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Política

Candidata do PT a Assembleia pede votos só de calcinha

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Foto: Arquivo Pessoal Facebook

SÃO MATEUS (ES) – Candidata a deputada estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT), a professora e atriz Bruna Barbieri, de 30 anos, arrumou um jeito inusitado de promover sua campanha. Sob o slogan “Essa é boa”, ela tem usado as redes sociais para postar fotos sensuais e convencer o eleitor.

Em uma das publicações em seu perfil no Facebook, datada de 24 de agosto, quando a campanha já havia sido iniciada, Bruna aparece só de calcinha pedindo voto.

Na postagem, ela explica a escolha de seu número de urna. Como candidatos a deputado estadual têm cinco números, para acompanhar o 13 do PT ela havia optado pelo 171 para vir em seguida, mas foi convencida pela legenda a usar o 181, número de chamada do Disque-Denúncia.

“Meu número ia ser 13.171, mas as pessoas que me apoiam e estão comigo me convenceram, nos 48 do segundo tempo, a deixar de ser malandra para ser cagueteira, 181 Disque-Denúncia”, escreveu.

Em outra postagem, em sua conta do Instagram, a candidata está nua de costas, onde aparecem nádegas e pernas. Na mensagem, ela pede respeito e aproveita para fazer outra propaganda do número.

“Posso até não concordar, mas respeito. Mais respeito, menos hipocrisia…! Exibicionista e daí?”, questionou no post.

Bruna Barbieri afirma ganhar bastante apoio das pessoas pelo seu modo de promover a campanha, mas, ao mesmo tempo, diz também receber críticas de todos os lados, até mesmo do partido, ao qual é filiada desde os 16 anos.

“Tem crítica no próprio PT, da sociedade e da família. Tem de tudo que é canto. No partido é fofoca em baixo dos panos, mas a direção do PT mesmo nunca chegou para me dizer nada, até porque minhas fotos não têm nada demais”, disparou a candidata.

Fã do ex-presidente Lula, Bruna esteve com ele e seu vice, Fernando Haddad, durante a caravana “Lula pelo Brasil”, que passou pelo Espírito Santo e seguiu para o Rio, em dezembro de 2017.

“Minha opinião é que as coisas do Lula foram julgadas muito rápido. O que ele fez pelo 

Brasil incomodou muita gente. Perseguem ele porque está na frente das pesquisas”, defendeu.

A petista é ainda amiga da candidata ao governo, Jackeline Rocha. “Conheço ela de militância há 14 anos”, disse.

 

Leia mais:  Lula diz que levará diploma de inocência ao neto no céu

 


(*Com informações do Tribuna on line).

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Política

Bolsonaro sobre Queiroz: ‘Está com a sua mãe’

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Bolsonaro
Antonio Cruz/ Agência Brasil – 23.10.15
“Tá com a sua mãe”, respondeu Bolsonaro a homem que perguntou onde está o Queiroz

Enquanto cumprimentava apoiadores no portão do Palácio da Alvorada na manhã deste sábado (5), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) rebateu com irritação um ciclista que perguntou onde está Fabrício Queiroz , ex-assessor de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

“Tá com a sua mãe”, disse  Bolsonaro duas vezes enquanto e se preparava para voltar a pilotar uma moto dentro das dependências do palácio.

Até então, o presidente conversava amistosamente com cerca de 20 simpatizantes e era saudado por eles. O comentário do homem, que não foi identificado pela reportagem, ocorreu, portanto, fora do contexto.

Flávio e Queiroz, seu ex-assessor e amigo da família Bolsonaro, são alvo de procedimento investigatório do Ministério Público do Rio de Janeiro iniciado a partir de relatórios do hoje extinto Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ) — hoje Unidade de Inteligência Financeira (UIF).

O órgão identificou uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz e também na conta do filho mais velho de Bolsonaro. Em um mês, foram 48 depósitos em dinheiro, no total de R$ 96 mil.

Em fevereiro deste ano, Queiroz depôs por escrito ao MP-RJ e admitiu que ficava com parte dos salários dos funcionários do gabinete de Flávio, mas garantiu que o parlamentar não tinha conhecimento das suas ações. O depoimento, no entanto, não sanou todas as dúvidas dos investigadores.

Mesmo após os esclarecimentos, o Ministério Público do Rio entrou com um pedido de quebra de sigilo fiscal e bancário de Flávio, Queiroz e outros envolvidos na investigação. O argumento era de que existem indícios de organização criminosa no gabinete do filho do presidente. A Justiça do Rio autorizou em abril o procedimento requisitado pela investigação, que está suspensa desde julho por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

Apesar de não ser considerado foragido pela Justiça e nem esperado para depor às autoridades, Queiroz desapareceu por meses e aumentou a desconfiança que paira sobre ele diante dos indícios investigados pelo MP-RJ de que administrava uma “rachadinha” no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), recolhendo de funcionários parte de seus salários como condição para que fossem contratados.

Meses depois da última aparição, Queiroz foi localizado pela revista Veja no fim de agosto. A publicação informou que ele passou a morar no Morumbi, bairro nobre da zona sul de São Paulo, e seguia em tratamento contra o câncer num dos hospitais mais caros do Brasil, o Albert Eistein.

Investigação suspensa

Na última segunda-feira, dia 30/9, o ministro Gilmar Mendes , do Supremo Tribunal Federal (STF),  determinou a suspensão de todas as investigações sobre o senador Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro. Em reclamação apresentada ao Supremo no início de setembro, o parlamentar afirmou que, mesmo diante de decisão do presidente do tribunal, Dias Toffoli , as investigações sobre ele prosseguiram.

Em julho,  Toffoli determinou a suspensão de todos os processos e investigações nos quais houve compartilhamento sem autorização judicial de dados sigilosos detalhados de órgãos de inteligência, como o extinto Coaf. A reclamação é um tipo de ação que contesta o cumprimento de decisões do STF.

No pedido ao Supremo, a defesa de Flávio argumenta também que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinou, no dia 27 de agosto, a inclusão de dois habeas corpus do senador na pauta de julgamentos do tribunal.

A decisão de Gilmar diz que todos os atos devem ser suspensos até que a questão do uso de dados dos órgãos de inteligência sem aval judicial seja julgada pelo plenário do STF, o que está marcado para 21 de novembro.

Fonte: IG Política
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