  fomos na balada liberal, eu me senti receosa a princípio, porque pensei que seria julgada pelas outras pessoas”, diz.

Apesar de achar que foi tudo “rápido demais” entre conversar com o parceiro e ir à casa de swing, a estudante universitária aprovou a experiência e pretende continuar frequentando o espaço.

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“Depois que cheguei lá, minha perspectiva e meu pensamento mudaram muito. A sensação lá dentro me trouxe segurança, o que ajudou bastante para me sentir à vontade no ambiente, tanto que quando fomos embora eu já estava empolgada de marca uma volta”, comenta.

“É um ambiente em que as pessoas se sentem mais livres, com vontade de fazer o que querem sem o medo de serem julgadas, e seguras de si mesmas. Se eu pudesse descrever a experiência em algumas palavras, essa foi a sensação que eu tive lá dentro: liberdade e segurança. Isso também me deixou confiante para voltar em breve”, completa. 

Assim como foi no caso de P, G afirma que ter conhecido o casal antes de ir à casa de swing pela primeira vez fez toda a diferença. “Foi importante ter conversado muito com o casal que acompanhei e, depois que cheguei na balada, ter ficado apenas com outras pessoas que eles nos apresentaram, porque eram conhecidos.”

“Meu primeio pensamento quando surgiu a ideia de me relacionar com  mais de uma pessoa durante o sexo foi sobre doenças e a preocupação delas com higiene. Esses são fatores muito importantes quando decidimos participar de um swing, porque, por mais que haja o uso da camisinha, outros tipos de contatos sexuais também podem transmitir ISTs”, finaliza. 

Quero ir a uma casa de swing, e agora? 


Conversar com o parceiro sobre sentir curiosidade de ir à uma casa de swing é bom para que os dois compartlhem desejos
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Conversar com o parceiro sobre sentir curiosidade de ir à uma casa de swing é bom para que os dois compartlhem desejos

Em  entrevista prévia ao Delas, a sexóloga Thais Plaza afirma que conversar com o parceiro é o primeiro passo para entender os desejos relação ao sexo. 

“A gente precisa entender que a sexualidade, que é conexão, desejos, vontades — muito mais do que só sexo —, é algo livre, mas que, infelizmente, é colocado em caixinhas socialmente aceitáveis, que nos aprisionam. Então causa um estranhamento quando alguém sai da caixinha.”

Por isso, a ideia é tentar “quebrar esse tabu” expondo o que você quer e, também, escutando quais são as vontade do outro de uma forma construtiva e positiva. Lembrando que, além dessa conversa, é preciso ter consentimento para experimentar coisas novas na cama. Até porque o sexo só vai ser bom se as duas (ou mais) pessoas estiverem à vontade, certo?

Entretanto, a casa de swing não é aberta só para casais. Solteiros que querem fazer menáge ou sexo em grupo também podem se divertir nesse espaço. Em ambos os casos, pesquise o que as baladas liberais podem te oferecer para encontrar um lugar que seja a sua casa. Algumas casas tem pole dance, festas temáticas e até quartos para praticar fetiches, como BDSM. 

Se tratanto de sexo, o importante é entrar em contato com essa e outras experiências (tanto positivas quanto negativas) para descobrir o que é ou não uma ideia interessante — seja testando a casa de swing com parceiro, quanto descobrindo seus próprios interesses. 

Fonte: IG Delas
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Pesquisa aponta que pessoas traem mais quando os filhos saem de casa

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É comum os pais passarem pela síndrome do ninho vazio, aquela sensação psicológica de solidão, quando os filhos saem de casa pela primeira vez. Em muitos casos, quando isso acontece, o casamento pode ficar abalado e a saída ser uma traição para uma das partes. 

Mulher usando celular
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Quando os filhos saem de casa, o relacionamento dos pais pode ficar abalado e a traição ser uma saída

Quem comprova isso é uma pesquisa feita pelo Ashley Madison, site de encontros extraconjugal em todo o mundo. Os usuários foram questionados se a saída dos filhos de casa impactou na escolha deles pela traição.

Mais de um terço dos entrevistados afirma que sim. Segundo eles, foi apenas após os filhos saírem de casa que eles pensaram em trair o parceiro. Dessa forma, a pesquisa afirma que a síndrome do ninho vazio pode levar à infidelidade.

“Quando analisamos os nossos usuários, notamos alguns períodos diferentes na vida em que as pessoas se tornam mais suscetíveis a trair”, afirma Isabella Mise, diretora de comunicações da Ashley Madison. Segundo ele, esses períodos são: logo após se casar ou dar à luz e anos após o filho sair de casa.

“Essas fases da vida têm um impacto sobre o casamento”, completa. Nesse sentido, buscar um relacionamento extraconjugal seria um sintoma da instabilidade do relacionamento que, para muitos, começa a se tornar aparente quando a saída de casa de um filho ocorre.

Por que a traição só aconteceu quando os filhos saíram de casa?

Os usuários da rede social ainda foram questionados sobre o motivo de esperar os filhos saírem de casa para então trair. A maioria (28%) afirma que só percebeu que não tinha muito em comum com seu cônjuge quando os filhos se foram.

Logo em seguida, 24% disseram que seus filhos os mantinham ocupados o suficiente para não se importarem com o fato de não estarem tendo relações íntimas. Por fim, 10% falaram que não queriam se arriscar para não serem flagrados por seus filhos.

 “Pais mais velhos podem fazer mais escolhas na vida com menos pressão para criar seus filhos e se preocupar com responsabilidades de pais. Nessa idade, muitas pessoas passam pelo que eu chamo de ‘segunda adolescência’”, aponta a terapeuta Tammy Nelson.

A profissional completa dizendo que os pais podem sentir mais energia e, nesse sentido, passar a buscar novas aventuras. Para alguns, isso significa viver uma traição. 

Fonte: IG Delas
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